segunda-feira, 27 de junho de 2011

São Paulo: Justiça autoriza o primeiro casamento civil gay do Brasil

Casal pediu conversão de união estável em casamento civil. Segundo associação ABGLT e TJ, é o primeiro casamento do tipo no país.

Sérgio Kauffman e Luiz André MoresiA Justiça de São Paulo autorizou nesta segunda-feira (27) o primeiro casamento civil gay do Brasil. De acordo com o Tribunal de Justiça (TJ) do estado, o juiz da 2ª Vara da Família e das Sucessões de Jacareí, Fernando Henrique Pinto, homologou a conversão da união estável entre o cabeleireiro Sérgio Kauffman Sousa e o comerciante Luiz André Moresi em casamento entre duas pessoas do mesmo sexo. Segundo o TJ e a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT), é o primeiro caso de casamento civil homoafetivo no país.

Com a decisão, os dois se tornaram oficialmente casados e passarão a usar o mesmo sobrenome: Sousa Moresi. “É uma felicidade imensa. Ainda estou tentando compreender esse momento histórico. A ficha precisa cair que esse é um momento que vai ficar na história. A gente luta por tantos anos e quando acontece, a gente entra em êxtase. É por isso que eu divido e dedico essa vitória a todos os militantes”, contou ao G1 Luiz André.

Segundo Kauffman, o casamento civil chega após oito anos de união estável. No dia 17 de maio, eles foram ao cartório oficializar a união. No dia 6 de junho, pediram a conversão da união em casamento civil. Segundo o TJ, o Ministério Público deu parecer favorável ao pedido, que “foi instruído com declaração de duas testemunhas, que confirmaram que os dois ‘mantêm convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituir família’.”

Na manhã desta terça-feira (28), coincidentemente Dia Mundial do Orgulho LGBT, os dois irão ao Cartório de Registro Civil, em Jacareí, para buscar a certidão de casamento. "Vai ser só o protocolo porque nós já estamos casados. O casamento já existe. A única demora era o trâmite para ele ser lavrado no livro do cartório", disse Luiz André.

De acordo com o TJ, a decisão do juiz Fernando Henrique Pinto tem como principal fundamento o julgamento do Supremo Tribunal Federal, de 5 de maio, que reconheceu a união estável de pessoas do mesmo sexo como entidade familiar.

Anulação
Questionado pelo G1 sobre uma possível anulação do casamento civil gay por parte de outro juiz, tanto Luiz André quanto Kauffman se mostraram cientes de que isso pode acontecer, mas afirmaram que irão recorrer até o fim. "Se precisar, a gente leva o caso até o Supremo Tribunal Federal", disse Luiz André.

A preocupação do casal existe porque o juiz da 1º Vara da Fazenda Pública de Goiânia, Jeronymo Pedro Villas Boas, determinou no dia 18 deste mês a anulação do primeiro contrato de união estável entre homossexuais firmado em Goiás, após decisão do STF reconhecer a união entre casais do mesmo sexo como entidade familiar.

Para Villas Boas, o Supremo “alterou” a Constituição, que, segundo ele, aponta apenas a união entre homem e mulher como núcleo familiar.

"É por isso que nós vamos continuar essa luta. O que nós esperamos é que o Congresso Nacional aprove a união estável porque, uma coisa é a decisão da Justiça, outra coisa é o que está na lei", disse Luiz André.

fonte: G1

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Criador da série “Glee” legaliza união gay após 15 anos

Ryan Murphy 2Ryan Murphy, criador da série “Glee” se prepara para viver um momento especial na vida amorosa.

Após 15 anos de relação, ele oficializou o relacionamento.

Com um detalhe curioso: Ninguém sabe quem é o parceiro. Ele não fala sobre o assunto e a imprensa, bem que tenta, mas não consegue descobrir.

A única declaração de Murphy sobre o assunto foi: “Acabamos de nos unir e estou muito emocionado”.

fonte: Cena G

São Paulo: Homossexualidade será tema de exposição

As Cores do Arco-ÍrisUma exposição sobre a homossexualidade será aberta ao público na Casa das Rosas, em São Paulo, com diversas formas e estilos de pintura.

As obras demonstram como a arte é essencial ao ser humano e como ela pode colocar em discussão temas que ainda encontram muita resistência na sociedade atual, como a homossexualidade.

A exposição batizada de “As Cores do Arco-íris” é gratuita e vai até o dia 27 de julho.

A Casa das Rosas fica na Av. Paulista, 37, em São Paulo. O horário de funcionamento de terça-feira a sábado, das 10h às 22h, e domingos e feriados, das 10h às 18h.

fonte: Cena G

Garçom expulsa gays de bar e novela da Globo fala sobre leis e direitos dos LGBTs

logo-insensato-coracaoNesta quinta-feira, a novela Insensato Coração entrou de vez para a história. No episódio, o professor Hugo (Marcos Damigo) estava acompanhado do amigo Xicão (Wendell Bendelack) e do alemão Kurt (Rafael Hanses) no bar do Bar do Gambino, quando são discriminados. O garçom Kléber (Cássio Gabus Mendes) vê o alemão colocar a mão no ombro do outro e dá um ataque. Expulsa os gays do bar e começa a gritar, chamando os rapazes para fora do bar e dizendo que eles cometeram boiolagem. Tudo isso durante um show do cantor Marcelo D2.

“Vocês não tem direito de fazer sem vergonhice na frente dos outros. Aqui eu não vou admitir”, diz o garçom. Hugo lembra que existe a lei municipal da cidade que proíbe a homofobia. "Xicão, nem responde, fica tranquilo. Vemos direto denunciar este cara. Isso que ele está fazendo é contra a lei municipal 2475", diz o professor. Roni (Leonardo Miggiorin), divulgador da casa, diz que o comportamento do irmão do dono está errado e defende os amigos. Outras clientes também  contestam a ação do homofóbico e se retiram com os gays discriminados. O dono do bar, Gabino (Guilherme Paiva) chega e fica sabendo da confusão e demite o irmão.

Insensato Coração homofobiaNa sequência, os personagens falam novamente da lei e da Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual da Prefeitura do Rio de Janeiro. Hugo explica que há advertência, multa e até cassação do alvará para o estabelecimento onde ocorreu a homofobia. E que as pessoas precisam ter coragem e denunciar.

Em casa, Gabino tenta entender o comportamento do irmão e diz que não há lei que criminalize carícias ou o beijo público entre dois homens, duas mulheres ou homem e mulher. Mas que é crime discriminar. “Tá errado. Homem tem que gostar de mulher e pronto. Deus fez a gente...”, argumenta o homofóbico. A filha de Cleber ainda dá um sabão no pai. “Ô pai, desde quando que você é religioso heim?... Deus é tão responsável pelo Roni quanto é por você. O seu problema é que você não aceita os outros sejam diferentes de você. Isso é fobia pai, medo do que você não entende.”

“Tem um monte de gente que não te suporta. Imagina se fossem te perseguir também?”, diz a cunhada. “É assim que você quer ser tratado pai?”. A cena é antológica e merece ser assistida!

fonte: Lado A

Estados Unidos: Barack Obama defende direitos iguais para gays, mas evita falar em casamento durante evento

O presidente americano, Barack Obama, defendeu os direitos civis de casais do mesmo sexo, mas evitou falar em casamento, durante um ato para arrecadar fundos para campanha nesta quinta-feira, em Nova York.

- Acredito que os casais gays e lésbicos merecem os mesmo direitos legais que qualquer outro casal deste país - falou Obama diante de um auditório de 600 pessoas.

Pessoas próximas a presidente, que é a favor da união civil e contra o casamento entre casais do mesmo sexo, dizem que Obama está "desenvolvendo" o tema do matrimônio gay. O democrata ainda comparou a luta dos direitos homossexuais com a luta por direitos civis dos negros nos EUA, responsável para sua própria eleição à presidência.

O cuidado do mandatário para evitar falar em "casamento", no entanto, chegou a irritar a plateia, que em alguns momentos chegou a gritar o nome. Com humor o presidente disse:

- Já os escutei, pessoal. Sabia que alguém ia dizer isso.

O evento desta quinta-feira, em Nova York, coincidiu com o debate em Albany sobre a legalização do casamento homossexual no estado americano. Para Obama, a discussão dos direitos gays está no caminho certo. Nova York pode se transformar no sexto estado americano a legalizar o matrimônio entre casais do mesmo sexo, além do distrito de Columbia.

fonte: O Globo

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Em “Insensato Coração", Sueli não aceita que seu filho Eduardo seja gay

sueli e eduardoEmbora se dê bem com os homossexuais que frequentam seu quiosque na praia, Sueli (Louise Cardoso) irá surpreender a todos ao se mostrar contrária ao relacionamento de Eduardo (Rodrigo Andrade) com um homem nos próximos capítulos de "Insensato Coração".

Assim que a empresária descobrir que o filho está namorando Hugo (Marcos Damigo), ela o proibirá de ver o professor. "Filho gay eu não admito", dirá Sueli segundo informa a jornalista Patrícia Kogut.

Mais tarde, Hugo irá ao quiosque tomar satisfações de Sueli e ouvirá inúmeros desaforos dela. Ela pedirá que o rapaz se afaste de Eduardo imediatamente. O rapaz, na hora, irá rebater afirmando que esperava a atitude de qualquer mãe exceto dela e ainda a acusará de homofônica: "Você nos suporta enquanto nós gastamos nosso dinheiro aqui, mas dentro da sua casa nem pensar, né?".

Hugo irá embora indignado e Sueli terá que lidar com a ira de Xicão, garçom de seu quiosque. Ele também se chateará com a patroa e pedirá demissão.

fonte: Cena G

RJ: 43 casais gays oficializam união

Casal de Goiás, que chegou a ter primeiro registro anulado, posa cerimônia no Rio

Casal Goias no RioA cerimônia coletiva de união homoafetiva marcada para esta quarta-feira no Rio de Janeiro iniciou pontualmente, conforme o previsto, às 17h e reuniu 43 casais no auditório da Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos. Participaram do evento como padrinhos dos casais o secretário do Ambiente e ex-ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, e a subsecretaria do Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, Maria Célia Vasconcellos.

A cerimônia também foi utilizada pelo casal de Goiás - o jornalista Léo Mendes, 47 anos, e o estudante Odílio Torres, 21 anos - para oficializar, pela segunda vez, sua união, já que a primeira chegou a ser anulada pelo juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública Municipal e Registros Públicos de Goiânia, Jeronymo Pedro Villas Boas. Decisão que, na terça-feira, foi cancelada pela corregedora do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), desembargadora Beatriz Figueiredo Franco.

Mendes afirma que o sentimento que teve com a anulação foi de muita frustração e descrédito no judiciário de Goiás. "Registramos novamente nossa união aqui. O Rio é um Estado sem homofobia. Somos vítima em Goiás de uma homofobia religiosa com respaldo legal", disse.

O estilista e coordenador da Diversidade Sexual da Prefeitura do Rio de Janeiro, Carlos Tufesson, relata que ainda não é casado, mas mora com outro homem há 16 anos. Ele diz que os homossexuais são a última tribo urbana que luta pelo direito de amar e ter suas relações de amor reconhecidas. "Não queremos que a nossa cidadania seja limitada. Depois de 16 anos morando junto, chamo isso de casamento".

Tufesson diz ainda que quer sua relação reconhecida pela lei, da mesma forma que os héteros. "Muitos homossexuais (ainda) se sentem à margem da sociedade. Igualdade dos diretos só virá com o casamento, com a união civil. Só isso que dará realmente o direito de igualdade previsto no artigo 5º da nossa Constituição", afirmou.

O casamento ainda contou com um show da drag queen Jane Di Castro, que interpretou clássicos do Roberto Carlos e canções internacionais. Entre elas, New York, New York, de Frank Sinatra, que inspirou Carlos Minc a dançar entre os casais.

STF decide a favor de união gay
Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu no dia 5 de maio de 2011 pelo reconhecimento de união estável entre pessoas do mesmo sexo. Todos os dez ministros aptos a votar foram favoráveis a estender a parceiros homossexuais direitos hoje previstos a casais heterossexuais - o ministro Dias Toffoli se declarou impedido de participar porque atuou como advogado-geral da União no caso e deu, no passado, parecer sobre o processo.

Com o julgamento, os magistrados abriram espaço para o direito a gays em união estável de terem acesso a herança e pensões alimentícia ou por morte, além do aval de tornarem-se dependentes em planos de saúde e de previdência. Após a decisão, os cartórios não deverão se recusar, por exemplo, a registrar um contrato de união estável homoafetiva, sob pena de serem acionados judicialmente. Itens como casamentos civis entre gays ou o direito de registro de ambos os parceiros no documento de adoção de uma criança, porém, não foram atestados pelo plenário.

fonte: Terra

quarta-feira, 22 de junho de 2011

GO: Tribunal de Justiça suspende decisão de juiz que anulava união homoafetiva

casamento gay GOA corregedora-geral do Tribunal de Justiça de Goiás, desembargadora Beatriz Figueiredo Franco, suspendeu a decisão do juiz Jerônymo Pedro Villas Boas, que na semana passada, havia anulado a união estável homoafetiva entre Liorcino Mendes e Odílio Torres.

A decisão do juiz contrariava sentença do Supremo Tribunal Federal (STF) pelo reconhecimento da união estável entre pessoas do mesmo sexo.

Também foi suspensa a determinação imposta aos cartórios de Registro de Títulos e Documentos no sentido de não reconhecer declarações outros casos de união estável entre pessoas do mesmo sexo.

fonte: Cena G

São Paulo: Parada Gay é oportunidade de lucro para empreendedores

Evento movimenta turismo e comércio em São Paulo, atraindo cerca de 400 mil pessoas à cidade

Com apenas três meses de vida, o StarLight Hostel se prepara para um dos finais de semana mais movimentados de sua breve história. Localizado nos arredores da Avenida Paulista, bem na rota da 15ª edição da  Parada do Orgulho LGBT, que acontece domingo (26/06), o albergue deve ter 100% da sua capacidade ocupada neste feriado.

“Nos meses de baixa temporada, como junho, nossa taxa de ocupação ainda é de 30% a 40%, mas acreditamos que podemos chegar a até 120%, oferecendo leitos extras para amigos de pessoas que já reservaram os quartos”, prevê Adriano Campos, sócio do empreendimento. Além do incremento direto com a ocupação dos leitos, o empreendedor vislumbra a possibilidade de lucrar com serviços extra, como transporte, tradutores e visitas guiadas.

Com a previsão de que 400 mil turistas desembarquem na cidade para prestigiar a parada, as oportunidades de lucro são tão diversas quanto o público do evento. Estima-se que, no ano passado, a data tenha gerado cerca de R$ 200 milhões de receita à capital paulista. “O turista gay tem uma renda 30% maior que o turista convencional. E não é só o turismo que lucra com o evento. Durante o período em que está na cidade ele gasta com cultura, diversão e compras”, diz Almir Nascimento, presidente da ABRAT GLS. 

Para a empreendedora Adriana Simone da Silva, a parada gay é, há muito tempo, sinônimo de bons negócios. Uma das organizadoras da primeira edição da parada em São Paulo, ela logo percebeu o potencial para lucrar com o nicho e começou a vender, em 1995, produtos inspirados no arco-íris, símbolo global do movimento gay.

Os produtos eram vendidos em encontros e feiras voltadas ao público até que, em 2006, a Acessórios Arco-Íris ganhou uma sede física, no Centro de São Paulo. Três anos mais tarde nascia a loja virtual. Com cerca de mil itens à disposição, ambos os endereços – online e offline - possuem um público cativo, mas é no período da parada que as vendas atingem o pico.

“Nosso faturamento é 70% maior”, conta. Para não ficar refém de uma única semana em junho, a empreendedora percorre o país abastecendo as paradas gays de Campinas, Rio de Janeiro, Florianópolis, Belo Horizonte e todas as outras que acontecem país afora com seus produtos.

No Frey Café, localizado na Rua Frei Caneca – endereço tradicionalmente frequentado pela comunidade gay em São Paulo – a parada também é dia de festa. O público da casa sobe de 300 para 3 mil pessoas. “Neste ano teremos oito DJs tocando desde o meio dia, além de decoração e cardápio especiais”, conta Letícia Noemi da Silva, gerente da casa.

fonte: EXAME.com

terça-feira, 21 de junho de 2011

Estados Unidos: Casal gay junto há 61 anos espera nova lei para se casar‎

Richard Dorr, 84 anos, e John Mace, 91,aguardam apenas legalização do casamento gay em Estado americano.

Richard Dorr (esq.) e John MaceDois professores de canto, que vivem juntos há 61 anos, aguardam a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo em Nova York para se casarem.

Richard Adrian Dorr, de 84 anos, e John Mace, de 91, já receberam o convite de um amigo do Estado americano de Connecticut, onde o casamento entre pessoas do mesmo sexo é legalizado, para oficializar a união.

Mas os dois, que moram em Nova York desde a década de 40, querem se casar na cidade e pretendem esperar até que o casamento gay seja aprovado lá.

'Começar uma nova fase na vida, ao se casar depois de 61 aos, seria completar algo que foi muito maravilhoso para nós dois', afirmou Richard Dorr.

'Seria ótimo poder dizer: 'somos casados'', disse Mace.

'Somos novaiorquinos e, depois de 61 anos de união, sentimos que temos o direito de ser casados, em Nova York. Já está na hora, não?', pergunta Dorr a Mace durante entrevista à ONG americana Freedom do Marry, que está fazendo uma campanha de divulgação pelo casamento dos dois professores.

Dorr e Mace aguardam a aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo em Nova York, já que a lei já foi aprovada na Assembleia do Estado e agora espera aprovação do Senado de Nova York.

Além de Connecticut, o casamento entre pessoas do mesmo sexo já é aprovado em outros quatro Estados americanos: New Hampshire, Massachusetts, Iowa e Vermont, além da capital, Washington.

O governador do Havaí, Neil Abercrombie, aprovou a lei de uniões civis entre pessoas do mesmo sexo em fevereiro, o que abre o caminho para que casais de gays e lésbicas tenham os mesmos direitos que casais heterossexuais a partir de 1º janeiro de 2012.

'Recorde'
Os dois são professores de canto e já deram aulas para atrizes como Vanessa Redgrave e Bette Midler.

Dorr e Mace se conheceram em 1948 quando estudavam na escola de artes Juilliard School, em Nova York. Mace trabalhava em meio período na escola e Dorr teve que ir ao escritório onde ele estava.

'Foi um momento que nunca vou esquecer', contou Mace.

'Disse para ele: 'quero cantar para você'', disse Dorr.

Desde que se uniram, eles criaram juntos o filho de Mace, Paul.

Mace afirma brincando que o tempo de união dos dois é como um 'recorde'.

'É tipo um recorde. (...) Tivemos pouquíssimas discussões', afirmou.

'Nunca vá dormir brigado', acrescentou Dorr.

Os dois pensaram em casar logo depois dos confrontos de 1969, no bar novaiorquino Stonewall entre os frequentadores homossexuais e a polícia, considerados como a 'fundação' do movimento gay nos Estados Unidos e no mundo.

Mas, na época eles não conseguiram. No entanto, agora, os dois esperam a aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo para se casar em Nova York.

fonte: G1

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...