sábado, 18 de junho de 2011

Estados Unidos: Senado de Nova York adia votação sobre casamento gay

Um impasse provocou o adiamento da votação da proposta de legalização do casamento gay no estado de Nova York, prevista para esta sexta-feira.

O placar dos votos declarados apontava um empate — 31 a 31 —, mas os senadores estaduais republicanos, que são a maioria, citaram preocupações com a liberdade religiosa para evitar colocar o texto em votação. Nova York seria o sexto estado americano, além do Distrito de Columbia, a aprovar o casamento de homossexuais.

O presidente da Conferência Nacional dos Bispos Católicos dos EUA e arcebispo de Nova York, Timothy Dolan, aumentou ontem a pressão dos religiosos em entrevista a uma estação de rádio na qual definiu o casamento homossexual como injusto, imoral e “uma violação das leis naturais”.

— Somos realistas, sabemos que as forças que empurram esse projeto são muito fortes, muito bem azeitadas, bem financiadas. Mas o jogo não está decidido. Há uma boa chance de que a lei não passe este ano — disse.

O projeto de legalização do casamento gay, apresentado pelo governador Mario Cuomo, foi aprovado na quarta-feira na Assembleia Legislativa, onde os democratas são maioria. No Senado estadual, no entanto, os republicanos têm o controle, e alegam não estar preparados para votar devido à preocupação com problemas que poderiam ser causados para instituições religiosas, como efeito colateral da legalização do casamento gay. A tese é que as igrejas poderão ser processadas por casais homossexuais que se sintam discriminados por não poderem oficializar sua união também na instituição religiosa. Levado ao extremo esse argumento, a liberdade religiosa — garantida pela Constituição dos EUA — estaria em risco.

— As pessoas precisam estar confortáveis com o que estão votando, precisam estar seguras de que não haverá consequências não pretendidas com esta lei — disse o senador estadual Dean Skelos, líder da maioria republicana, ao anunciar que a votação não ocorreria na sexta.

Legislativo de NY só tem mais um dia antes do recesso
O Legislativo de Nova York terá na segunda-feira seu último dia de trabalho antes do recesso de verão, a menos que o governador faça uma convocação extraordinária. Mas o democrata Tom Duane, único senador assumidamente gay de Nova York, ainda se dizia otimista.

— Acredito que haverá senadores republicanos que votarão a favor, outros mais além dos dois que já tiveram a coragem de anunciar isso. Vamos conseguir responder às preocupações deles com a religião. Acho que vamos alcançar a igualdade no casamento este ano — disse.

Nos corredores do Senado, havia uma sensação de frustração entre os defensores da causa do casamento homossexual. Para os ativistas do movimento gay que compareceram a Albany para pressionar os parlamentares, a reabertura do debate sobre a questão religiosa foi uma manobra da oposição para atrasar a votação.

— Eles só estão querendo ganhar tempo. Se o problema fosse realmente mudar a redação do projeto para proteger as igrejas, eles teriam oferecido uma redação alternativa — disse Ron Zacchi, diretor-executivo da ONG Marriage Equality.

Outros acreditam que a proteção para as igrejas já está garantida na legislação.

— Nenhum clérigo é obrigado a casar duas pessoas, mesmo um casal heterossexual. Um casal católico nunca teria o direito de ser casado por um rabino, e vice-versa — disse Robert Voorheis, que se casou no Canadá com Michael Sabatino, seu companheiro há 33 anos.

— O casamento é um contrato com o Estado, não com a Igreja — disse Sabatino.

Jake Goodman, integrante do grupo Queers Rising, disse que a organização está preparada para ações de protesto.

— Somos os pitbulls deste movimento. Todas as opções estão sendo consideradas. Somos defensores da desobediência civil, mas sem violência — disse Goodman.

fonte: Extra Online

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Hillary Clinton considerou "histórica" a resolução da ONU sobre os homossexuais

Hillary ClintonA secretária de Estado americana, Hillary Clinton, considerou "histórica", nesta sexta-feira, a aprovação da resolução da ONU sobre os direitos dos homossexuais, uma vez que reafirma a universalidade dos direitos humanos.

"Representa um momento histórico para ressaltar os abusos aos direitos humanos e as violações sofridas pelas pessoas lésbicas, gays, bissexuais e transexuales em todo o mundo, apenas por serem quem são", disse Hillary numa declaração.

"A resolução de hoje é um ponto de referência na reafirmação de que os direitos humanos são universais. As pessoas não podem ser excluídas de proteção, simplesmente por sua orientação sexual ou identidade de gênero", acrescentou a chefe da diplomacia americana.

O Conselho de Direitos Humanos da ONU aprovou nesta sexta-feira, por pequena maioria, uma resolução que busca garantir a igualdade dos direitos para todas as pessoas, independentemente de sua orientação sexual. A resolução obteve 23 votos a favor, 19 contra e teve 3 abstenções, tendo sido adotada em Genebra.

fonte: G1

Distrito Federal: Um terço dos alunos rejeita colegas homossexuais

De acordo com a pesquisa “Revelando tramas, descobrindo segredos: violência e convivência nas escolas”, que foi realizada há 3 anos, 63,1% dos estudantes do Distrito Federal alegam ter visto pessoas supostamente homossexuais sofrerem preconceitos; e 27,8% declararam não desejar ter um homossexual como colega.

Diante dessa realidade, o deputado federal Jean Wyllys afirmou que a Frente Parlamentar LGBT vai atuar para que iniciativas legislativas sejam aprovadas para combater o problema e o deputado Luiz Couto ressaltou a necessidade de debater o assunto com as comunidades nas quais os colégios estão inseridos.

fonte: Cena G

Brasil tem primeiro site de compras coletivas para gays

O 'Gothan For Man' entra no ar no próximo dia 20 de Junho

Muitas empresas perceberam, nos últimos anos, a força do poderoso mercado gay, que gasta 30% mais que os heterossexuais e se mantém fiel às marcas. Esse nicho tem atraído a atenção de diversos segmentos tais como moda, turismo, decoração, esportes, cultura etc. Segundo o IBGE, 10% da população do Brasil são de homossexuais. Na visão corporativa, isso significa 18 milhões de consumidores.

De olho nesse público, nasce no Brasil o primeiro site de compras coletivas para gays, o Gothan for man. A página entra no ar na próxima segunda-feira (20), perto da data da Parada Gay de São Paulo (26).

Um dos autores do site, Rafael Lopes, escolheu o nome Gothan for man em homenagem à cidade onde aconteciam as aventuras dos famosos personagens da DC Comics, Batman e Robin.

"A ideia é dar um ar urbano ao portal, ele é a porta de entrada para uma cidade virtual cheia de ofertas de lojas, spas, restaurantes, casas noturnas, bares, locadoras, clínicas de estética, operadoras de turismo, pet shops etc”, declara Rafael.

Quadrinhos
Nas histórias em quadrinhos, Batman usava uma máscara para desempenhar uma de suas potencialidades, ou seja, agir de acordo com sua essência. Já Robin, conhecido como menino prodígio, era o parceiro fiel e de todos os momentos de Batman. Era visível a forte ligação de amizade e cumplicidade entre os dois. A ideia do site, segundo seus idealizadores, é "propiciar um ambiente diferente e autêntico, onde os gays poderão transitar de forma natural e livre, sem se preocupar com máscaras ou sombras".

“Aqui, eles podem vivenciar suas identidades de maneira plena. Esse público tem luz e talento próprios para conquistar o que quer em qualquer área da vida, sentimental ou material”, finaliza o autor.

O objetivo do projeto é oferecer serviços e produtos específicos para o público gay masculino tais como cruzeiros, restaurantes e bares, além de outros produtos com temática homossexual, eróticos e sensuais. No início das atividades serão disponibilizadas ofertas nas cidades de São Paulo, e em seguida no Rio de Janeiro. Na temporada de verão, começam as ofertas em Florianópolis.

Nova forma de consumir
Os sites de compra coletiva começaram a surgir no Brasil no ano de 2010, quando o setor movimentou cerca de R$ 10,7 milhões no país e, segundo dados do e-bit, a estimativa chega à cifra de R$ 14 bilhões para este ano.

Segundo especialistas, o motivo que tem resultado nesses números são as inúmeras vantagens que o e-commerce (compra e venda de produtos pela internet) oferece às empresas e aos consumidores, como adquirir produtos com descontos que chegam a 90%. Já os comerciantes veem esse nicho como uma excelente ferramenta que permite aumentar o mailing e oferecer os demais serviços da empresa.

Como o faturamento conseguido em função das compras é muito baixo, os estabelecimentos costumam lucrar com as vendas cruzadas, oferecendo outros serviços e produtos complementares àquele que já será consumido com o cupom promocional.

site: http://www.gothanforman.com.br

fonte: Jornal do Brasil

São Paulo: Vereador evangélico diz que gays não podem ter “superpoderes”

vereador de Jundiaí Val FreitasA Câmara de Vereadores de Jundiaí, em São Paulo, aprovou uma moção de cunho religioso contra o kit anti-homofobia do Ministério da Educação.

“[Os gays] merecem respeito, mas não com superpoderes. Dessa forma, nossos filhos vão querer ser homossexuais pelos direitos”, alegou o vereador evangélico Val Freitas.

Já o evangélico Roberto Conde, ligado à Igreja Universal apoiou o colega: “Não somos contra os homossexuais, mas contra o homossexualismo porque não é de Deus”.

“Uma coisa é dizer que é pecado, outra é ofender cidadãos chamando-os de ‘anormais’. A estimativa é de 260 homossexuais mortos por ano em manifestações homofóbicas. É preciso acabar com a violência física e verbal”, defendeu Rose Gouvea do movimento LGBT Jundiaí, destacando ainda que o termo homossexualismo é errado.

fonte: Cena G

Conselho da ONU declara igualdade de direitos para gays

assembleia onuO principal organismo da Organização das Nações Unidas (ONU) para os direitos humanos declarou na sexta-feira que não deve haver discriminação nem violência contra pessoas com base em sua orientação sexual, numa votação considerada histórica pelos países ocidentais, mas rejeitada pelos países islâmicos.

A resolução polêmica marcou a primeira vez que o Conselho de Direitos Humanos reconheceu direitos iguais para lésbicas, gays, bissexuais e transexuais, disseram diplomatas.

O texto, apresentado pela África do Sul, foi aprovado com 23 países a favor, 19 contra, 3 abstenções e uma delegação ausente durante a votação do conselho. A Líbia, que era membro do fórum de Genebra de 47 assentos, foi suspensa em março do conselho.

'Hoje, demos um passo importante adiante em nosso reconhecimento de que os direitos humanos são de fato universais. Reconhecemos que é errada a violência contra uma pessoa por causa de quem ela é', disse a embaixadora norte-americana Eileen Chamberlain Donahoe, elogiando a 'resolução simples, mas histórica'.

'O direito de escolher quem amamos e de compartilhar a vida com aqueles que amamos é sagrado. Além disso, enviamos uma mensagem inequívoca de que cada ser humano merece proteção igual', afirmou ela.

Delegações de países como Paquistão, Arábia Saudita, Barein, Catar e Bangladesh se retiraram da sala para rejeitar a iniciativa.

O embaixador da Mauritânia na ONU em Genebra, xeique Ahmed Ould Zahaf, disse que a questão não está no âmbito de nenhum tratado internacional de direitos humanos.

'Essa questão não tem nada a ver com direitos humanos', disse ele, antes da votação. 'O que encontramos aqui é uma tentativa de mudar o direito natural de um ser humano por um direito não natural. É por isso que exortamos todos os membros a votar contra ela.'

No geral, a homossexualidade é um tabu nos países islâmicos e é considerada uma violação dos valores religiosos e culturais. Os homens homossexuais no Golfo Pérsico são frequentemente presos e condenados à prisão.

fonte: G1

terça-feira, 14 de junho de 2011

Líder da Frente Evangélica questiona número de assassinatos de gays no Brasil e pede investigação

Deputado João Campos, líder dos evangélicos em Brasília, duvida do número de assassinatos de gays

Deputado João CamposOs números de assassinatos de homossexuais que o GGB (Grupo Gay da Bahia) divulga todos os anos estão sendo questionados pelo deputado federal João Campos, do PSDB de Goiás. Ele quer que o ministério da Justiça investigue esses números.

O GGB sempre deixou claro que o levantamento de assassinatos é feito através de notícias publicada sem jornais e sites. Por falta de um número oficial, este número é usado como fonte em todo o Brasil, inclusive pelo governo federal. O deputado João Campos, que é coordenador da Frente Parlamentar Evangélica, duvida dos números que indicam 260 assassinatos motivados por homofobia em 2010.

“Estão dizendo que, em todos os casos de assassinato de homossexuais, a motivação foi a homofobia. Será que é verdade? Qual o perfil dos autores desses assassinatos? São os companheiros ou terceiros? Será que tem alguma motivação relacionada com droga, álcool, prostituição? Será homofobia ou o gay está sendo vítima de violência da mesma forma que o heterossexual?”, questiona João Campos. “Nós precisamos passar essas informações a limpo, para ninguém ser induzido ao erro”, afirmou.

Os números do GGB são usados na maioria das discussões em torno do PLC 122, projeto de lei que pretende criminalizar crimes motivados por homofobia. A Frente Evangélica é bastante contrária ao PLC 122.

Um novo projeto para substituir o PLC 122
A Frente Evangélica quer apoiar um novo projeto, o PL 6418/2005, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), que tem caráter mais geral e torna inafiançáveis e imprescritíveis crimes de discriminação no mercado de trabalho, de injúria resultante de preconceito e de apologia ao racismo _mas não criminaliza diretamente discursos contra a homossexualidade.

“O PL 122 é flagrantemente inconstitucional. Quando ele propõe a criminalização da homofobia, esse projeto subtrai da sociedade aquilo que é o sustentáculo da democracia: a livre manifestação do pensamento e a inviolabilidade da crença e da consciência”, defendeu João Campos ao site Congresso em Foco. “O nosso encaminhamento é para apoiar um projeto do senador Paim, que caminha nessa mesma direção, mas sem esses vícios de constitucionalidade”, disse.

O deputado João Campos disse, ainda, que a homossexualidade não é normal e que a Frente Evangélica vai se posicionar contra qualquer ampliação de direito para essa parcela da população. Ao Congresso em Foco, João também disse que seus 80 parlamentares filiados não irão negociar nada em relação a união homoafetiva nem a adoção de crianças por casais homossexuais.

Vale lembrar que na semana passada o mesmo deputado propôs uma proposta de decreto que derrubaria a decisão do Supremo que garantiu a união homoafetiva. Mas o presidente da Câmara, deputado Marco Maia, não acatou o pedido.

fonte: MixBrasil

Ministro da Saúde informa que homossexuais podem doar sangue

O Grupo Matizes aproveitou o Dia do Doador de Sangue para fazer um protesto em frente ao Hemopi contra o impedimento de homens gays e bissexuais serem doadores.

Durante o ato, a coordenadora do grupo, Marinalva Santana, recebeu uma ligação do assessor especial do Ministro da Saúde informando que o ministro Alexandre Padilha assinou uma portaria incorporando novos elemento à orientação da Anvisa.

Uma das novidades é que a doação é voluntária e não se pode criar obstáculos, como orientação sexual. A determinação indica ainda que sejam lançados editais para pesquisa sobre a confiabilidade e segurança do sangue doado.

fonte: Cena G

Estados Unidos: Duas mulheres, um negro e um gay são pré-candidatos republicanos

Grupo se apresentou pela 1ª vez ao público dos EUA nesta segunda (13). Eles disputarão primária para escolher quem enfrentará Obama em 2012.

pre candidatos estados unidos

Um negro, duas mulheres e um judeu homossexual: o grupo heterogêneo representa metade dos candidatos republicanos às eleições presidenciais americanas de 2012.

O partido de Ronald Reagan, George W. Bush e John McCain foi representado por muito tempo por homens brancos, experientes. Mas a realidade mudou ante a batalha de 2012 contra o presidente Barack Obama, com a apresentação de um amplo leque de pré-candidatos às primárias republicanas.

Uma das mudanças mais visíveis é a presença de duas políticas, a congressista Michele Bachmann e a ex-governadora do Alasca Sarah Palin - duas figuras do movimento conservador 'Tea Party '-, como protagonistas.

Michele Bachman já anunciou oficialmente a candidatura e participou na segunda-feira em um debate na TV entre republicanos em New Hampshire, enquanto Sarah Palin faz uma viagem por todo o país.

Até hoje, nenhuma mulher chegou à presidência dos Estados Unidos, cargo ocupado atualmente por um negro, que - embora pouco provável - pode ter um adversário negro em 2012.

As pesquisas mais recentes do instituto Gallup mostram Herman Cain, ex-executivo da rede de 'fast food' "Godfather's pizza", como o terceiro colocado entre os republicanos, atrás de Sarah Palin e de Mitt Romney, branco, heterossexual e mórmon.

Mas Herman Cain minimiza o aspecto racial.

"Sou realmente negro?", respondeu, com um sorriso, ao ser questionado pela AFP se era importante para os republicanos ter encontrado um candidato negro.

"Acredito que a maioria das pessoas já superou o tema da raça. O que importa é que sou um conservador afroamericano".

Sem dúvida, os republicanos flexibilizaram o credo do homem protestante branco, mas a tentativa de Fred Karger de ser o primeiro judeu homossexual candidato do Partido Republicano à presidência parece tentar levar a mudança ainda mais longe.

Durante um comício republicano em New Hampshire no fim de semana, o ex-colaborador de Ronald Reagan distribuiu 'frisbees', ao mesmo tempo que convidava os membros do partido a ter mais diversão.

Karger afirmou à AFP que no momento sua estratégia consiste em conseguir participar em um dos debates televisivos para que as pessoas comecem a conhecê-lo, o que o levaria a enfrentar as personalidades políticas mais populares.

A batalha de Karger se revela difícil, como demonstrou rapidamente o público essencialmente branco, mais velho e inflexível, que depois de ouvir seu discurso sobre a luta contra os democratas manifestou desacordo.

Tim Pawlenty, ex-governador de Minnesota e um dos homems brancos e protestantes do campo republicano, foi ovacionado ao se declarar contra o casamento gay.

Mas para Don Holden, analista de segurança informática, somente a presença de Karger já demonstra que o partido mudou de verdade.

"Ele não foi vaiado nem retirado da sala", destacou.

fonte: G1

França: Deputados votam contra legalização de casamento gay

Como esperado pela oposição, deputados franceses vetaram a proposta de legalização do casamento entre homossexuais. O Partido Socialista, no entanto, afirmou que a união gay será uma das principais reformas da legenda se esta ganhar as eleições presidenciais no ano que vem.

Membros da Assembleia Nacional, o equivalente à Câmara no Brasil, rejeitou a medida por 293 votos contra 222. O partido conservador de Nicolas Sarkozy, o UMP, liderou a campanha pelo "não", enquanto socialistas e outros partidos de esquerda apoiaram a criação da lei.

O movimento pró-casamento gay alega que a França precisa estar alinhada com outros países europeus, como Espanha, Portugal e Holanda, onde o casamento homossexual já é legalizado. No início do ano, o tribunal mais alto da França determinaram que leis que proíbem as relações entre pessoas do mesmo sexo não violam a Constituição.

fonte: Extra Online

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