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terça-feira, 29 de outubro de 2013

Lady Gaga após se apresentar em boate gay de Londres: “Vocês continuam me inspirando”

Lady Gaga 12A noite gay de Londres contou com uma aparição surpresa no último final de semana. Lady Gaga resolveu se apresentar na boate Heaven/G-A-Y cantando a nova música “Venus”.

O “mini-show” foi improvisado rapidamente em um pequeno palco, causando disputa entre o público da boate para ver a cantora de perto. Logo depois da apresentação, Gaga foi ao Twitter agradecer ao carinho dos fãs gays.

"Tive uma noite ótima na G-A-Y de Londres. Depois de todos esses anos, vocês continuam me inspirando. Mal posso esperar pelo X-Factor amanhã de noite", escreveu. 

Confira abaixo a apresentação de Gaga na boate de Londres e em seguida sua participação no X-Factor.

fonte: A Capa

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Estados Unidos: Peça acusada de conteúdo homofóbico é cancelada pela Universal Studios

Peça acusada de conteúdo homofóbico é cancelada pela Universal Studios

supermanA GLAAD (Aliança de Gays e Lésbicas Contra a Difamação) resolveu criticar e denunciar uma das peças da Universal Studios por conter conteúdo homofóbico. Trata-se de um especial de Halloween baseado nos personagens Bill e Ted, vividos por Alex Winter e Keanu Reeves no filme de 1989.

A apresentação, que acontece em Los Angeles, foi descrita por um crítico da Vice como “bizarra”, devido as situações em que Bill e Ted passam ao ficarem perdidos na Terra de Oz. Para saírem de lá, os dois precisam matar quatro bruxas e pedem ajuda a um Super-Homem, que ao ter contato com um pó mágico se transforma em gay. 

"Após se tornar gay, a voz e postura do Super-Homem mudam. Seus lábios se contraem, seus polegares apontam para si, e seus pulsos amolecem. Sua nova voz se parece um homofóbico imitando Richard Simmons, com o frequente uso da palavra 'faaabuloso'", relatou o jornalista da Vice, Jamie Lee Curtis Taete.

superman sem camisa"Ele também arranca sua camisa. Porque homens gays odeiam camisetas tanto quanto eles odeiam mulheres. Bill e Ted, então, ficam decepcionados. Seu ânimo inicial por terem o Super-Homem ao seu lado se torna decepção, porque, obviamente, agora que ele é gay, não será de qualquer utilidade a eles. 'Quem poderia ser um Super-Homem pior', pergunta Bill. 'Ben Affleck?', responde Ted. Então, o Super-Homem agora manda beijos para Bill e Ted, dá tapa em seus traseiros. E, conforme faz isso, Bill e Ted dizem 'Ah, cara!', com vozes de nojo”, continuou o crítico.

Ao tomar conhecimento da peça, a GLAAD classificou o show de "antigay" e elogiou a decisão da Universal em cancelar a apresentação. "A NBC Universal tomou uma atitude forte e rápida em relação ao assunto, e também iniciou um diálogo produtivo sobre a programação de 'Bill & Ted' para assegurar que todos os visitantes do parque possam ter uma experiência boa", declarou, Wilson Cruz, representante da instituição.

fonte: A Capa

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Estados Unidos: Semana Gay de Esqui em Aspen terá casamento coletivo e muita festa para celebrar as uniões

esqui gayA próxima edição da Semana Gay de Esqui de Aspen promete um feito inédito: um casamento coletivo de casais homossexuais.

O evento será realizado dia 18 de janeiro no Colorado, estado americano que aprovou a união civil entre pessoas do mesmo sexo em maio deste ano.

A cerimônia será aberta e acontecerá às 11h na praça Wagner Park, no centro de Aspen. Parceiro desta edição, o The Limelight Hotel vai oferecer champanhe e bolo para todos.

Os casais que oficializarem a união ganham ainda ingressos para a famosa gôndola Silver, para comemorarem a união no topo da montanha de Aspen.

A Semana Gay de Esqui de Aspen, que acontecerá entre 12 e 19 de janeiro, surgiu em 1977 quando um grupo de amigos moradores da cidade e turistas decidiu organizar uma série de festas celebrando a diversidade. Hoje, o evento inclui exibições de filmes, aulas de esqui, drinques, jantares e concursos de fantasia. 

Toda a renda do evento é destinada às organizações LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transgêneros e Transexuais) locais.

fonte: A Capa

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Austrália: Companhia aérea pede desculpas pela frase “eu sou gay” escrita em mala de passageiro

jetstar gay australia malaA companhia aérea australiana Jetstar pediu desculpas a um passageiro neozalandês que recebeu sua mala com adesivos que formavam a frase “I am gay” (Eu sou gay), no aeroporto.

O passageiro contou que sua mala foi a primeira a aparecer na esteira de bagagens quando desembarcou em Perth, na Austrália. Indignado, ele postou, no domingo, 13, fotos da mala no Twitter e pediu explicações à empresa.

Depois, ele escreveu em seu blog, “One Sleepy Dad”, o que aprendeu com a situação e clamou por direitos iguais.

“Eu sou um homem heterossexual branco. Este trio de privilégios significa que eu não estou rotineiramente submetido ao preconceito. Mas por alguns minutos eu comecei a andar na pele de um gay em um lugar público”, escreveu o homem.

“Para mim, estes foram apenas poucos minutos de um dia da minha vida. Se o que eu senti por aqueles poucos minutos fosse extrapolado para cada dia ao longo da vida, então eu posso entender completamente por que nossos amigos gays se sentem perseguidos e por que eles têm esses altos índices de suicídio. É inaceitável”.

“É dito que as palavras não podem te machucar. Isso é verdade. Mas não são as palavras que ferem, é a intenção por trás delas. ‘Eu sou gay’ não foi colado em toda a minha bagagem como uma celebração. Foi usado como um pejorativ . Foi usado para humilhar. Foi usado como um insulto”.

“Algumas pessoas têm comentado que provavelmente é apenas um perdedor nos bastidores fazendo uma piada de mau gosto. Ou que a Jetstar tem uma cultura de homofobia. Infelizmente, os maus-tratos aos nossos amigos gays abrangem sociedade. Ele vai até os nossos líderes políticos e inclui luminares como o nosso primeiro-ministro . Nossas leis garantem que os homossexuais não tenham os mesmos direitos e dignidades de que muitos de nós heterossexuais temos garantidos todos os dias”.

fonte: ParouTudo

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Irlanda: Gays participam pela primeira vez de festival mundial para formar casais

Evento ocorre anualmente em setembro na Irlanda e terá programação especial voltada para a comunidade LGBT.

PantiPela primeira vez em 157 anos de história, o festival de Lisdoonvarna, um dos maiores eventos do mundo dedicado a formar casais, terá uma programação especial voltada para a comunidade gay.

O festival ocorre anualmente em setembro na pequena cidade de mesmo nome, no condado de Clare, no oeste da Irlanda.

Ao longo do mês, o vilarejo se torna destino de milhares de pessoas que buscam encontrar ali sua alma gêmea - ou pelo menos curtir a noite -, no que é apresentado no site do evento como 'o maior festival de solteiros da Europa'.

A programação especial voltada para a comunidade gay acontece no próximo fim de semana e foi batizada de 'The Outing' ('Saída do Armário', em tradução livre do inglês).

Durante três dias, a partir da sexta-feira, haverá eventos para formar casais, shows de música e outras atividades culturais para o público LGBT.

A apresentação ficará a cargo da drag queen Panti, um dos principais ícones gays da Irlanda.

O diretor do evento, Donal Mulligan, disse que a ideia começou a ser discutida em 2005, mas, segundo ele, os organizadores tiveram dificuldades de tirá-la do papel desde então.

'O projeto permaneceu engavetado até esse ano. Mas com o casamento civil entre homossexuais sendo possivelmente aprovado no ano que vem via referendo, com o aumento de uniões homoafetivas e com o maior interesse na cultura gay na Irlanda, decidimos que 2013 seria um ano ideal para colocá-lo em prática', disse ele.

organizadores festival de LisdoonvarnaAmeaça
Mulligan disse que a reação do público tem sido extremamente positiva, exceto por uma ameaça que a organização do evento recebeu.

'Quando ainda estávamos organizando a festa, um homem enviou uma carta ameaçando o hotel que hospedaria os visitantes, mas logo percebemos se tratar de algo infundado', contou.

'Ele disse que colocaria fogo no local caso o evento fosse adiante, mas incluiu seu endereço. Nós alertamos a polícia, mas a ameaça não foi levada a sério', acrescentou.

'Nós nos preparamos para qualquer ato de repúdio, mas, fora esse caso, não tivemos nenhum problema em Lisdoonvarna. Tanto as pessoas quanto os comerciantes têm mostrado um apoio muito grande ao nosso evento de uma forma que eu nunca poderia imaginar.'

Mulligan disse que as reservas foram feitas de 'todo o lugar do mundo', incluindo França, Suíça, Reino Unido e Estados Unidos.

'O evento reúne pessoas com diferentes intenções. A programação que montamos se destina tanto àquelas que estão buscando um amor como também a casais e grupos de amigos.'

'Será muito divertido. A ideia do evento é torná-lo acolhedor e inclusivo de modo que todos possam se divertir'.

História
Inicialmente concebido para formar casais de agricultores, o festival de Lisdoonvarna se destina, agora, a costurar relacionamentos entre solteiros do mundo inteiro.

Para Willie Daly, de 71 anos, uma das pessoas encarregadas de 'ser cupido' durante o festival, 'há gays em todas as partes do mundo, e seria ótimo se eles conseguissem encontrar amor e felicidade aqui'.

'Nunca fiz nada do tipo antes - venho formando casais há 50 anos. Será algo diferente, com certeza.'

fonte: G1

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Points gays do Rio tiveram movimento maior durante Jornada Mundial da Juventude

por Mônica Bergamo

JMJ 2013Alguns points gays do Rio de Janeiro tiveram movimento maior durante a Jornada Mundial da Juventude. A Le Boy, a mais tradicional boate de Copacabana, registrou 30% a mais de público na terça-feira da semana passada. "Tivemos mais de 200 pessoas, recorde para uma noite chuvosa", relata o funcionário Júlio César Gomes. O TV Bar abriu as portas excepcionalmente na quarta. "A festa teve nome sugestivo: Me Papa", relata o assessor Carlos Pinho.

Balada
No Galeria Café, em Ipanema, o público foi 50% maior que na semana anterior à JMJ. "Reforçamos até o estoque de bebidas", diz Alexandra Di Calafiori, sócia da casa, que contratou freelancers para reforçar a equipe no período do evento.

Pelo Grindr, aplicativo de paquera gay para smartphones, um rapaz de 23 anos, com sugestivo apelido de Paulista JMJ, postou um recado aos baladeiros da jornada: "Atrás de Cristo e de outras coisas".

Arco-íris
Para Lula Ramires, coordenador da ONG LGBT Corsa (Cidadania, Orgulho, Respeito, Solidariedade, Amor), "há um contingente gay enorme na comunidade católica". "É preciso entender que os fiéis não são necessariamente conservadores." Já Julian Rodrigues, coordenador de Políticas para LGBT da Prefeitura de SP, acha "meio incongruente ser gay e católico". "Mas que tem, tem."

fonte: Folha de S.Paulo

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Estados Unidos: De barba, ex-jogador de rugby inova como drag queen

Rudy Flesher 01Barba e pelos combinam com uma drag queen?! A princípio, a resposta seria negativa, certo?! Pois bem, Rudy Flesher está chamando a atenção nos Estados Unidos justamente por inovar no visual.

Tudo começou quando seu sonho de fazer parte da liga profissional de rugby foi interrompido após fraturar o nariz em um jogo. Não demorou e o ex-jogador pôs em prática outra habilidade: se apresentar como transformista. “Foi uma transição do ‘serei o maior e mais malvado cara’ para o ‘serei o mestre do salto alto e do corselete mais justo’”, costuma dizer sobre a mudança.

A ‘bear drag’ quebra rótulos e paradigmas da própria comunidade LGBT sempre que mostra sua mistura de identidades no palco. Ele não abre mão de ser másculo, com barba cerrada, peito peludo e pernas sem depilar, mas também mantém a feminilidade artística das drags, usando vestidos coladinhos, saltos altos e muita maquiagem.

Apesar da nova carreira, Flesher não abandonou os treinos no esporte, mas não atua nas partidas. Eventualmente o encontro dos dois mundos vem à tona quando ele posta uma foto “montada” nas redes sociais. “As primeiras pessoas que disseram coisas positivas sobre minhas apresentações foram meus colegas de rugby”, comentou Rudy.

Na música “Masculino e Feminino”, Pepeu Gomes canta: “Ser um homem feminino, não fere o meu lado masculino”. Cai como uma luva para Rudy Flesher, né?!

Rudy Flesher 02

Rudy Flesher 03

Rudy Flesher 05 Rudy Flesher 04

fonte: Pheeno

quarta-feira, 10 de julho de 2013

São Paulo: Jornalista é espancado por funcionário homofóbico

Auxiliar de limpeza do clube Yatch, que tem noites voltadas para o público LGBT, agrediu o jornalista do iG Murilo Aguiar, primeiro com palavras, depois com socos e pontapés

Murilo AguiarUm dente quebrado e hematomas pelo rosto e pescoço. Foi esse o saldo da noite de sábado (6) para o jornalista Murilo Aguiar , 25 anos. A expectativa da turma de quatro amigos era se divertir no clube Yatch, um dos endereços mais badalados pela turma LGBT no momento, no bairro do Bexiga. E, até agora, um dos programas favoritos de Murilo, que escreve sobre Economia no iG e é um dos colunistas do blog iGual .

Murilo conta que foi acompanhado de uma amiga e dois amigos para a festa Shout, promovida por Bob Yang, Beto Cintra e Caca Ribeiro . Por volta das duas da manhã, estava na fila do banheiro unissex ao lado de sua amiga quando a funcionária responsável pela limpeza gritou com ele: “Vai logo, é sua vez!" Ele pediu calma para ela e ela se irritou: "Calma não, a fila tem que andar, eu estou trabalhando!" Ele disse que entendia o lado dela, que ele também trabalha, mas que não era preciso gritar. Nesse momento, um homem que trabalhava na limpeza do banheiro se meteu na conversa. “Ele falou que ‘é por isso que todo gay tem HIV, eles têm que ler mais a Bíblia, têm que ser mais humildes’”, lembra Murilo, que preferiu ignorar os desaforos, usar o banheiro e voltar para a pista.

Uma hora depois, no fumódromo, Murilo comentava com os amigos sobre a agressão verbal que tinha sofrido quando o funcionário passou pelo grupo. Um dos amigos que estava com ele provocou: "Que merda de trabalho, ser homofóbico e trabalhar em uma balada gay”. Irado, o auxiliar de limpeza voltou a ofender Murilo: “Ele falou da Bíblia de novo, que todo gay era esnobe e que só não dava um tiro em mim porque eu estava lá dentro", conta. "Então eu respondi: ´Calma, gata´. Ele me derrubou e começou a me espancar até que alguém que estava na festa tirou ele de cima de mim”.

Murilo afirma que tudo foi muito rápido e que logo os seguranças da casa vieram em seu auxilio. Assim que se recompôs, ele chamou a policia, que recomendou que ele fosse ao 78ºDP, nos Jardins. “Como ele quebrou meu dente e meu ombro doia muito, fui primeiro para o hospital”, conta o jornalista, que deixou para ir à delegacia no domingo (7), acompanhado do pai, e prestou queixa.

A versão dos donos da casa
Procurado pela reportagem, o empresário Facundo Guerra, sócio da Yatch e um dos donos do Grupo Vegas, que administra também o Lions Nigh Club, a casa de shows Cine Jóia e os bares VOLT e Z Carniceria, afirmou que o responsável pela agressão é um funcionário terceirizado. “Temos uma equipe fixa para todas as casas do grupo, mas quando sentimos que a demanda será maior,  contratamos uma equipe terceirizada. Não sei porque ele agrediu o cliente, não tenho justificativa. A Gente está sempre do lado do cliente, porque nada justifica a agressão, e não sei se tem um fundo homofóbico ou de extremismo religioso. Assim como a gente não pergunta a orientação sexual dos funcionários, não perguntamos a orientação religiosa.”

O agressor trabalha no grupo há 4 meses e nunca fora registrada nenhuma reclamação contra ele. Facundo afirma que a prestadora de serviço será processada pela casa, e completou: “Se tivéssemos qualquer conhecimento de viés homofobico ele teria sido afastado, alguém intolerante não pode trabalhar em um local que recebe público gay como sempre recebemos.”

Para o advogado especialista em direitos humanos Dimitri Sales, que está acompanhando o caso de Murilo, essa atribuição de culpa aos prestadores de serviço é uma constante: “Contratar um serviço não exime a casa de culpa", diz ele. "Esse tipo de situação é comum nos estabelecimentos, por isso provavelmente vamos entrar com um processo na esfera administrativa referente à lei estadual 10948/2011, que coíbe a discriminação homofóbica e pune tanto o estabelecimento como a pessoa comum com advertência, multas e até suspensão do alvará de funcionamento do estabelecimento."

O processo irá correr ainda em mais duas esferas: na penal, onde o agressor será indiciado por lesão corporal e provavelmente injúria, e na esfera civil, onde tanto a casa quanto o agressor serão processados por dano moral.

Murilo se diz aliviado por não ter ficado com nenhuma sequela e por não ter acontecido nada com nenhum dos seus amigos: “Vou tomar as atitudes necessárias, é o tipo de discussão que não pode morrer. Nunca fui de ouvir esse tipo de ofensas e ficar quieto, mas nem todo mundo é assim.”

A atitude de Murilo é também reforçada por Dimitri: “Quando esse tipo de coisa acontece é preciso denunciar aos órgãos competentes, Secretaria da Justiça, delegacias especializadas. Esse ataque não pode ficar no armário, agredir um gay não é só nega-lo, é apagá-lo. A violência precisa ser sabida para que se responsabilize o poder público”, afirma o advogado.

Facundo Guerra também se diz consternado com o acontecimento: “Não tem o que falar, apenas que sinto muito.”

fonte: iGay

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Gabriela Spanic reviverá a vilã Paola Bracho em balada gay de São Paulo

Gabriela Spanic 02Gabriela Spanic virá ao Brasil reviver seu papel como Paola Bracho. A estrela venezuelana se apresentará no dia 22 de agosto no palco da casa noturna Blitz Haus, em São Paulo, interpretando a vilã que a fez ficar conhecida na novela “A Usurpadora”.

Além disso, ela cantará três canções que são tema da novela mexicana vendida para mais de 125 países.

A atriz desembarca no Brasil também para gravar cenas de seu programa “Te Amo a Tiempo”, exibido na emissora mexicana Azteca. A casa ainda não informou como será feita a venda de ingressos para o espetáculo.

fonte: Pheeno

sexta-feira, 31 de maio de 2013

São Paulo: Com shows e 80 tendas, feira LGBT movimenta público gay antes da Parada

A 13ª Feira Cultural faz parte do Mês do Orgulho LGBT e visa atrair turistas

feira LGBT São Paulo 01O Vale do Anhangabaú, na região central de São Paulo, é palco, nesta quinta-feira, de uma extensa programação voltada para o público LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros). A 13ª Feira Cultural faz parte do Mês do Orgulho LGBT e visa dar visibilidade para o evento que atrai milhares de turistas todos os anos para São Paulo. A Parada do Orgulho LGBT acontece no próximo domingo, a partir das 12h, na avenida Paulista. Depois de passar pela rua da Consolação, tem o encerramento na Praça da República, região central de São Paulo.

Um dos estandes da feira pertence à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania. Lá, são distribuídos folhetos sobre a Lei 10.948, que pune administrativamente discriminação em função de orientação sexual e identidade de gênero. A tenda apresenta ainda trabalhos desenvolvidos pelas coordenadorias da Secretaria da Justiça, entre eles o de combate ao racismo e da prevenção às drogas.

A parada deste ano terá como tema central a luta contra o "retrocesso". Com o mote "para o armário nunca mais", os organizadores pretendem atrair a atenção para o que eles chamam de ação de "segmentos religiosos fundamentalistas", que estariam agindo no legislativo brasileiro.  Um dos alvos será o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDH) da Câmara, a quem os manifestantes reservaram  um dos trios elétricos da parada como forma de protesto.

feira LGBT São Paulo 05 feira LGBT São Paulo 04
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No domingo, a Polícia Militar de São Paulo irá utilizar 1,8 mil integrantes de seu efetivo para fazer a segurança da Parada Gay e do seu entorno. A principal recomendação para aqueles que vão participar do evento é para não ostentar objetos pessoais de valor, principalmente celulares. Nesta quinta-feira, a segurança já era reforçada no Vale do Anhangabaú e a presença de policiais militares em plataformas sobre as bases móveis da polícia foram testadas. Será uma das novidades desta edição para a segurança do público.

Nesta quinta-feira, até as 16h, nenhum incidente havia sido registrado pela polícia no local. No palco principal do evento estão programados shows da cantora Corona, da dupla Pepê e Neném e da escola de samba vencedora do carnaval de São Paulo, Mocidade Alegre.

fonte: Terra

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Rio de Janeiro: ‘Quem fez isso tem que pagar’, diz irmã de homossexual morto após ser espancado

Luiz será enterrado na tarde desta quarta-feira em Jacarepaguá. Morte será investigada como homofobia, diz polícia.

Luiz Antônio de Jesus 02Familiares e amigos estão inconformados com a morte de Luiz Antônio de Jesus, de 49 anos, agredido em uma casa noturna na Zona Oeste do Rio na madrugada de domingo (26). O caso será investigado como crime de homofobia, segundo a Polícia Civil.

> Morre homem agredido em boate gay de Jacarepaguá
> Após dois casos de agressão, boate gay será interditada

"Quem fez isso tem que pagar pelo crime! Queremos justiça", declarou a irmã da vítima, Angelina de Jesus. "Ele era uma pessoa tranquila, muito amiga, muito alegre. Não é de caçar confusão. Com certeza alguma coisa muito ruim aconteceu porque ele não é de confusão com ninguém", garantiu a amiga Inês Rocha.

Ele foi encontrado desacordado no banheiro da Boate Queen, em Jacarepaguá e morreu nesta terça-feira (28), no Hospital Lourenço Jorge, na Barra, segundo Secretaria Municipal de Saúde.

Luiz estava internado em estado gravíssimo com traumatismo craniano, com ferimentos no rosto e no pescoço. O corpo foi encaminhado ao IML no fim da tarde desta terça e ele será enterrado nesta quarta-feira (29), às 16h, no Cemitério do Pechincha, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio.

Câmeras
De acordo com o delegado titular da 32ª DP (Taquara), Antônio Ricardo Lima, que inicialmente estava investigando o caso, seguranças, funcionários e parentes da vítima já prestaram depoimento, as imagens do estabelecimento já estão sendo analisadas e o local passa por perícia.

Segundo a polícia, as imagens podem ajudar a esclarecer o caso. Conforme mostrou o Bom Dia Rio desta quarta-feira (29), das 12 câmeras instaladas na boate, uma fica em frente ao banheiro do estabelecimento.

De acordo com Rosalina, a dona da boate informou que o local possui 40 câmeras no circuito interno de segurança, mas o equipamento do banheiro não estava funcionando no momento do incidente.

Segundo a Polícia Civil, "o caso foi encaminhado para a Divisão de Homicídios (DH) e está sendo investigado como crime de homofobia, seguindo a portaria 574 criada em 9 de fevereiro de 2012, pela chefia de Polícia Civil. O documento determina entre outras providências, a inclusão do nome social de travestis e transexuais no registro de ocorrência, bem como a inserção do termo homofobia no campo referente ao motivo presumido do crime."

Procurada pelo reportagem, Rosalina da Silva Jesus de Brito, jornalista em um jornal comunitário, informou que o irmão Luiz Antônio, que é homossexual, estava muito feliz no domingo e resolveu sair para dançar. Ele pediu à sobrinha levá-lo até a boate em Jacarepaguá, por volta de 1h.

Como o cabeleireiro não voltou para dormir em casa e não avisou nada, a família ficou preocupada e foi até a casa noturna para saber alguma informação. Segundo Rosalina Brito, a dona do estabelecimento, Jade Lima, informou para a filha e para a irmã que Luiz Antônio foi encontrado passando mal e vomitando no banheiro e foi levado pelo Corpo de Bombeiros para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, por volta das 3h. Rosalina contou ainda que elas viram manchas de sangue na porta do banheiro, mas a proprietária disse que a sujeira era antiga. “Ela [Jade] ficou tentando despistar elas.”

Jade Lima confirmou em um site de relacionamento que na madrugada de sábado (25) para domingo um cliente foi encontrado caído em um dos banheiros do estabelecimento. Segundo ela, “havia no momento do ocorrido algumas pessoas na fila, que ouviram o barulho da queda e foram elas que acionaram o staff da casa para socorrer esse cliente. Não houve qualquer tipo de agressão”. O G1 tentou entrar em contato, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.

Rosalina Brito informou que a família encontrou Luiz Antônio com o rosto muito machucado. “Debaixo do queixo tem um corte de um lado para o outro. Ele está com o rosto desfigurado, está cheio de ponto, com o pescoço roxo, parece que enforcaram ele”, contou.

Outro cliente prestou queixa
Segundo informações do RJTV desta terça, outro cliente da boate procurou a 32ª DP no domingo (26) para relatar uma agressão de um suposto agente de segurança da boate. Sobre o segundo caso, Jade Lima disse também em uma rede social que no domingo um cliente foi convidado, pelos seguranças da casa, a se retirar da boate por estar importunando outros clientes.

"Também não houve agressão nesse caso, entretanto o cliente, decidiu dar queixa na delegacia por se sentir ofendido por tal acontecido", explicou a proprietária.

A jornalista contou que todos os outros irmãos estão empenhados para resolver o caso. “Não podem ter feito isso com ele porque ele era gay, ninguém merece passar por isso.”

A família fez um apelo para qualquer pessoa que tenha informações sobre o caso ligue para o Disque-Denúncia pelo telefone 2253-1177.

fonte: G1

terça-feira, 28 de maio de 2013

Rio de Janeiro: Morre homem agredido em boate gay de Jacarepaguá

O que aconteceu, afinal, com o cabeleireiro no banheiro da Queen?

Luiz Antônio de JesusMorreu às 15h desta terça-feira, 28, no Rio de Janeiro, o cabeleireiro Luiz Antônio de Jesus, de 49 anos. Ele foi encontrado no banheiro da boate gay Queem, no bairro de Jacarepaguá, na madrugada de domingo 26, com ferimentos no rosto e no pescoço. Jesus estava internado em estado grave com traumatismo craniano.

A boate foi interditada pela polícia nesta terça por falta de documentação adequada para funcionar. À irmã de Luiz Antonio, a dona do estabelecimento, Jade Lima, contou uma história que não lhe pareceu crível.

Quando Rosalina da Silva Jesus de Brito percebeu que o irmão não dormiu em casa, foi procurá-lo na boate. Lá, a dona da Queen disse que ele foi encontrado passando mal no banheiro e que havia sido levado para o hospital às 3h da manhã.

Rosalina afirmou ao “G1″ que viu manchas de sangue na porta do banheiro, e que Jade Lima disse que eram marcas antigas. “Ela (Jade) ficou tentando despistar elas”.

“Debaixo do queixo tem um corte de um lado para o outro. Ele está com o rosto desfigurado, está cheio de ponto, com o pescoço roxo, parece que enforcaram ele”, afirmou a moça à reportagem.

A família do cabeleireiro procura pistas, já que a dona da boate afirmou que há 40 câmeras por lá, mas que a do banheiro estava desligada (coincidência, não?)

Rosalina pede para que qualquer pessoa que tenha informações sobre o caso ligue para o Disque-Denúncia pelo telefone (21) 2253-1177.

fonte: ParouTudo

Santa Catarina: “Ninguém admite que foi homofobia”, diz vítima de agressão após beijo gay

André Barbosa, 22, viu sua vida mudar depois de ser espancado por dois seguranças em uma boate no Balneário Camboriú, em Santa Catarina, após beijar outro homem. Em depoimento ao portal UOL às vésperas da Parada Gay de São Paulo, que terá protestos contra violações dos direitos conquistados pelos homossexuais,  Barbosa afirma que seu caso é visto como conduta inadequada e não como um crime de homofobia. "O que me deixa chateado são as justificativas de alguns políticos e dos donos da casa noturna e de muita gente da cidade: 'Ah, ele estava pegando na genitália do outro jovem', ou então 'ele teve comportamento inadequado'".

André Barbosa antes e depois da agressão

O jovem diz que não houve excesso em sua conduta. "Foi um beijo normal, nada explícito, sem 'pegação' nem nada. Senti um cutucão no ombro e quando me virei já levei uma cotovelada no peito. O agressor tinha um crachá de funcionário da casa noturna", diz.

A agressão ocorrida na boate 2ME no começo de abril fez com que sua família o orientasse a adiar o início do curso de arquitetura e urbanismo, previsto para começar no segundo semestre, para esperar "a poeira baixar". Na cidade, Barbosa diz que ficou conhecido como "a bichinha que apanhou".

Na época, a 2ME divulgou um comunicado oficial que afirma que "o club não tem nenhum tipo de preconceito com seus clientes, sempre recebemos a todos independentemente de cor, credo ou orientação sexual. Todos são muito bem vindos no club". A nota diz que "o fato de sexta-feira (6 de abril) não tem qualquer conotação relativamente a opção sexual, como algumas pessoas tem conduzido o assunto, mas sim a uma situação gerada em razão da conduta inapropriada por um grupo de clientes, promovendo agitação, empurra-empurra e gerando incômodo em vários clientes."

Uma audiência de conciliação está marcada para agosto. André estuda processar a casa noturna pela agressão. Os seguranças estão em liberdade. A reportagem não conseguiu entrar em contato com os funcionários.

Este é o relato da vítima:

Até o dia 6 de abril eu nunca tinha sido agredido, nem na escola. No máximo umas palmadas do meu pai quando criança. Eu também nunca tinha ido naquela casa noturna, a 2ME. Sabia que não era uma casa LGBT, apesar de ser frequentada por muitos gays. Conheci um jovem durante a balada, e certa hora ele me puxou de lado e me beijou.

Fiquei meio constrangido, sem jeito, porque sabia que era uma festa hetero. Mas pensando bem, é um espaço público né? Eu paguei para entrar, como qualquer um. Porque eu não poderia beijar quem quisesse?

Depois de um tempo esse menino veio se despedir de mim e nos beijamos novamente. Foi um beijo normal, nada explícito, sem 'pegação' nem nada. Senti um cutucão no ombro e quando me virei já levei uma cotovelada no peito. O agressor tinha um crachá de funcionário da casa noturna.

"Não quero mais ver você beijando aqui dentro!"  Fiquei chocado, pensei em abaixar a cabeça e deixar por isso mesmo. Meus amigos começaram a chamar o segurança de homofóbico.

O funcionário me pegou pelo pescoço e começou a me levar para fora. Pensei "ok, vou sair". Eu tenho 1,65 metro, o segurança tinha 1,80. Eu estava todo curvado, com as mãos para cima indicando que eu não ia reagir, e com a cara virada para o chão.

Não consegui nem pagar a comanda. Meus amigos tentaram me acompanhar, mas foram barrados no caixa.

Do lado de fora da casa dois seguranças me arrastaram para um jardinzinho na lateral da boate. Eu ainda estava preso pelo pescoço com a cabeça abaixada quando levei a primeira joelhada no rosto.

Tentei proteger a cara, mas não consegui. Eles só queriam bater no meu rosto, era soco e joelhada. Eles gritavam "viadinho de merda". Quando eu me curvava muito, um deles levantava minha cara puxando meu cabelo para o outro bater. Eu gritava: "Pelo amor de Deus! Pelo amor de deus! O que vocês estão fazendo!?"

Um amigo meu conseguiu pagar a comanda e veio correndo me socorrer. Ouviu de um dos seguranças que eu "estava beijando outro homem lá dentro, isso não se faz".

A polícia chegou, e fomos para a delegacia fazer o boletim de ocorrência. Queríamos que fosse registrado como tentativa de homicídio, mas a delegada disse que era apenas lesão corporal dolosa.  Não sei o que iria acontecer se meu amigo não viesse me socorrer. Eles tinham muita raiva, não paravam de me bater.

O que me deixa chateado são as justificativas de alguns políticos e dos donos da casa noturna e de muita gente da cidade: "Ah, ele estava pegando na genitália do outro jovem", ou então "ele teve comportamento inadequado".  Parece que ninguém consegue admitir que foi um crime de homofobia.

Sei que não devo me importar com o que os outros pensam, mas é difícil. Muita gente trata isso como se fosse algo engraçado, o que me põe muito para baixo. Fiquei conhecido na cidade como "a bichinha que apanhou."

Mas muita gente se solidarizou comigo, gays disseram que já foram agredidos, mas não tiveram coragem de prestar queixa.

A comunidade LGBT aqui é muito desunida, não querem lutar por uma causa. Frequentam as baladas voltadas para esse público e se contentam em ficar nessa espécie de gueto. Eu mesmo nunca me preocupei com os direitos gays até agora. Acho o casamento gay sensacional, mas aqui um casal gay não pode nem andar de mãos dadas sem ser xingado ou agredido.

fonte: UOL

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Morre aos 29 anos o ator pornô gay Koh Masaki

Ator protagonizou mais de 100 filmes em quatro anos de carreira no pornô

Koh MasakiO ator pornô e modelo japonês Koh Masaki faleceu no último sábado, 18, aos 29 anos. O anúncio foi feito por seu companheiro, Tien Tien.

A causa não foi informada, mas Masaki havia passado por diversas cirurgias nos últimos meses após uma peritonite.

Em apenas quatro anos, o ator protagonizou mais de 100 filmes adultos.

fonte: ParouTudo

François Sagat revela que não queria envelhecer na frente das câmeras

Bonitão vai lançar uma linha de camisetas desenhadas por ele mesmo

François Sagat 03Após chocar os fãs com um singelo e breve vídeo gravado na Disney World onde anunciava sua aposentadoria, François Sagat contou ao site “Queerty” que a decisão foi bastante analisada antes e que não queria envelhecer na frente das câmeras.

> François Sagat anuncia sua aposentadoria do pornô

“A decisão foi tomada há um tempo. Eu já estava indo para outra direção e aproveitando outras oportunidades criativas. Antes de “Incubus” (seu último filme, de 2011), eu não tinha filmado desde 2009. Não era algo que eu estava vivendo mais. Você sabe quando você não quer fazer alguma coisa”, disse o gostosão.

“Eu gosto de sexo, é claro, mas em algum momento você percebe que você não quer fazer aquilo mais. Tenho quase 34 anos. Eu não acho que eu posso fazer filmes melhores do que eu já fiz. A carreira pornô é como a de modelo em que você se vê envelhecendo ano após ano. Eu não quero me ver envelhecer desta maneira”.

Sagat ainda falou sobre os fãs que deve perder e afirma que não tem medo de que sua imagem sempre estará ligada ao pornô. “Acho que não há nenhuma transição real. As pessoas sempre vão me conectar com pornografia. Eu sempre serei a estrela pornô. Se eu tentasse escondê-lo ou rejeitá-lo, seria pior, eu acho. Transição é difícil. Acho que vou perder alguns fãs. Talvez ainda queiram me ver como um objeto sexual, o que é bom. Eu entendo completamente. Talvez eu vou ganhe novos fãs”, disse ao site gay.

O ícone do pornô gay deve lançar em breve uma grife com o próprio nome junto com um amigo. Ele mesmo está desenhando as peças. “Eu acho que é o momento certo para fazê-lo. Eu vou começar com camisetas e se as vendas forem boas, vamos fazer acessórios e underwear. Vamos ver”.

fonte: ParouTudo

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Nintendo é acusada de homofobia por banir casamento gay em jogo

Tomodachi Collection New Life 02O jogo "Tomodachi Collection: New life", semalhante ao famoso "The Sims", permitia que dois homens se casassem, realizassem viajens, adotassem crianças, e até podiam entrar em uma banheira juntos. Mas, a Nintendo, fabricante do jogo, acabou com a festa dos jogadores gays.

> Casamento gay é opção em novo game do Nintendo 3DS

A empresa afirmou que a permissão para formar um casal gay se tratava de um "erro de software" que já foi corrigido, classificando a relação entre dois personagens homens como "impróprio" e "estranho".

Logo depois do anuncio, milhares de fãs do game passaram a protestar contra a Nitendo, acusando a fabricante japonesa de ter tido uma atitude homofóbica e contrária a de outros desenvolvedores de games, que já consideram as relações homoafetivas e possuem personagens gays.

A Nintendo ainda não se manifestou sobre o assunto.

fonte: A Capa

François Sagat anuncia sua aposentadoria do pornô

O francês de 33 anos e dono de um corpo perfeito disse que tem novas metas

François Sagat 02Um dos maiores símbolos sexuais da industria pornô gay, François Sagat anunciou que vai se retirar dos filmes adultos.

No vídeo, muito breve, gravado em frente ao Castelo da Bela Adormecida, no parque Disney World, o belo diz apenas: “Olá, sou François Sagat, e desse dia em diante eu me aposentei da pornografia”.

Em seu site, o ícone do pornô, cujo último filme foi “Incubus 2″, de 2011, tentou explicar a decisão. “Tenho muitos projetos a caminho. Eu estive muito ocupado e não pude postar aqui tanto. Eu quero contar tudo a vocês. Mas eu não pretendo fazer pornô novamente. Sem arrependimentos. Apenas novas metas”, disse o ator de 33 anos.

fonte: ParouTudo

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Casamento gay é opção em novo game do Nintendo 3DS

Tomodachi Collection New LifeO game de simulação de vida Tomodachi Collection: New Life permite que personagens do mesmo sexo tenham relacionamentos amorosos. O título foi lançado exclusivamente no Japão em 18 de abril para o portátil 3DS.

De acordo com o blog Kotaku, a opção seria supostamente um bug que não foi percebido pela Nintendo durante o desenvolvimento e possibilita que homens se casem, tenham filhos e tomem banho juntos no jogo.

No entanto, não é possível executar as mesmas ações entre duas mulheres no game.
A opção para união homoafetiva não existia no jogo anterior da franquia, lançado para DS em 2009.

Até agora, Tomodachi Collection: New Life vendeu mais de 750 mil unidades e é o game mais bem-sucedido no Japão desde sua estreia.

Segundo o Kotaku, quando a novidade foi descoberta, se tornou razão para atrair diversos novos compradores. Um fã do jogo disse ao site que o suporte de atendimento ao cliente da Nintendo já está sabendo do suposto bug e planeja lançar um "patch com modificações". Ainda não está claro se a atualização removeria a possibilidade casamento gay para homens ou estenderia a opção também às mulheres.

fonte: Cena G

Polônia: Padre afirma que Lady Gaga e Hello Kitty “são do demônio”

Lady Gaga e Hello KittyO padre polonês Andrew Bemovsky de Gdansk falou a sua congregação que “Lady Gaga é serva dos demônios”, e que boneca de sucesso Hello Kitty seria um símbolo de magia negra.

O sacerdote enviou uma carta “informativa” a seus paroquianos afirmando que o criador da boneca Hello Kitty concluiu um pacto com o Diabo para salvar a vida de sua filha doente com câncer.

“Este gato é um símbolo de mistério e magia negra envolvendo crianças em perversão sexual” – escreveu ele.

Falando sobre Lady Gaga, o religioso disse que ela é “uma serva de demônios, suas músicas tem um sentido demoníaco.”

fonte: Cena G

domingo, 21 de abril de 2013

Seguranças contam porque preferem trabalhar em baladas gays

Profissionais dizem que o público LGBT é mais educado, não briga e paga bem

segurançaDe terno e gravata, mantendo a coluna ereta e com ‘cara de poucos amigos’, Evaldir Zanona se posiciona junto à porta de uma balada LGBT paulistana, controlando rigorosamente a entrada dos clientes. Mas não se deixe enganar pelo semblante severo dele, o chefe de segurança clube Yatch não está lá a contragosto, pelo contrário. “Se eu puder escolher, prefiro trabalhar com o público gay. É muito melhor”, afirma ele, sem demonstrar dúvida.

E Zanona não está sozinho. Assim como ele, muitos outros profissionais desta área dão prioridade às baladas direcionadas ao público homossexual. “Os gays são educados na hora de tratar a gente. Nas baladas de héteros, muitas pessoas costumam ser arrogantes”, opina o segurança Genicio de Souza Chagas , o Souza, apontando um dos motivos da preferência em trabalhar com esse público.

A segurança Fabiana Cristina concorda com o ponto de vista de Souza. “Nas baladas que só tem hétero, basta um pisão no pé pra estourar briga. Com os gays isso dificilmente acontece, eles são um povo muito mais tranquilo, educado”, pontua Fabiana.

Há dois anos trabalhando com o público gay, Marcelo Viera diz que as baladas para homossexuais não estão livres das brigas, mas que os desentendimentos geralmente ficam no bate-boca e raramente descabam para a agressão física. “É sempre por motivo passional, briguinha de namorado mesmo, mas é raro acontecer”, descreve o segurança.

Os profissionais dizem ainda que seus familiares não têm o menor preconceito com o trabalho deles. “Ninguém fala nada, nem tem do que reclamar, né? Você leva dinheiro pra casa e ainda chega inteiro. É bem melhor do que ser obrigado a fazer fisioterapia todo mês por causa das brigas de marmanjo no pagode que nós somos obrigados a separar”, brinca Souza.

“Eu tenho um irmão gay em casa, estou acostumada, não é nada demais”, revela Fabiana, acrescentando que o único constrangimento deste tipo de trabalho acontece tanto em casas noturnas gays quanto as heterossexuais. “É sempre chato ter que tirar casal assanhado do banheiro, mas isso acontece em todo o tipo de balada”.

Mas as motivações da preferência destes profissionais não se resumem ao comportamento educado do público homossexual? O bolso também faz a diferença. “Na balada GLS se ganha melhor, o público tem mais dinheiro e casa acaba pagando mais. Sem contar que gay sai durante semana toda. Então, todo dia tem trabalho”, ressalta Marcelo.

A Faqui, companhia responsável pela segurança de muitas casas noturnas de São Paulo, confirma a boa impressão dos profissionais. “Os seguranças gostam de trabalhar com este público, pois não dá problema. Os gays frequentam as festas para se divertir e não para arrumar briga”, esclarece Rafael Monteiro , gerente operacional da empresa.

Gratos ao trabalho proporcionado por esse público, os seguranças ouvidos pela reportagem não perdem a linha nem quando um cliente mais atirado avança o sinal. “A gente trata com o mesmo profissionalismo que trata uma cantada de mulher”, sentencia Evaldir.

fonte: Mídia News

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