sexta-feira, 4 de junho de 2010

São Paulo: Lei estende o direito à visita íntima a detentos homossexuais

Deputados paulistas querem ampliar direito à visita íntima também para homossexuais

Covas é um dos autores do projeto A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo publicou na última quarta-feira, 2, no Diário Oficial, o Projeto de Lei nº 488 de 2010, que garante a detentos o direito à visita íntima independente de sua orientação sexual. O projeto é de autoria dos deputados Bruno Covas (PSDB) e Ricardo Montoro (PSDB) e se for aprovado garante que o direito “será assegurado nos estabelecimentos penais de regime fechado e do semi aberto.”

Os deputados citam em sua justificativa que “o Plano Estadual de Enfrentamento à Homofobia e Promoção da Cidadania LGBT estabelece no anexo relativo às diretrizes de ação no âmbito da Secretaria de Administração Penitenciária, na Meta 1. Ação 2. que referido órgão deverá promover medidas para a promoção do respeito às distintas orientações sexuais e identidade de gênero nas unidades penitenciárias”.

A Lei deve ser votada e prevê um prazo de até 120 dias para que os estabelecimentos penais se adéqüem ao novo direito. Para ler o decreto na íntegra você pode clicar aqui.

fonte: MixBrasil

Maioria dos brasileiros são contra adoção por gays, diz pesquisa

51% dos ouvidos em estudo afirmam serem contrários à adoção homoparental

A maioria dos brasileiros é contrária à adoção de crianças por casais homossexuais, segundo pesquisa do Datafolha. O estudo, realizado durante o mês de maio com 2.660 pessoas do todo o país, revelou que 51% dos entrevistados acreditam que casais formados por pessoas do mesmo sexo não devem ter o direito à adoção, enquanto 39% apóiam a prática.

Ainda de acordo com a pesquisa, a aprovação da adoção por gays é maior entre as mulheres e jovens. Para 44% delas, o direito é legítimo, enquanto entre homens esta taxa é de 33%. Já 58% dos que estão na faixa etária entre 16 e 24 anos se mostraram favoráveis, enquanto apenas 19% dos maiores de 60 anos afirmaram concordar.

Já em se tratando de religiões, os católicos revelaram maior aceitação à adoção homoparental: são 41% a favor, enquanto entre evangélicos pentencostais a desaprovação chega 71%. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Toni Reis, presidente da ABLGT, viu o número com bons olhos. Para ele, o fato de quase 40% dos brasileiros aprovarem a adoção gay já é um dado animador, mas ele reconhece que "serão necessárias muitas paradas e marchas para convencer a população de que somos cidadãos que merecemos o direito da paternidade e da maternidade".

fonte: Mix Brasil

Jim Carrey é gay trambiqueiro em 'O golpista do ano'

Filme que traz ator em romance com Santoro e McGregor estreia quinta (3). Humor vem do absurdo de situações insólitas e não das caretas de Carrey.

golpista-do-ano300"O golpista do ano", que estreia em circuito nacional nesta quinta-feira (3), não é uma típica comédia ao estilo de Jim Carrey, como as que o tornaram famoso ("O mentiroso", "O Máscara" ou "Débi e Lóide"). O longa também não se encaixa na categoria de drama, gênero em que o ator também tem uma carreira bastante relevante como "O mundo de Andy" e "Brilho eterno de uma mente sem lembranças".

Mas o que realmente pode assustar o público de Carrey é que seu personagem é notoriamente gay e vive um romance com o personagem de Rodrigo Santoro ("Cinturão Vermelho") e depois com o de Ewan McGregor ("O escritor fantasma").

Quando o filme começa, o personagem de Carrey, Steven, está em seu leito de morte. Boa parte do filme transcorre como um longo flashback. Primeiro, ele conta como foi um policial que abandonou a mulher e a filha, assumiu sua homossexualidade (até então vivia "dentro do armário"), e caiu no mundo com namorado (Santoro) a tiracolo. Um acidente de carro que quase o mata faz o protagonista repensar sua vida.

Mas ele logo descobre que ser gay, fashion e viver uma vida de luxo não é nada barato. Ele começa a dar pequenos golpes que, num efeito bola de neve, vão se tornando cada vez maiores até levá-lo à prisão - onde ele irá conhecer seu grande amor: Philip Morris (McGregor), um sujeito doce e um tanto ingênuo. O amor é à primeira vista. Mas nem com o novo namorado Steven consegue manter sob controle seu impulso mentiroso, o que só complica a situação.

Fora da prisão e com uma vida repleta de mentiras dos mais variados tamanhos, Steven consegue manter um alto padrão de vida. Obtém bons empregos, salários gigantescos e uma vida de luxo, dando um golpe depois do outro. Quando a verdade vier à tona, poderá ser tarde demais.

O humor em "O golpista do ano" vem mais do absurdo das situações, cada vez mais insólitas, do que das caretas de que Carrey não abre mão quando faz comédia. A ideia do filme não é que seu personagem seja engraçado. A graça reside na bola de neve, nas mentiras cada vez maiores e nas situações nada convencionais do romance entre Phillip e Steven.

Como já haviam revelado no roteiro de "Papai Noel às avessas", Glenn Ficarra e John Recqua mostram em "O golpista do ano" um gosto pelo politicamente incorreto. Não há limites para o romance dos dois personagens, que já na cadeia vivem uma paixão ardente.

Se Carrey é careteiro em boa parte do tempo, McGregor, pela terceira vez nos últimos meses, encarna o ingênuo útil - as outras duas foram em "O escritor fantasma" e "Os homens que encaravam cabras". McGregor faz o personagem com honestidade, sem nunca cair na caricatura ou na vulgaridade.

Nos Estados Unidos, "O golpista do ano" ainda está inédito em circuito comercial, embora já tenha sido exibido em festivais. Cogitou-se até em lançar o filme direto em DVD. Talvez seja um sinal dos tempos em que a sociedade norte-americana mostra-se mais conservadora. Em todo caso, é de se aplaudir a coragem e ousadia do ator em aceitar um papel tão controverso.

fonte: G1

MTV Debate discute se Parada Gay se tornou palanque ou carnaval

Debate MTV Lobão O MTV Debate, que vai ao ar na próxima terça-feira (08/06), vai discutir um tema polêmico que surge sempre em época de Parada Gay. Afinal, a manifestação se tornou "palanque ou carnaval"?.

No próximo domingo, dia 6, a avenida Paulista se torna o maior palco de reivindicações dos direitos dos homossexuais. Com a presença de trios elétricos, milhares de pessoas vão às ruas para protestar contra a homofobia.

Nesta 14ª edição da Parada Gay de São Paulo, o colorido tradicional dos trios elétricos foi substituido pelo preto e branco, e o tema é "Vote contra a homofobia. Defenda a Cidadania" para aproveitar a proximidade das eleições. No entanto, apesar de muitos acreditarem apenas no caráter político da manifestação, muitos afirmam que tudo não passa de uma "grande festa". Por isso, a discussão sobre "palanque ou carnaval" será tema do MTV Debate.

serviço: MTV Debate
quando? Dia 08/06, terça-feira às Horário: 22h30 - ao vivo
reprises: quarta-feira à 01h30, quinta-feira às 14h, sábado às 13h

fonte: A Capa

Spray aplicado antes do sexo promete o fim da ejaculação precoce

Três em cada dez homens sofrem comejaculação precoce. Um spray com analgésico que promete tratar o problema foi um dos destaques no Congresso Americano de Urologia.

De acordo com os pesquisadores, o spray deve ser aplicado cinco minutos antes da relação sexual.

O medicamento ainda está em fase detestes, já que alguns participantes da pesquisa reclamaram de ardência no pênis. O produto, que não foi aprovado pela agência americana que regula remédios e alimentos, só deve chegar ao mercado em 2012.

fonte: Cena G

Cantor Dinho Ouro Preto defende os gays

Cantor abriu o jogo em revista para público gay.

cantor Dinho Outro Preto O cantor Dinho Outro Preto defende os direitos dos gays e ainda o aborto e a legalização das drogas. Ele também lembra como foi participar como simpatizante no lançamento da sigla GLS em 1994. As revelações fazem parte da entrevista que o cantor concedeu para a revista "Junior" que já está nas bancas. O ensaio sensual tem inspirção na Copa do Mundo e traz cinco modelos batendo o maior bolão nas areais do Rio de Janeiro tendo como capitão do time o todo bom Felipe Tejeda.

fonte: Toda Forma de Amor

quinta-feira, 3 de junho de 2010

São Paulo: Shopping usa cavaletes para evitar reunião gay

Ativista denuncia preconceito e Prefeitura diz que bloqueio de calçada é irregular; em 2007, estabelecimento já havia sido questionado pelo MPF

Tradicional ponto de encontro de jovens gays da zona leste de São Paulo, o Shopping Metrô Tatuapé tomou medidas que acabaram com as reuniões do grupo ? entre 200 e 400 pessoas ? dentro da área do estabelecimento. Entre elas está a colocação de faixas isolantes e cavaletes na calçada da rua atrás do shopping, mesmo sem autorização da Subprefeitura da Mooca e da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

Os cavaletes irregulares limitaram os encontros a uma faixa de 1,5 metro ao longo da calçada, forçando a dispersão do grupo. Entre 2003 e 2009, os jovens ? de idades entre 15 e 20 anos ? se reuniam no shopping sempre às segundas-feiras. Ao longo do tempo, eles foram impossibilitados de usar áreas do estabelecimento ? primeiro, a praça de alimentação foi proibida; depois, foram isolados em uma área fechada com faixas.

Outra medida adotada foi isolar com correntes duas áreas de estar na entrada do shopping. No local, havia mesas e cadeiras, também retiradas. E o estacionamento, outro refúgio dos jovens, foi alugado a uma locadora de veículos. Com isso, no início do ano o grupo transferiu o encontro para a via atrás do shopping, a Rua Domingos Agostim.

Polêmica. Órgãos de defesa dos direitos humanos apontam "indícios de discriminação". "É homofobia reincidente do shopping, primeiro ao isolar o grupo em um cercado com fita, e agora ao dispersar de vez o encontro", diz o coordenador geral da Coordenadoria de Diversidade Sexual (Cads), Franco Reinaudo. Em 2007, após denúncias de discriminação, o shopping fechou acordo com o Ministério Público Federal para capacitar funcionários contra homofobia.

A direção do Shopping Metrô Tatuapé afirma que "nenhuma medida foi adotada para afastar qualquer público, mas para garantir o crescimento e a melhoria constante do shopping".

Participantes do encontro se dividem em relação às medidas. "Sempre houve implicância, então nem assustou que nos impeçam de ficar ali. Mas nos sentimos inseguros, aumentou o número de assaltos", disse o estudante Anderson, de 17 anos. Para a teleoperadora Lays dos Santos, de 20 anos, os encontros na rua estão "mais organizados". "Há menos brigas", disse.

A Cads afirma que vai investigar as condições do encontro e, segundo a Subprefeitura da Mooca, o shopping foi notificado sobre os cavaletes colocados em cima da calçada.

fonte: Estadão

Modelo brasileiro é selecionado para programa de TV gay nos EUA ‎

Rodiney Santiago irá participar do reality show Logo, da MTV

Rodiney em uma de suas fotos como modelo no site My Space Um reality show que acompanha a vida de homens gays ricos e bem sucedidos terá a participação de um brasileiro. O modelo Rodiney Santiago foi selecionado para participar do programa The A List: New York.

O show estreia no segundo semestre no canal Logo, da MTV. Além de modelos, outras pessoas residentes em NY participam do programa.

Rodiney namora o ator e modelo Reichen Lehmkuhl, que também participa do programa.

O fotógrafo de celebridades Mike Ruiz, que tem entre suas clientes Tyra Banks e Dolly Parton, também foi escalado para a atração.

fonte: clicRBS

Novas regras mantêm proibição de gays doarem sangue

Proposta do governo proíbe doação de homens que fazem sexo com homens

Especialistas dizem que proibição à doação de sangue por homossexuais ainda é necessária, mas ativistas protestamApesar de protestos de ativistas, os homossexuais devem continuar proibidos de doar sangue no Brasil. As novas regras sobre o assunto, que foram propostas nesta quarta-feira (2) pelo Ministério da Saúde, continuam vetando a participação de homens que tenham feito sexo com outros homens nos 12 meses anteriores à doação, mesmo que eles usem camisinha.

O ministério publicou no Diário Oficial da União uma proposta sobre as regras de doação de sangue, que agora entra em consulta pública por 60 dias, para que a sociedade dê sugestões sobre o tema. O governo vai receber sugestões e alterações da comunidade científica e outras organizações, mas a última palavra sobre o assunto ficará mesmo com a administração federal.

De acordo com o texto, deve ser considerado inapto temporário para a doação o "homem que tenha tido relação sexual, oral ou anal, ativo ou passivo, com outro homem", independentemente da orientação sexual. Também não podem doar sangue as mulheres que tenham feito sexo com esses homens. A resolução anterior, feita pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em junho de 2004, continha a mesma proibição, mas não detalhava o tipo de relação (oral, anal, passiva ou ativa). 

Em geral, as relações de sexo anal, também praticadas por heterossexuais, apresentam mais riscos de transmissão de HIV, em razão de o tecido da área ser mais sensível do que o da vagina.
A justificativa da Anvisa para limitar especificamente esse público são estudos que indicam que a prevalência do HIV é maior entre os gays, apesar de o contágio do HIV estar equilibrado entre heterossexuais e homossexuais. A agência reguladora diz que "todos os trabalhos" apontam que esse tipo de proibição ainda é necessária.

– A prática sexual entre homens que fazem sexo com outros homens está associada a um risco acrescido de contaminação pelo HIV. Por isso, a exclusão desses [homens] na doação de sangue essa é uma medida que certamente contribui na proteção dos receptores de transfusão de sangue, ao diminuir o risco de transmissão do HIV.

Médico diz que limitação dá segurança para o receptor
Sérgio Barroca Mesiano, presidente do Congresso Brasileiro de Hematologia e Hemoterapia, diz que esse tipo de restrição ainda é necessária e que é preciso fazer mais estudos para que uma eventual liberação seja feita de modo segura. O hematologista diz que os testes a que são submetidas as amostras de sangue não são 100% seguros, por isso é necessário restringir o público doador.

– Essa limitação está fundamentada em trabalhos científicos, mesmo recentes, feitos em países da Europa e dos Estados Unidos. Ainda se considera que há um risco aumentado nesse grupo de pessoas. Não se trata de uma atitude discriminatória, já que outros grupos, como usuários de drogas, por exemplo, também não podem doar. O objetivo é justamente preservar quem vai receber a doação.

Mesiano reconhece que grande parte dos gays adotam práticas de sexo seguro, com o uso de preservativo, e têm um número limitado de parceiros. Entretanto, para ele, uma entrevista de cinco a dez minutos realizada antes da doação não é suficiente para indicar esse tipo de diferença. Para proteger o receptor do sangue e o profissional de saúde responsável pela coleta, é necessário fazer a proibição total.

Segundo o médico Francisco Hideo Aoki, professor de Infectologia da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), para avaliar se esse grupo está mais exposto à infecção pelo vírus da Aids, seria preciso analisar como são os relacionamentos, ou seja, se o indivíduo é ativo ou passivo na relação e se ele usa ou não o preservativo.

Aoki afirma que “idealmente” faz sentido manter as restrições aos grupos de risco, pois, como as informações sobre os possíveis doadores são reunidas por depoimentos, há o risco de esses dados serem falsos. No entanto, o infectologista da Unicamp afirma que essas proibições não devem se limitar a esse grupo.

– Isto vale para qualquer tipo de relacionamento sexual, incluindo o heterossexual exclusivo. [Os indivíduos devem ser] desestimulados a serem doadores de sangue na medida em que tenham comportamentos de risco, com relacionamentos sexuais desprotegidos.

Ativistas dizem que restrição é injusta
Entretanto, para José Carlos Veloso, vice-presidente do Gapa-SP (Grupo de Apoio à Prevenção à Aids), se a Anvisa tiver um controle rigoroso do sangue doado, não é necessário restringir os homossexuais nem aqueles que tenham tatuagens ou mais de um parceiro.

– A Anvisa diz que tem controle sobre o sangue, então não faz sentido restringir, porque isso só reforça o preconceito sobre essas pessoas. Tem muito homossexual que não é soropositivo, que pratica a fidelidade e que usa preservativo. Não é nivelando por baixo que se resolve essa questão.

Rodrigo Pinheiro, presidente do Fórum de Ong/Aids do Estado de São Paulo, diz que a restrição deveria ser retirada, pois ela “estigmatiza muito mais essa população”.

– Temos que trabalhar com a inclusão e não com a exclusão. Isso com certeza é uma forma de preconceito e não pode estar contextualizada dessa forma, pois hoje a Aids está em todas as camadas sociais e não apenas nesse grupo.

Mario Angelo Silva, coordenador do Polo de Prevenção de DST/Aids da Universidade de Brasília, também é contra a proibição. Ele aponta que, em vez de eliminar esse grupo, o governo deveria investir em testes mais seguros para a doação de sangue. O momento da doação, diz ele, poderia inclusive servir para que os doadores recebessem aconselhamento sobre práticas sexuais seguras e prevenção à Aids.

fonte: R7

Mr. Gay Brasil diz que foi vítima de homofobia em restaurante

Mr. Gay Brasil, Thiago Silvestre diz que sofreu homofobia dentro de restaurante em Cuiabá

Thiago Silvestre , Mr. Gay Brasil 2009 Eleito Mr. Gay Brasil 2009, Thiago Silvestre diz ter sido vítima de homofobia no último dia 21 dentro do restaurante e lounge Canela Fina, em Cuiabá, cidade onde ele mora. Segundo o moço, a promoter do local, Karina Nogueira, teria o chamado para uma conversa onde teria pedido para que ele e seu amigo, também gay, mantivessem “o nível da casa para não ser obrigada a retirá-los”.

Thiago diz que estava com amigos no Canela Fina e não estava fazendo nada que depusesse contra seu bom comportamento. À polícia, ele disse que a chamada de atenção que levou foi simplesmente por sua orientação sexual. Ele diz ainda que Karina sabia que ele é o Mr. Gay Brasil e que usava, inclusive, no dia, uma camiseta da campanha “Não Homofobia” assinada pelo estilista Rogério Figueiredo.

“Estávamos numa roda de amigos inclusive alguns heterossexuais, casados, pessoas conhecidas em Cuiabá, advogados etc. Em nenhum momento houve nada que pudesse justificar a repreensão, nenhum desentendimento com quem quer que fosse, nem troca de carícias, nada. Fomos em mais ou menos cinco amigos, para um ambiente aberto para fumar e foi quando fui abordado pela promoter”, conta o Mr. ao Mix.

A promoter teria alegado que Thiago e seus amigos estavam “incomodando umas meninas na festa. Disseram que vocês estão mexendo com elas”, mas não quis identificar quem eram elas dizendo que eram pessoas que não mereciam crédito. Ele foi à polícia e registrou um Boletim de Ocorrência sobre o caso.

A reportagem do Mix entrou em contato por telefone com Karina e obteve a seguinte resposta: “não sei do que se trata, não tenho o que te falar”.

fonte: Mix Brasil

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