sexta-feira, 26 de julho de 2013

Alinne Moraes e Giovanna Antonelli viverão romance em novela da Globo

Alinne Moraes e Giovanna AntonelliA novela que substituirá “Amor à Vida” está em fase de produção. O autor Manoel Carlos, já escreveu 13 capítulos de “Em Família”. Na nova nova trama das 21h, Alinne Moraes, viverá um grande amor com Giovanna Antonelli.

Segundo o jornalista Flávio Ricco, do portal "UOL", a história das duas irá começar com Clara, papel de Giovanna, que será uma dona de casa, com marido e filho de 10 anos. Depois de um tempo, ela terminará o casamento para viver um romance com uma fotógrafa, vivida por Aline.

A direção da novela ficará a cargo de Jayme Monjardim, e algumas locações serão em Goiânia e em Viena.

O último trabalho de Giovanna Antonelli na TV foi como a delegada Helô, de "Salve Jorge". Já Alinne Moraes, participou da série "Como Aproveitar o Fim do Mundo", de 2012.

fonte: Yahoo

Equador: Homossexuais são torturados e mortos em clínicas de “cura gay”

Carina VanceA ministra de Saúde do Equador, Carina Vance, confirmou nessa última quarta (24) a existência de uma rede de centros de reabilitação que prometem a "cura gay" no país.

Agressões físicas, uso de água gelada, dopagem e outros tipos de tortura e violações de direitos humanos são parte do "tratamento" para "desintoxicar e curar" pessoas homossexuais no Equador.

Uma série de denúncias indicou ao governo a existência de 18 centros, dos quais 15 praticam essas agressões e três apresentaram más condições sanitárias.

Por conta disso, há cerca de oito meses foi criada uma Comissão Nacional Interinstitucional encarregada de detectar as clínicas clandestinas.

Há pelo menos 13 anos que associações gays do Equador denunciam a existência destes centros clandestinos.

Até 1997, a homossexualidade era considerada crime no país e o Código Penal estabelecia penas de quatro a oito anos de prisão.

Segundo as denúncias, duas pessoas morreram em consequências desses "tratamentos" no ano passado, em Machla e  Guayaquil.

Para reverter a situação, o governo anunciou um plano de investimento para dez anos que prevê a construção de 950 centros de atenção integral com serviços de saúde mental em todo o território do país.

fonte: A Capa

Rio de Janeiro: Grupo gay católico aponta as paróquias mais tolerantes

Pedro Borges, Cristiana Serra e Juliana LuvizaroA comunidade carioca Diversidade Católica, criada em 2007, se reúne para compartilhar as experiências de gente que acredita em Deus e ama pessoas do mesmo sexo. Quase 200 pessoas já passaram pelo grupo.

“Nasci gay e católica”, resume a psicóloga Cristiana Serra, de 39 anos, integrante do grupo desde 2008, em entrevista ao jornal Extra. Cristiana, que aprendeu a rezar com a avó e estudou em colégio de freiras, sempre teve que lidar com os dilemas entre sua orientação sexual e a religião.

No grupo, ela encontrou sua turma! Outros gays católicos que, na verdade, se encontram consigo mesmo na consciência, garante Cristiana. “A primeira vez que eu fui no grupo e assisti uma missa com eles foi um impacto enorme. Percebi que eu deixava meu lado gay de fora da igreja. Nesse dia, me senti completa”, lembra a psicóloga.

Com a experiência das reuniões, o grupo indica igrejas em que a comunidade e o padre recebem melhor os gays. As paróquias Imaculada Conceição e São Sebastião, no Engenho de Dentro, Ressurreição, no Arpoador, e Loreto, na Freguesia, são tidas como ‘friendly’.

fonte: Pheeno

Paraíba: Ambulatório para travestis e transexuais é inaugurado

Nesta semana, em João Pessoa, na Paraíba, foi inaugurado no Hospital Clementino Fraga um ambulatório de saúde especialmente voltado para travestis e transexuais.

A equipe médica será formada por psicólogos, ginecologistas, endocrinologistas, entre outras especialidades. "No serviço público essa população não era bem assistida, agora terão a assistência necessária para garantia de sua saúde", declarou Fernanda Benvenutty, presidente da Associação Nacional de Travestis e Transexuais.

A inauguração do ambulatório contou com a presenta do governador do Estado, Ricardo Coutinho, e o vice-governador, Rômulo Gouveia.

fonte: A Capa

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Montenegro: Primeira parada gay acaba em confrontos

Parada Gay Budva 2013Aos gritos de “matem os gay”, cerca de 200 pessoas atacaram ativistas homossexuais que participavam da primeira passeata pública do orgulho gay na cidade costeira de Budva, em Montenegro. O choque ocorre no momento em que a pequena nação busca melhorar seus índices de direitos humanos para se unir à União Europeia.

Os agressores jogaram pedras, garrafas e vidros contra cerca de 40 ativistas que vestiam camisas com as cores do arco-íris, símbolo do movimento gay. A polícia também acabou sendo atingida no ataque.

Carregando cartazes com a mensagem “Montenegro saudável”, os opositores chamavam os ativistas homossexuais de “doentes”. Pelo menos dez deles foram presos e vários ficaram levemente feridos, informaram as forças de segurança.

A polícia interveio para expulsar os agressores e permitir a realização da passeata. Os participantes marcharam brevemente pela costa e depois pararam para ouvir discursos, enquanto extremistas os insultavam à distância. Mais tarde, a polícia voltou a entrar em choque com um grupo menor de manifestantes em vários pontos da cidade.

Zdravko Cimbaljevic, um dos organizadores da marcha, disse que não esperava uma reação tão violenta, o que obrigou os ativistas a encurtarem sua rota para evitar novos confrontos. Os opositores haviam postado avisos falsos em edifícios públicos em Budva anunciando a morte de Cimbaljevic.

- Esta é a verdadeira face de Montenegro - disse o ativista.

O primeiro-ministro Milo Djukanovic condenou a violência e disse que o governo tinha que proteger as minorias.

- Se a política do governo é de apoiar os direitos de todas as pessoas, se adotamos estratégias para proteger os direitos de todas as minorias, incluindo a sexual, então nós temos que agir dessa maneira também -disse.

fonte: Extra

Primeiro-ministro britânico dispara: “Eu quero exportar o casamento gay para o mundo”

David Cameron se sente orgulhoso pela igualdade no país

David Cameron 05Um dos principais responsáveis pela legalização do casamento gay na Inglaterra e no País de Gales, o primeiro-ministro britânico, David Cameron, afirmou que gostaria de “exportar” o casamento gay para todo o mundo.

Cameron recebeu na sede do governo lideranças LGBT e falou do seu orgulho de ser o único líder de um partido de direita no mundo a legalizar a união homossexual.

“É uma grande conquista. Essa não é uma causa minha,  é uma causa reconhecida internacionalmente. Mas ainda há muito mais trabalho a ser feito”, disse Cameron.

“Muitos outros países vão querer copiar isto”, acrescentou o primeiro-ministro. “E, como vocês sabem, eu falo sobre a corrida global, sobre como temos de exportar mais e vender mais, então eu vou exportar a equipe dessa lei. Eu acho que eles podem fazer parte desta corrida global e levá-la ao redor do mundo”.

fonte: ParouTudo

‘Graças a Deus’ não existem gays na África, dizem peregrinos da Jornada Mundial da Juventude

Peregrinas de São Tomé e PríncipeSe as posições da Igreja Católica sofrem resistência de grupos anti-homofobia no Brasil e em várias partes do mundo, o mesmo parece não acontecer em São Tomé e Príncipe, na África. A condenação da prática homossexual da Igreja está alinhada com parte da população local, conforme relatos de peregrinos nesta terça-feira na centenária paróquia Nossa Senhora de Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro.

É o caso de Eva de Carvalho, 48 anos, que dá "graças a Deus" ao dizer que "não existe isso (homossexuais)" em seu país.  Ela é originária do país africano, que conta com uma população predominantemente católica (70,3%, segundo senso realizado em 2001). Eva diz que o tema sequer é abordado por lá.

Itola Lima, 62 anos, também de São Tomé e Príncipe, faz coro com a amiga ao dizer que não existe homossexualidade em seu país e faz uso da Bíblia para condenar a prática. "Deus fez um homem e uma mulher", argumenta.

O assunto, no entanto, não deverá ser tema de debate nos dias de Jornada Mundial da Juventude (JMJ), no Rio de Janeiro. Com intenção de reunir fiéis e alcançar os menos religiosos, a Igreja - a exemplo do Papa, em sua primeira declaração no País - deverá evitar temas mais controversos.

Entre quarta e sexta-feira, diversas paróquias da cidade vão oferecer catequeses sob a temática central do evento ("Ide e fazei discípulos" - um mandamento de Jesus, segundo a crença cristã). As pregações serão feitas em vários idiomas e a abordagem será menos profunda, justamente para contemplar os não-iniciados nos assuntos religiosos e os estrangeiros que não dominam o português.

"O objetivo é anunciar o evangelho. É levar Cristo a todas as nações, como é o tema da Jornada. Fazer com que todos experimentem profundamente a fé em Jesus Cristo", explica o padre Pedro dos Santos, da paróquia Nossa Senhora de Copacabana, que espera receber 2 mil pessoas nos três dias de catequese.

fonte: Terra

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Vocalista da banda “The Gossip” divulga foto de sua união gay realizada no Havaí

Beth Ditto e Kristin OgataBeth Ditto, vocalista da irreverente banda "The Gossip", se casou no começo de junho com sua parceira de três anos, Kristin Ogata. A cerimônia aconteceu em Maui, no Havaí, e somente agora o casal resolveu divulgar uma foto da união.

"Só agora que chegamos em casa tivemos tempo de compartilhar com vocês uma foto do nosso casamento. Muito amor e gratidão a todos amigos e familiares que celebraram com a gente. Um enorme obrigada a Jean Paul Gaultier que fez do meu vestido um sonho que se tornou realidade", escreveu Beth em sua página no Facebook.

Meses antes ao casamento, a vocalista contou que ela e a namorada sempre foram melhores amigas e que nasceu para ser casada. Felicidade às meninas!

fonte: A Capa

Kit da Jornada Mundial da Juventude traz manual contra adoção de crianças por casais gays

Guia para peregrinos tenta dar base científica a posições como veto à adoção por gays

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Em seu primeiro discurso oficial em terras brasileiras, o Papa Francisco pediu permissão para “bater delicadamente” na porta dos corações brasileiros, numa mensagem de amor fraternal. Contudo, a delicadeza do Pontífice ficou da porta para fora na elaboração do “Manual de Bioética” distribuído a peregrinos, voluntários e jornalistas. No livreto, a Igreja reafirma seu posicionamento ortodoxo em temas como aborto, pesquisa com células-tronco e homossexualismo.

O “Manual de Bioética” traz “reflexões éticas” e críticas a temas considerados tabus pala Cúria católica. Entregue a mais de 350 mil jovens inscritos, o livreto ainda questiona a reprodução assistida, condena o aborto e diz que o modelo familiar só é completo quando a família é constituída por um homem e uma mulher.

— Esse manual nada mais é do que a representação do pensamento ético católico. Alguns desses preceitos já foram superados e estão incorporados na sociedade. Infelizmente, a Igreja ainda não acompanhou nem se adaptou às mudanças. Eles são um retrato do pensamento mais ortodoxo católico — definiu o coordenador da Comissão de Bioética do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj), Arnaldo Pineschi.

Num dos pontos mais polêmicos do manual, a Igreja põe em xeque a saúde mental de crianças cujos pais sejam homossexuais. O texto vincula o desenvolvimento da criança a uma estrutura familiar de pai e mãe: “Sejamos realistas: nascemos menino ou menina. A procriação necessita de pai e mãe. A criança precisa de pai e mãe para se desenvolver.” Ele afirma ainda que recusar a adoção aos homossexuais não representa homofobia.

Argumento rejeitado pelo STF
“Ter um filho não é um direito! O filho não é um bem de consumo, que viria ao mundo em função das necessidades ou dos desejos dos pais. Embora o fato de alguém não poder ter filhos seja fonte de sofrimento, essa reivindicação dos lobbies homossexuais não é legítima. É preciso um homem e uma mulher para gerar um filho. Querer ignorar essa exigência biológica é um forte indício de que a reivindicação não é justa. E se houver algum direito a alegar, seria o direito da criança a ter pai e mãe para poder constituir a sua personalidade”, diz o texto.

— A Igreja quer refirmar seus dogmas. É previsível. Esperamos que esse Papa, que se mostra a princípio reformador, venha a dialogar com todos esse setores que foram segregados da Igreja ao longo do tempo. Não dá mais para viver na Idade da Pedra. O direito tem que ser igual para todos os cidadãos — criticou Juliano Moreira, presidente do Grupo Arco-Íris

A publicação ainda condena a pesquisa de células-tronco e embriões, reafirmando a teoria de que desde a fecundação do óvulo o ser humano já está constituído, argumento rejeitado pelo Supremo Tribunal Federal em 2008 ao liberar essas pesquisas no Brasil.

Com um tom científico-pastoral, a publicação se baseia na obra do pesquisador francês Jérôme Lejeune, responsável pela identificação da origem genética da Síndrome de Down e conhecido por sua forte ligação com a Igreja. Elaborado sob a orientação da Comissão Nacional da Pastoral Familiar, com o Centro de Estudos Biosanitários (Espanha) e com Fundação Jérôme Lejeune, o manual foi comemorado pelo presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a família, da CNBB, dom João Carlos Petrini, em seu lançamento como uma verdadeira “façanha”:

— Conseguimos ter em mãos um manual destinado aos jovens, com linguagem acessível, que é uma oportunidade para abordar questões tão delicadas e complexas, a respeito da vida — diz Petrini.

fonte: O Globo

Jéssica Andrade levanta bandeira gay antes de luta histórica no UFC

Jéssica AndradeNo sábado (27/07), Jéssica Andrade proporcionará um momento único para o País e para o UFC. Ela será a primeira brasileira a lutar no octógono e fará parte da primeira luta protagonizada por duas lésbicas.

Jéssica, de 21 anos, enfrenta a também abertamente homossexual Liz Carmouche, dos Estados Unidos. Ambas têm orgulho de suas orientações sexuais e Jéssica falou sobre a esposa ao UOL. “Nós estamos juntas há dois anos. Ela foi uma das que mais me apoiou em toda a minha carreira. Várias vezes, pelas dificuldades, quis parar. Mas ela nunca deixou. Falava: ‘você chegou tão longe, vai parar agora? Continua! Você tem futuro!’. Sem ela, eu teria parado, estaria trabalhando na roça, no sítio com o meu pai, ou em uma farmácia… Ela foi crucial”.

A brasileira achou interessante entrar justamente em duelo com Carmouche, que participou da primeira luta feminina da história do UFC. A americana não só defende a bandeira gay como até luta com um protetor bucal com as cores do arco-íris.

“É legal tê-la como rival, ela se revelou até antes de mim, é mais velha, e é bom saber que as pessoas vão olhar para a gente, vão ver nossa luta e não vão se importar com isso. Não é uma doença, é algo que nasce com você. Eu sempre fui homossexual, nunca tive vergonha de dizer. Cada pessoa tem sua escolha de revelar, e algumas não tem coragem. Mas eu defendo, sou feliz assim. Isso não influência meu jeito de lutar, meu jeito de ser”, explica.

Sobre a luta, Jéssica não esconde a ansiedade e revela que escolheu o hit “Diamonds”, de Rihanna, como sua música de entrada no ringue. “Todo atleta sente aquele friozinho na barriga, aquele medinho de entrar lá, mas acho que isso é normal para todo lutador. Estou tentando focar o máximo, me manter bem tranquila, mas acho que, na hora que eu entrar no corredor, vai ser tudo misturado, ansiedade, etc”, disse, em papo com o site Combate.

fonte: Pheeno

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