segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Bahia: Travesti de 45 anos é morta a tiros

Grupo de extermínio pode ter assassinado travesti na cidade baiana de Ipira

A Polícia Civil de Ipira, na Bahia, está investigando o assassinato da travesti Gretchen de Ogum, 45, nascida de Lírio dos Santos Silva. Ela foi assassinada no último dia 24 por volta das 16h no Centro de Abastecimento, centro da cidade. Gretchen foi atingida por tiros quando estava dentro de seu carro.

A suspeita é que os dois rapazes que atiraram contra ela sejam de um grupo de extermínio conhecido na cidade como “Motoqueiros Pretos”. Segundo informações do Grupo Gay da Bahia (GGB), o caso de Gretchen seria o sétimo ou oitavo da lista do bando, que tem aterrorizado os outros LGBT de Ipira.

fonte: MixBrasil

Atriz americana assume homossexualidade em evento gay

Amber HeardA atriz Amber Heard assumiu sua homossexualidade durante um evento na última sexta-feira (3). A atriz apareceu no25º aniversário da ONG GLAAD (Gay & Lesbian Alliance Against Defamation), em Hollywood, acompanhada de sua namorada, Tasya van Ree.

Heard disse que perguntou a si mesma se, por ser enrustida, ela contribuía para que os "milhões de trabalhadores" não soubessem dos direitos que eles têm.

"Acho que o GLAAD é uma das muitas razões para que eu, que tenho 24 anos, possa sair (do armário)", opinou a atriz.

fonte: Cena G

São Paulo: Chutaram até o sangue escorrer, diz vítima de agressão na Paulista

Operador de telemarketing levou golpe na cabeça. Ele e amigo foram vítimas de agressão após sair de boate gay.

gilberto___O operador de telemarketing Gilberto Tranquilini da Silva e um colega dele, ambos de 28 anos, que foram vítimas de uma agressão nas proximidades do metrô Brigadeiro, na Avenida Paulista, na madrugada de sábado (4), prestaram depoimento nesta segunda-feira (6) no 5o Distrito Policial, na Liberdade, na região central da capital. Eles acreditam que o ataque foi motivado por homofobia.

No sábado, eles foram a uma boate gay na Rua dos Ingleses, na Bela Vista, na região central da capital. Ao deixar a boate, o amigo de Gilberto, que é estudante e pediu para não ser identificado, estava passando um pouco mal e pediu a ajuda do operador de telemarketing para chegar caminhando até o metrô. Eles estavam de mãos dadas quando se depararam com um grupo de quatro rapazes e duas moças na altura da Avenida Brigadeiro Luís Antônio.

“Eles gritaram: 'desgruda, desgruda'”, contou Gilberto. Depois disso, um rapaz empurrou o estudante, derrubando-o. “Eles deram vários chutes até o sangue escorrer da boca dele”, contou. Pouco mais à frente, o estudante desmaiou. Gilberto declarou ter levado uma “voadora na cabeça”.

O operador de telemarketing descartou que os agressores fossem skinheads, grupo conhecido por promover ataques contra homossexuais e nordestinos. “Estavam com roupas normais. Um tinha o cabelo com luzes e usava bermuda de surfista”, declarou.

agredido--falha-no-aparelhoGilberto disse que considera importante que as pessoas que forem vítimas de ataques semelhantes denunciem. “Só porque somos homossexuais não podemos andar de mãos dadas? Eu peço [para as vítimas de homofobia] que denunciem”, afirmou o operador de telemarketing quando chegava à delegacia.

Agressão gratuita
Ao chegar para depor, o estudante agredido afirmou que ainda está muito abalado. “Eu apanhei sem saber qual era o motivo pelo qual eu estava apanhando. Só pelo fato de eu ser gay? Só por isso eu apanhei. Estou muito abalado psicologicamente com tudo isso. (...) Foi muito covarde”, afirmou o rapaz.

O estudante afirmou que os agressores eram bastante violentos.“Na hora que eu caí no chão e desmaiei. Eu levei chutes, pontapés. Eles estavam com muita raiva mesmo e eu não sei qual era o motivo. [Bateram-nos] Só porque eu e meu amigo estávamos de mãos dadas”, declarou.

O rapaz ficou com a boca ferida na agressão e perdeu parte do aparelho que usa nos dentes. Apesar de não ter muitas marcas no rosto, ele disse que não sabe se ainda vai andar pela Paulista. “[Nesse momento a agressão] Dói mais na alma e no coração”, declarou.

Logo após a agressão, os dois foram levados para o hospital e, por isso, tiveram que voltar à delegacia nesta segunda. A polícia trata o caso como lesão corporal e tenta localizar câmeras de segurança que possam auxiliar na investigação. Os investigadores ainda não têm pistas dos agressores.

O caso foi registrado pelo 5o DP, o mesmo distrito policial que registrou ataques feitos por um grupo de rapazes na Avenida Paulista, em 14 de novembro. Em um dos ataques, os garotos utilizaram uma lâmpada para ferir uma das vítimas no rosto. Pelo menos três pessoas ficaram feridas. Quatro suspeitos, adolescentes, foram internados na Fundação Casa. Um rapaz de 19 anos, também suspeito de participar do mesmo ataque, continua em liberdade.

Indicado ao Grammy, Adam Lambert quer mudar imagem

Gay assumido, cantor Adam Lambert é indicado ao Grammy

Adam LambertDepois da derrota no programa American Idol, o talentoso cantor Adam Lambert, cuja sexualidade nunca foi segredo para ninguém, começa a colher seus primeiros frutos. Ele acaba de ser indicação ao Grammy na categoria Melhor Performance Pop Masculina, pelo single Whataya Want From me”.

Extremamente feliz com a indicação logo no primeiro trabalho, Adam garantiu ao Hollywood Repórter que sempre acreditou no hit e que quer se livrar do rótulo de calouro. “Estou tão entusiasmado! SDabia que a canção ia ser uma faixa-chave no álbum. Espero que agora, depois de todo o trabalho duro que tive durante o ano passado, a nomeação me dê credibilidade como um verdadeiro cantor na indústria e talvez ajude apagar o estigma que vem de ter ganho notoriedade através de um programa televisivo.”

A cerimônia  de entrega dos Grammys está marcada para 13 de fevereiro de 2011.

fonte: MixBrasil

A cada 12 dias uma transexual é operada no Brasil

Ministério da Saúde informa que uma transexual é operada a cada 12 dias

Muito mais que exceções, um número causou surpresa ao falar sobre transexuais no Brasil. Isso porque, de acordo com dados do Ministério da Saúde, uma transexual faz a cirurgia de transgenitalização, a mudança de sexo, a cada 12 dias pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Foram 60 cirurgias em 2 anos.

Segundo reportagem do jornal O Globo, a contagem teve início em agosto de 2008, ano em que o governo federal permitiu que transexuais tivessem o direito de serem operadas em hospitais públicos.

São quatro hospitais credenciados no Brasil: Hospital Universitário Pedro Ernesto (Rio de Janeiro), Hospitais das Clínicas das universidades Federais do Rio Grande do Sul e Goiás, e da Universidade de São Paulo.

Mas engana-se quem pensa que todo o procedimento é simples. A cirurgia só é feita depois de um longo acompanhamento do paciente por uma junta médica que pode levar até dois anos.

fonte: MixBrasil

Dr. Dráuzio Varella defende homossexuais e chama pastores homofóbicos de nazistas

Dráuzio VarellaNo artigo publicado no sábado (4) na Folha de S. Paulo, um dos médicos mais influentes no Brasil, Dr. Dráuzio Varella, defendeu o respeito irrestrito à liberdade de orientação sexual e identidade de gênero.

Num trecho, Varella diz que não há argumento para dizer que homossexualidade deva ser combatida porque Deus teria criado os órgãos sexuais para reproduzir. Se assim fosse, o beijo na boca deveria ser encarado do mesmo jeito, pois “Deus não teria criado a boca para comer?”.

Em outro momento, “Os pastores de almas que se opõem ao casamento entre homossexuais têm o direito de recomendar a seus rebanhos que não o façam, mas não podem ser nazistas a ponto de pretender impor sua vontade aos mais esclarecidos.”

fonte: Cena G

São Paulo: ‘Estou com medo de andar na Paulista’, diz vítima de nova agressão

Vendedor de 28 anos contou como foi atacado neste sábado. Ele e amigo disseram ter sido agredidos porque são gays.

O vendedor de 28 anos que diz ter sido vítima de um novo episódio de agressão na Avenida Paulista, em São Paulo, disse que agora está com medo de andar pela via. Ele estava saindo de uma festa na madrugada de sábado (4) quando foi agredido por cinco jovens.

“Eu e o meu amigo saímos de uma balada, a gente estava lá na Paulista, ali próximo do Metrô Brigadeiro. Eu não tava muito bem, o meu amigo pegou, me deu a mão para me amparar. Nisso vinham cinco jovens e eles começaram a xingar a gente, dar chutes, murros, até a hora que eu caí  no chão, fiquei desacordado”, contou o rapaz, que não quis se identificar.

O amigo conseguiu correr. O vendedor desmaiou e foi levado para um pronto-socorro. Ele diz ter certeza de que foi agredido por ser gay. “Está cheio de monstros por aí, pessoas que não toleram nada com ninguém, que são super preconceituosas. Agora eu estou com medo de andar na Paulista. Estou com medo mesmo, com muito medo”, afirmou.

O vendedor e o amigo ainda não prestaram depoimento à polícia pois foram levados ao hospital, e os agressores não foram identificados. Ele não teve sequelas físicas da agressão, mas ficou traumatizado. “Muito humilhado, eu estou abalado psicologicamente ainda. Chorei muito hoje ainda. É uma coisa que não sai da minha mente.”

Este é o segundo ataque que acontece bem próximo à Estação Brigadeiro do Metrô. Em 14 de novembro, um grupo de rapazes atacou três pedestres na Paulista. Quatro suspeitos, adolescentes, foram internados na Fundação Casa. Um rapaz de 19 anos, também suspeito de participar dos mesmo ataques, continua em liberdade.

As imagens da agressão foram registradas pelas câmeras de segurança. Uma das vítimas foi hospitalizada. Minutos mais tarde, 300 metros a frente, mais violência. Com as marcas, o estudante Luiz Alberto Betonio contou como foi atacado.

“Eu pensei mesmo que eu ia morrer naquela hora. Eles estavam me batendo com uma brutalidade e falando coisas que nem um psicopata fala, com tanta gana de bater em alguém que eu falei: ‘eu vou morrer aqui’”, disse ele.

Neste sábado, outra vítima reconheceu o maior de idade e um dos adolescentes como sendo seus agressores em outra ocasião.

fonte: G1

domingo, 5 de dezembro de 2010

De terno e quilos a mais, filha transexual de Cher vai a evento gay

Chaz Bono esteve na festa de 25 anos da Glaad, associação que luta contra o preconceito.

Chaz BonoChaz Bono, a filha transexual de Cher, apareceu de terno e muitos quilos a mais na festa de 25 anos da Glaad, nesta sexta, 3, em Los Angeles, na Califórnia. A Glaad (The Gay and Lesbian Alliance Against Defamation) é uma organização que luta contra o preconceito com os gays.

fonte: EGO

Sérvia 'de Manaus' vence campeonato de vôlei exclusivo para homossexuais

Brasil perde para a Rússia nas semifinais e termina na quarta colocação. Campeões levaram para casa R$ 1000 e o troféu Arco-Íris da Superliga Gay

voleigay_servia_1Todos eram brasileiros, mas dividiram-se em equipes. O título acabou indo para a Sérvia, em final contra a Romênia, vencida por 3 a 0. O Brasil terminou em quarto, depois de perder para a Rússia, pelo mesmo placar. O figurino era curioso: shortinhos colados com frases como Beije-me e Aperte-me. Os campeões levaram para casa R$ 1000 e o troféu Arco-Íris da Superliga Gay de vôlei, única competição no Brasil voltada exclusivamente para os homossexuais. Manaus, cidade-sede, foi o palco da 19ª edição.

- Desde o ano passado a Prefeitura acredita no evento, e isso mostra que nós não temos preconceito e que acreditamos no esporte, acima de tudo. Se quisermos transformar Manaus na capital brasileira da prática esportiva, temos que investir em todas as modalidades, independente de cor, credo, religião ou orientação sexual. Vencer o preconceito é a maior barreira, mas a Secretaria faz o seu melhor e existe para levar o esporte para todo mundo - disse o secretário municipal do Desporto e Lazer, Fabrício Lima.

voleigay2_servia_divO Mundial feminino de vôlei, no Japão, consagrou a Rússia, time em que joga a gigante Gamova. Em Manaus, o time russo viu a aposentadoria de sua maior estrela: Daniel, chamado de “Imperatriz Amazonense”.

- Eu já jogo há 11 anos na Liga, e estou me aposentando agora. Já ganhei tudo o que eu tinha para ganhar e já conquistei meus objetivos dentro do vôlei. Sou fundador da Rússia e o time surgiu pelo preconceito encontrado nas grandes equipes do Estado do Amazonas, mesmo motivo pelo qual a competição nasceu e hoje tem o status que tem.

fonte: Globoesporte.com

São Paulo: Av. Paulista tem nova agressão a homossexuais

Um estudante e um operador de telemarketing, ambos de 28 anos, foram agredidos na madrugada deste sábado na avenida Paulista, zona central de São Paulo. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), os jovens disseram que apanharam por serem homossexuais.

Os dois foram socorridos e levados ao pronto-socorro Vergueiro, onde foram atendidos. Um deles ainda permaneceu no hospital, em observação. Segundo a SSP, por enquanto, nenhum agressor foi identificado.

O caso foi encaminhado para o 5° DP (Aclimação), onde será investigado.

No último dia 14 de novembro, três homossexuais foram agredidos também na avenida Paulista. Um dos homens foi encontrado desmaiado.

fonte: Terra

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...