terça-feira, 26 de julho de 2011

Pastor Silas Malafaia agradece ativistas gays por processo contra ele

Com ironia, o pastor faz agradecimento à militância LGBT

Como prometeu pelo Twitter, o pastor líder da igreja Assembleia de Deus, Silas Malafaia, usou o espaço que compra na Bandeirantes para exibir seu programa e agradeceu aos ativistas gays. Mas é claro que se trata de uma ironia, pois no caso Malafaia agradece o pedido da militância para cassar o registro dele como psicólogo no Conselho Federal de Psicologia (CFP), que está analisando a defesa do religioso.

No programa do último sábado, 23, que foi reprisado na manhã desta terça-feira, 26, o pastor diz que os ativistas LGBT provam que são intolerantes ao querer impedir que Malafaia atue como psicólogo – e continue tentando “curar” gays de sua homossexualidade, prática condenada pelo próprio CFP.

Usando da retórica que o transformou em um dos três líderes religiosos mais poderosos e influentes do Brasil, Malafaia inverte o jogo e diz que “os grupos mais intolerantes da pós-modernidade são os ativistas gays. Eles querem calar qualquer um que se levante para criticar a conduta homossexual”.

Confira:



fonte: MixBrasil

Chile: Grupo faz propaganda anti-união homossexual

grupo chileno anti-gayA organização Transforma Chile fez dois vídeos para criticar o reconhecimento das uniões entre homossexuais.

Esses dois vídeos convidam o público para participar de um ato denominado “Marcha pelos valores e a família”, que vai acontecer no próximo sábado (30).

Em um dos vídeos, uma mulher grávida “conversa” com a filha em gestação dizendo que a ama. No final, a propaganda é: “Creio que duas mulheres podem viver juntas”.

Em outra, pai e filhos são mostrados juntos com a frase: “Creio que dois homens podem se amar”.

A campanha é intitulada “Creio nesta família, minha família”. Como imagem, um pai, uma mãe e dois filhos.



fonte: Cena G

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Jean Wyllys para revista Época: “O discurso da Igreja Católica me ofende profundamente”

O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) é o entrevistado desta semana pelos leitores da revista "Época". O parlamentar, que foi o vencedor do Big Brother Brasil em 2005, cumpre seu primeiro mandato na Câmara dos Deputados e é o principal integrante da Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT.

Um dos leitores questionou Jean Wyllys do por que, sendo baiano e sempre lutando pelos direitos dos homossexuais na Bahia, ele foi para o Rio de Janeiro se candidatar.

Jean Wyllys 5"Primeiro porque sou livre e porque as fronteiras do Rio não estão fechadas a pessoas de outros Estados que decidam construir ou reconstruir suas vidas aí; segundo porque, quando decidi me candidatar, já morava no Rio há quase seis anos e, portanto, havia transferido, para o Rio, o meu domicílio eleitoral e, no Rio, eu pagava meus impostos; terceiro porque o Rio não é feito só de fluminenses aí nascidos, mas também por centenas de milhares de migrantes nordestinos, inclusive baianos, que escolheram o Estado para viver e com o qual colaboram com seu trabalho (basta olhar para a Rocinha e para o Complexo da Maré)", explicou o deputado.

Jean afirmou ainda que "o Rio tem a tradição de eleger políticos não-fluminenses como Brizola [ex-governador Leonel Brizola, 1922-2004, gaúcho], Gabeira [ex-deputado federal Fernando Gabeira, mineiro] e Lindberg Farias [senador, paraibano]". O parlamentar ainda fez questão de ressaltar que sendo deputado federal, legisla para a federação e não apenas para o Estado do Rio.

Em uma das perguntas, um leitor usou o termo "opção sexual" para saber de Jean se quando ele atuava em comunidades da Igreja Católica ele era assumido. "Assumi minha orientação sexual (a homossexualidade definitivamente não é uma opção ou uma questão de opção; assim como a heterossexualidade, é tecida numa relação íntima entre natureza - genética e biologia - e cultura) aos 16 anos de idade", declarou. "Em rede nacional, apenas disse e mostrei uma identidade sexual que já havia assumido há anos. Aos 16, me afastei do movimento pastoral da igreja católica e da comunidade eclesial de base, não porque havia sido discriminado lá, mas porque havia sido aprovado para a Fundação José Carvalho, um colégio interno filantrópico e de referência voltado para alunos de escolas públicas da Bahia que tivessem média acima de 8", explicou o deputado.

Apesar de não ter sofrido discriminação na Igreja Católica, Jean afirma que o discurso da instituição o ofende profundamente. "Me afastei da Igreja Católica de uma forma geral porque o discurso da instituição principalmente acerca da homossexualidade - principalmente aquele proferido por sua ala conservadora, que é a maioria - me ofende profundamente, assim como me ofendem a tentativa da Igreja de destituir a mulher dos direitos sobre seu corpo e a proibição do uso da camisinha. Não concordo que a homossexualidade seja um pecado. E acho pouco cristão proibir o uso da camisinha quando na África as pessoas estão morrendo como moscas por causa da Aids".

Durante a entrevista, o deputado respondeu que "informação de qualidade e canja de galinha não fazem mal a ninguém" para explicar que não se apega apenas à bandeira da defesa dos homossexuais. "Qualquer consulta básica ao site do meu mandato ou qualquer acompanhamento um pouco mais atento de minha atuação parlamentar pela TV Câmara ou pelo site da Câmara vai mostrar que eu não me apego apenas à bandeira da defesa dos homossexuais".

"Informação de qualidade e canja de galinha não fazem mal a ninguém. Só para ter uma ideia, todos os projetos que votei ou audiências públicas que propus na Comissão de Finanças e Tributação nada têm a ver com a questão da homossexualidade; têm a ver com os direitos dos consumidores, dos contribuintes, dos idosos, dos servidores públicos etc. Mas ainda que eu me apegasse apenas a essa bandeira, isso não deveria ser um problema já que os homossexuais até então nunca contaram com um parlamentar que defendesse seus direitos sem ressalvas ou senões (e olha que LGBTs correspondem a 10% da população - estatística subestimada) e já que existem outros deputados que se dedicam a apenas um tema e nem por isso são patrulhados. Além disso, é preciso que se entenda que 'os problemas e as injustiças do Brasil' deveriam ser mais uma preocupação do poder Executivo, seja em nível federal, estadual ou municipal; logo cobranças como essa deveriam ser dirigidas mais ao presidente, aos governadores e aos prefeitos", completou.

Por fim, Jean Wyllys afirmou que suas perspectivas quanto a aprovação do PLC - projeto de lei que criminaliza a homofobia e ganhou modificações - estão melhores. "As perspectivas melhoraram um pouco. O projeto se transformou: ganhou um apensado cujo texto está sendo construído pela Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT e, depois de submetido às diferentes representações do movimento LGBT, será discutido tanto na Câmara quanto no Senado com as bancadas evangélicas. A ideia é que se chegue a um acordo que não seja ruim para os LGBTs e assegure a livre expressão religiosa e que permita que o projeto seja votado até outubro".

fonte: A Capa

Associação gay ganha status consultivo junto à ONU

onuO Conselho Social e Econômico da Organização das Nações Unidas (ECOSOC ONU) garantiu a ILGA (Associação Internacional Lésbica, Gay, Bissexual, Transexual e Intersexual) o status de conselho consultivo, o que permite a ONG participar dos programas e objetivos da ONU, falar em seu próprio nome e atuar como consultora para governos e secretariados.

30 países votaram a favor do status consultivo (Índia, Itália, Japão, Letônia, Malta, México, Mongólia, Nicarágua, Noruega, Peru, Coreia do Sul, Eslováquia, Espanha, Suíça, Ucrânia, Reino Unido, Estados Unidos, Venezuela, Argentina, Austrália, Bélgica, Canadá, Chile, Equador, Estônia, Finlândia, França, Alemanha e Hungria), 13 foram contra (Iraque, Marrocos, Namíbia, Paquistão, Qatar, Rússia, Arábia Saudita, Senegal, Bangladesh, Camarões, China, Egito e Gana) e 6 se abstiveram de votar (Guatemala, Ilhas Maurício, Filipinas, Ruanda, Bahamas e Costa do Marfim).

"Esse é um dia histórico para a nossa organização, que cura uma ferida de 17 anos", disse o co-secretário geral da ILGA, Renato Sabbadini, durante entrevista coletiva em Genebra, na Suíça, onde ocorreu a votação.

Pedro Paradiso Sottile, secretário para América Latina e Caribe da ILGA, disse que conceder status consultivo à entidade é "um ato de justiça e razão para a comunidade internacional se orgulhar". "Nós acreditamos que esse status ajudará nossos ativistas ao redor do mundo em suas missões", falou Sottile.

No Brasil, a ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Transexuais e Transgêneros) ganhou status consultivo junto à ONU em 2009.

fonte: A Capa

São Paulo: Secretaria de Saúde lança site de prevenção pós-contato com vírus HIV

No começo deste mês, a Coordenação Estadual DST/Aids-SP, ligada à Secretaria de Estado da Saúde, lançou um site específico relacionado à profilaxia pós-exposição ao vírus HIV. O método consiste na prevenção da infecção pelo vírus HIV utilizando-se os medicamentos que fazem parte do coquetel para tratamento da Aids.

"A população de gays e outros homens que fazem sexo com homens e travestis tem preferência no acesso a esse atendimento de urgência, uma vez que a proporção de pessoas com HIV nesse segmento populacional é superior à população geral", comenta a infectologista Denize Lotufo, coordenadora da rede de quimioprofilaxia no estado de São Paulo.

Esses medicamentos precisam ser tomados por 28 dias, sem interrupção, para impedir a infecção pelo vírus HIV, sob orientação médica. Essa forma de prevenção já é usada com sucesso em casos de violência sexual e de profissionais da área da saúde que se acidentam com agulhas e outros objetos cortantes contaminados.

"Este método é indicado para pessoas que possam ter entrado em contato com o vírus recentemente, por meio de relação sexual desprotegida, ou seja, sem camisinha", explica Maria Clara Gianna, coordenadora do Programa Estadual DST/Aids-SP.

O site fornece orientação geral para casos de exposição ao vírus. O uso do medicamento deve ser iniciado o mais cedo possível. "O ideal é que a pessoa comece a tomar a medicação em até 2 horas após a exposição ao vírus, e no máximo em 72 horas. A eficácia diminui à medida que o tempo passa", declara a a médica Denize Lotufo. É importante ressaltar que a existência desses métodos não reduz de forma alguma a importância do uso de preservativos em relações sexuais.

O site contém endereços de mais de 300 serviços cadastrados onde a profilaxia encontra-se disponível e também as dúvidas mais frequentes. Você também pode informar-se por meio do Disque DST/Aids: 0800 16 25 50.

site: http://www3.crt.saude.sp.gov.br/profilaxia/hotsite/

fonte: A Capa

Estados Unidos: Grupo conservador tenta impedir casamentos gays em Nova York

Uma associação conservadora nova-iorquina apresentou nesta segunda-feira uma queixa na justiça para tentar impedir a realização de casamentos entre pessoas do mesmo sexo no estado de Nova York, 24 horas depois que a lei que permite esse tipo de união entrou em vigor.

A associação New Yorkers for Constitutional Freedoms (NYCF) apresentou a demanda junto à Suprema Corte do condado de Livingston (noroeste de Nova York), indicou uma porta-voz da organização à AFP.

Os reverendos Jason McGuire e Duane Motley e o rabino Nathaniel Leiter assinam a demanda na qual denunciam que as lei que permite os casamentos homossexuais foi adotada "em violação a leis de Nova York sobre reuniões abertas", segundo um comunicado.

O processo enumera também outros vícios de forma, como "a suspensão do procedimento normal de voto do Senado para evitar que os senadores que se oponham à lei falassem" ou "o não cumprimento dos procedimentos do Senado que requerem que um projeto seja enviado às comissões apropriadas antes de serem apresentados a voto".

"Se violarem liberdades constitucionais. Agora, vamos pedir à corte para intervir, no seu papel de revisora de uma legislatura estatal fora de controle", afirmou o reverendo Jason McGuire num comunicado.

"É lamentável que senadores do Estado optassem por proteger os interesses pessoais ao invés dos das pessoas que o elegeram", acrescentou.

Nova York começou a celebrar na manhã de domingo os primeiros casamentos entre gays da sua história, num dia marcado pelo recorde de bodas realizadas na cidade, depois que entrou em vigor a lei que permite este tipo de união em um dos estados mais populosos do país.

O Estado de Nova York se tornou no dia 24 de junho o sexto e maior estado do país a autorizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo, após uma apertada votação no Senado que pôs fim às difíceis negociações entre democratas e republicanos.

O prefeito Michael Bloomberg e a presidente do Conselho Municipal, Christine Quinn -uma homossexual militante-, tinham anunciado no começo de julho que a cidade faria um esforço excepcional e abriria os serviços municipais neste domingo para enfrentar o fluxo esperado.

Os casamentos foram realizados nos cinco distritos da cidade: Manhattan, Bronx, Staten Island, Queens e Brooklyn.

A NYCF foi criada em 1982 por um grupo de pastores "preocupados com as liberdades religiosas e os valores morais no Estado de Nova York".

fonte: AFP

Lady Gaga estaria usando medicamento anti-calvície

Lady Gaga MTVA cantora pop Lady Gaga está usando o medicamento anti-calvície Rogaine, após as trocas constantes de cores terem destruído seus cabelos, segundo o jornal inglês The Sun. A americana costumava usar perucas para esconder os danos que o seu estilo provocou ao couro cabeludo ao longo dos anos.

Mas agora Gaga está determinada a reverter os estragos. Uma fonte disse que "com o passar dos anos, Lady Gaga colocou os cabelos sob alto nível de estresse. Ela espera que o medicamento possa reparar os danos".

fonte: Terra

Grupo religioso afirma ser capaz de “curar” gays

Em 1990, a Organização Mundial da Saúde retirou a homossexualidade da lista de doenças, mas mesmo assim, alguns grupos no Brasil continuam promovendo a “cura” da homossexualidade.

Um exemplo deste absurdo é a organização cristã Exodos Brasil, que tem por objetivo prestar apoio aos líderes evangélicos que ainda não sabem como tratar os homossexuais que estão dentro das igrejas.

A Exodos prepara a igreja para trabalhar com a questão da homossexualidade, oferecendo treinamento e orientação, com bases bíblicas, para a formação de ministérios que orientam pessoas que querem “deixar esse tipo de prática”.

fonte: Cena G

Calvin Klein é flagrado aos beijos com namorado de 21 anos

Calvin Klein e namorado 1O verão é uma estação quente em todos os sentidos para o estilista Calvin Klein. Ele, aos 68 anos, foi clicado aos beijos com seu namorado após almoço em Nova York na última semana. O garoto que mexeu com o profissional da moda é Nick Gruber, um modelo. Atualmente o bonitão é aluno de uma universidade de San Francisco, na Califórnia.

Gruber, de apenas 21 anos, tem acompanhado o estilista, de 67 anos, em inúmeras premiações. Porém, antes de ser alçado ao posto de acompanhante de estrela no tapete vermelho, ele passou por uma boa recauchutagem. Línguas afiadas afirmam que o loirinho colocou botox no rosto, passou por uma cirurgia de correção dos dentes e colocou lentes de contato, entre outras transformações.

Calvin Klein e namorado 2

fonte: G.Online

Moderação na temática gay não põe a Globo no armário

Nos temas polêmicos, as novelas da Globo sempre testaram os limites da tolerância do espectador – e deram um passo atrás quando ele se mostrou chocado. Não é diferente em 'Insensato Coração'

globo_novo_logo_grandeAssunto que marcou a semana, a moderação da temática gay em Insensato Coração, de Gilberto Braga e Ricardo Linhares, não é, como pode parecer à primeira vista, um retrocesso da Globo. É, antes, uma decisão em linha com o histórico das novelas da emissora, que sempre testaram os limites de tolerância do espectador, contribuindo para a pauta de debates públicos (confira lista abaixo), mas sempre recuaram quando o público começou a se escandalizar. Foi assim que, ao longo dos anos, a Globo abordou temas como divórcio, alcoolismo, emancipação da mulher, violência doméstica - e que vem retratando a homossexualidade em quase todas as novelas, sem precisar hastear a bandeira do arco-íris.

A novela das oito – agora das nove – da Rede Globo não é apenas o produto de massa mais bem sucedido do país. As tramas exibidas nessa faixa são quase uma instituição cultural entre os brasileiros. Afinal, o horário nobre só recebe este nome porque coincide com um dos únicos períodos do dia em que a maioria das famílias consegue se reunir, no fim da jornada que costuma incluir trabalho e estudos. Ciente dessa penetração, e, é claro, das vantagens comerciais que ela lhe proporciona, a emissora procura agradar ao público amplo que a assiste, sem deixar de estimular discussões que tomam o país, com efeitos positivos para a sociedade, e se revertem em audiência, igualmente positiva, para o canal.

Atualmente, a temática gay tem acompanhado a sobremesa noturna dos telespectadores deInsensato Coração. Desta vez, porém, o debate sobre o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo – os personagens Eduardo (Rodrigo Andrade) e Hugo (Marcos Damigo) – extrapolou os limites domésticos, quando a Globo decidiu reduzir o espaço do romance homossexual na trama. Militantes do movimento gay chiaram publicamente, acusando a emissora de censura.

O discurso militante é inflamado, mas não preciso, já que nos últimos anos, personagens gays se tornaram quase onipresentes nos folhetins da Globo. E que, na própria Insensato Coração, mesmo com a redução do espaço dedicado à  temática, a homossexualidade é tratada de maneira inédita. Não há apenas o gay sofredor, vítima do preconceito da sociedade, ou o gay caricato, feito para protagonizar cenas de humor. Há gays diversos: há o advogado recatado da ex-reality show Natalie Lamour (Deborah Secco), o professor universitário bem-resolvido (o já citado Hugo), o garçom espevitado que paquera estrangeiros em Ipanema (Chicão, vivido por Wendell Bendelack), o promoter que adota todas as gírias do mundo gay (Roni, de Leonardo Miggiorin) e, finalmente, o executivo enrustido que se esforça para sair do armário (o também já mencionado Eduardo).

Essa diversidade representa uma mudança significativa na forma como a TV costuma retratar homossexuais. Mas soou exagerado para a emissora mostrar cenas em que o casal Eduardo e Hugo sai de um motel – um dos trechos do roteiro que tiveram sua veiculação vetada pela emissora. Ora, falar sobre o casamento entre gays ainda pode ser algo incômodo nas salas de estar no Brasil. Se a máxima de que as novelas espelham a sociedade é verdadeira, Insensato Coração simplesmente cumpriu o papel do folhetim.

fonte: Veja

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