segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Companheiro de militar morto vai à Justiça requerer pensão

O juiz da 1ª Vara Federal de Teresópolis, Rio de Janeiro, deverá decidir se o companheiro de um militar de 84 anos morto recentemente terá direito a pensão. Hudson Cortez viveu com o militar Sírio Formigione e apresentou à Justiça uma carta onde o companheiro deixaria clara sua vontade de conceder-lhe a pensão.

O processo vem tramitando na Justiça desde o primeiro semestre deste ano e desde setembro aguarda decisão final. Caso o juiz Alcir Luiz Lopes Coelho decida em seu favor, Hudson Cortez deverá receber R$ 28 mil do Ministério do Exército.

fonte: Mix Brasil

Ator de “Os Feiticeiros de Waverly Place” publica fotos em site gay erótico

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Vocalista assumido do Judas Priest diz ter um lado diva

Rob Halford Quem insiste em dizer que não há espaço para gays no mundo do heavy metal precisa ouvir o que Rob Halford tem a dizer. O vocalista do Judas Priest, uma das bandas metaleiras mais antigas em atividade, deu uma entrevista ao jornal americano "Dallas Voice" para falar do álbum natalino que acaba de lançar com sua banda alternativa, o Halford.

Entre outras coisas, o roqueiro afirmou ter um desconhecido lado "diva". Por trás do visual de couro e dos óculos escuros, disse ter fãs gays metaleiros espalhados pelo mundo todo e que algumas das músicas do Judas Priest podem ser vistas como hinos pelo Orgulho Gay. "Light of the World" seria uma delas. "Às vezes, os fãs gays são óbvios quando vejo do palco, mas ainda é uma ótima surpresa".

Halford falou também dos 10 anos que leva fora do armário. Segundo ele, se assumir trouxe conforto e tirou um peso enorme de seus ombros. "Ainda há homofobia no mundo do metal, mas minha saída do armário foi um golpe neste obstáculo". De acordo com o cantor, assumir ser gay não provocou reações negativas por parte dos fãs. "Os fãs ficaram numa boa, o que mostra que estamos em um mundo melhor. Avançamos aos trancos e barrancos", afirmou.

E numa declaração que pode deixar muita gente surpreendida, Halford disse que nunca fez parte da comunidade amante do couro. "Eu uso roupas de couro, mas é só um look. Nunca me envolvi no mundo leather, mas respeito todas as escolhas". O músico disse ainda ter um lado diva que ninguém conhece. "Ela só que mostrá-lo e gravar algo. Às vezes os integrantes da banda falam sobre mim: 'ah, ela está tendo um momento de rainha do drama'".

fonte: Mix Brasil

Padre que casou travesti por engano não faz parte da igreja

No final de novembro um casamento por engano ganhou as manchetes dos jornais, quando o padre Luiz Gonzaga da Silva realizou a cerimônia religiosa entre um travesti e um rapaz na cidade de Caetés, interior de Pernambuco.

Por um lado, a filha do padre dizia que foram enganados pelo travesti – que entregou documentos comprovando o sexo feminino. Em sua defesa o travesti conhecido por Paloma revelou que todos na cidade sabem a sua verdadeira sexualidade.

No final das contas, quem parece ter enganado todo mundo é o suposto padre que, segundo informações do principal nome da Igreja Ortodoxa Bielo-Russa Eslava, está afastado desde 1998 por problemas alcoólicos.

O padre se manifestou surpreso com a notícia e disse que jamais recebeu um comunicado informando o seu afastamento.

fonte: dolado

Festa Circuito Velvet Club caça "gay AAA"

gayaaa Gente bonita, atmosfera "friendly", requinte e luxo. É o que busca o publicitário Haysam Ali, 23, idealizador do Circuito Velvet Club (região sul paulistana), cuja primeira festa ocorre quinta-feira (17), no Buddha Bar.

O evento inaugura uma série de sete baladas --a última culminará com o lançamento da primeira casa noturna do país voltada para os "gays AAA". "Não necessariamente tem que ser rico, "AAA' envolve o nível cultural", define o publicitário baladeiro.

E quem fica de fora? "Talvez as 'barbies', "gays musculosos"." Então, não espere encontrar os descamisados que frequentam o clube The Week. E, no lugar dos "gogo-boys", que dançam seminus, haverá bailarinos com cobras interagindo com o público. "Sexy, mas ao mesmo tempo não vulgar", diz Ali.

O grande chamariz do evento será o som da DJ Samantha Ronson, namorada da atriz Lindsay Lohan. Outro destaque será o uniforme de todo o "staff", assinado pelo estilista Pedro Lourenço.

A festa sai por R$ 100 e R$ 200 ("open bar"), preço abaixo do cobrado por casas hétero que visam um público de alto poder aquisitivo, como a famosa Pink Elephant, referência de Ali na noite paulistana.

fonte: Folha Online

ONG americana cria memorial para gays vítimas da homofobia

Barry T Winchell Um memorial móvel com fotos e a história de pessoas que morreram por causa de sua sexualidade ou identidade de gênero nos EUA é levado a diversos eventos pelos participantes da organização não governamental Fundação dos Heróis Gays Americanos. A organização criada em 2008 mantém ainda na internet o histórico de seus mártires. O trabalho é mantido com doações, como a campanha “adote um herói”, além de apoio de outras fundações.

O grupo ainda faz trabalhos educativos e apóia famílias vítimas de crimes de ódio. O fundador Scott Hall foi inspirado depois de saber do assassinato de um rapaz e se sensibilizar com a falta de informação sobre o tema. A idéia é registrar os assassinatos e mostrar o que não aparece na mídia. “Muitas pessoas pensam que o último assassinato foi o do Matthew Shepard” diz ele sobre o assassinato mais famoso dos EUA, acontecido em 1998. No estatuto do grupo, há como missão: “Honrar e lembrar os LGBT vítimas de crimes de ódio, Engajar e informar o público sobre os crimes de ódios contra LGBT e Inspirar a compaixão e a aceitação da diversidade. O site do grupo informa ainda que um gay foi morto a cada 9 dias nos EUA e que 19 estados não tiveram crimes de ódio no país em 2008.

No site, entre 24 perfis de gays, lésbicas e transexuais assassinados, há o caso de Barry T. Winchell (foto), jovem de 21 anos, assassinado por um colega militar em 1999, por ele manter um relacionamento com uma mulher transexual. Winchell foi espancado até a morte com um taco de baseball enquanto dormia. O criminoso pegou prisão perpétua e o caso foi amplamente divulgado na mídia e é lembrado todas as vezes que se discute a vida dos homossexuais nas Forças Armadas nos EUA.

Na campanha “Adote um herói”, o doador colabora com US$24 e pode descrever uma mensagem para a família da vítima e ainda uma foto com a história da pessoa que “adotou”.

No Brasil, o Grupo Gau da Bahia registra o caso com base em relatos da imprensa e mantém relatório em seu site. A cada dois dias, um homossexual é morto no Brasil em razão de sua orientação sexual. O país é líder absoluto de crimes de ódio contra homossexuais.

fonte: Lado A

AIDS: ONG denuncia falta de medicamentos e exames no RS

Grupo Somos Falta de medicamentes importantes para portadores do vírus Hiv/Aids como Tenofovir e Abacavir, estão em falta na farmácia do Hospital Partenon. Portadores também estão com dificuldades para marcar os exames que contam as células CD4, que revelam a carga viral e são cruciais para o tratamento. Segundo denúncia do Grupo Somos, de Porto Alegre, os pacientes só conseguem marcar o importante exame para o final de abril de 2010.

No final de outubro, mais uma vez, o Rio Grande do Sul apresentou as maiores taxas de incidência de pacientes com Ainds do país. De 2005, quando a taxa era de 32,2 por 100 mil habitantes, em 2005, passou para 43,8 em 2007, colocando o estado em 1º lugar no ranking de maior taxa de incidência da doença no país. Os dados são referentes a 2007, em 2009, o número pode ser ainda maior, já que problemas de falta de medicamento são constantes no Rio Grande do Sul.

Segundo Gustavo Bernardes, advogado e coordenador do SOMOS Comunicação, Saúde e Sexualidade: "além dos números vergonhosos de casos de aids, que revela a falta de investimentos em prevenção à aids, aida temos que entrar no Ministério Público contra o Estado para garantir a assistência aos que já estão doentes de aids". O Grupo SOMOS apresentou denúncia ao Ministério Público Federal e a Promotoria de Direitos Humanos do Ministério Público do RS e busca junto com ao grupo GAPA/RS e representantes do Fórum de ONG/aids do estado se encontrar com Mariângela Simão, Diretora do Departamento de Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, que virá ao Estado na próxima semana.

fonte: Lado A

Lindsay Lohan pode vir ao Brasil com a namorada DJ

lindsayesamantha A DJ inglesa Samantha Ronson irá se apresentar pela primeira vez no país em janeiro de 2010. Ela faz participará de eventos para gays em São Paulo e no Rio no Circuito Velvet Club, entre os dias 17 e 18 de janeiro. Namorada da atriz Lindsay Lohan e irmã do produtor Mark Ronson, A DJ toca de pop ao hip hop (que é preferência na costa Leste dos EUA).

Samantha já confirmou sua vinda no Twitter e Lindsay já manifestou que pensa em passar uns dias por aqui, também na rede social na internet. A produtora brasileira já falou que a DJ vem acompanha, agora só resta saber de quem, já que tem muitas amigas famosas.

fonte: Lado A

Brasileiros aderem às 'pulseiras do sexo'

pulseirasdosexo São pulseiras comuns, que qualquer garota usaria para ir ao colégio, feitas de silicone, em cores vibrantes e de aparência inocente. Mas nos últimos dias passaram a deixar muitos pais preocupados com rumores sobre seu verdadeiro significado. Segundo um modismo que surgiu na Inglaterra e chegou ao Brasil recentemente, arrebentar a pulseira de determinada cor obrigaria o portador da pulseira a se submeter ao ato correspondente àquela cor. Pulseira amarela, por exemplo, equivaleria a um abraço. Pulseira preta, a sexo.

Não se sabe como surgiu esse código nem como ele se espalhou entre os adolescentes. Na Inglaterra, as pulseirinhas ganharam o nome de shag bands (algo como “pulseiras da transa”). Lá também surgiu o jogo chamado “snap” (estouro, na tradução do inglês) e o dicionário de cores (leia o quadro abaixo). O assunto chamou a atenção da imprensa e virou motivo de alarde entre pais e educadores quando crianças do ensino fundamental começaram a usar as pulseiras.

Não demorou muito para a novidade se espalhar pela internet e chegar ao Brasil. Redes sociais como Orkut e Facebook têm comunidades dedicadas aos fãs das pulseiras. Uma delas já reunia 40 mil seguidores na semana passada, a maioria perfis de crianças e adolescentes. Embora seja comum encontrar jovens com o braço carregado de pulseiras, parte deles parece desconhecer seu significado. “Eu parei de usar quando descobri, mas vejo um monte de meninas do fundamental usando sem saber”, diz a estudante Bárbara Campos, de 15 anos, aluna de um colégio particular de São Paulo. Seu namorado, no entanto, ainda carrega três pulseiras no pulso: uma preta, uma branca e uma vermelha. “Se outra menina estourar as pulseiras dele, eu vou ficar muito brava.”

pulseirasdosexo (2) Vendidas por camelôs em qualquer cidade grande brasileira, a novidade ficou conhecida por aqui como pulseira cool (legal, na tradução do inglês), pulseira da amizade ou pulseira da malhação. Um pacote com 20 unidades, de cores sortidas, custa cerca de R$ 1. Entre os mais jovens e os que não levam o sentido do snap a sério, as pulseiras também resumem o “currículo” sexual da pessoa. Vale a mesma regra das cores: quem já fez sexo pode exibir sua pulseira preta. Os mais “populares” costumam usar a cor dourada.

Como pais e educadores deveriam reagir diante da conotação sexual de uma inocente pulseira de silicone? “Proibir não adianta, porque o adolescente pode se sentir excluído quando vir que os colegas continuam usando”, diz a psicóloga Denise Diniz, da Universidade Federal de São Paulo. “Os pais devem aproveitar a oportunidade para debater sexualidade em casa.” Os colégios se dividem entre proibir ou ignorar o uso das pulseiras. “Acreditamos que esse jogo não passe de um modismo, mas os pais podem e devem impor seus limites, sem alarde”, diz Silvana Leporace, coordenadora educacional do Colégio Dante Alighieri, em São Paulo. Modismo ou não, não custa nada para os pais dar uma olhadinha no que os filhos andam usando no pulso.

fonte: Época

Taylor Lautner brinca com fama de gay na tevê

O ator Taylor Lautner, de “Lua Nova”, foi o convidado especial do programa Saturday Night Live, no último sábado 12, na tevê americana. No meio de uma das músicas, o apresentador pergunta se eles são gays. Taylor, de peruca loira, é o único a responder sim. E completa que não é feliz, mas respondeu afirmativamente porque estava nervoso.

O programa é famoso por colocar as celebridades brincando com os rótulos que a mídia as impõem. Em outro momento, o ator bate num boneco de Kanye West, que, em setembro, tirou um prêmio das mãos da cantora Taylor Swift, suposta namorada de Lautner. O programa, que no Brasil é transmitido pelo canal Sony, ainda não tem data para ser exibido.

fonte: ParouTudo.com

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