quarta-feira, 31 de julho de 2013

Goiás: Garota de 17 anos mata ex-namorada

Garota planejou friamente assassinato e planejava se livrar do corpo

Uma adolescente de 17 anos matou a jovem Bianca Mantelli Pazinatto, de 18 anos, porque não aceitou o fim do namoro. O crime aconteceu em Jataí (a 321km de Goiânia) na segunda-feira, 29.

De acordo com a polícia, o corpo foi encontrado debaixo da cama da suspeita enrolado em sacos plásticos com várias perfurações de faca, a maior delas, no pescoço. Uma outra jovem de 16 anos também foi apreendida como cúmplice.

Bianca estava desaparecida desde a manhã de segunda e sua família acionou a polícia, que chegou à casa da suspeita, na noite do mesmo dia, por meio de rastreamento do celular da vítima.

No quarto da suspeita a polícia encontrou um bilhete que dizia: “Perdi tudo pra você, e isso está partindo meu coração, lembre-se de tomar cuidado, pois muitas coisas bonitas tornam-se ruins lá fora.”

Outras anotações lembravam a própria criminosa dos procedimentos que deveria realizar no assassinato, como “depois da ação, tirar a luva, colocar no saco, pegar o celular” e “carregamos a infeliz até o local e queimamos”.

“Fiquei impressionado com a frieza dessa menina de 17 anos. Ela não demonstrou nenhum sentimento ao detalhar o crime. No quarto onde tudo aconteceu, encontramos uma cena de terror”, disse o delegado André Fernandes de Almeida, à “Folha de S.Paulo.

fonte: ParouTudo

“Se precisar vamos até o Papa defender o padre Beto”, diz advogado

Ação contra Diocese de Bauru, SP, pedirá direito de defesa na Justiça. Pároco foi excomungado da Igreja Católica por declarações polêmicas.

Padre BetoOs advogados do padre Roberto Francisco Daniel, conhecido como padre Beto, excomungado da Igreja Católica pela Diocese de Bauru (SP) no final de abril deste ano, protocolaram na Justiça um pedido de medida cautelar para obter o direito de defesa no processo canônico que proibiu o religioso de celebrar e frequentar missas.

Antonio Celso Galdino Fraga, advogado do padre e especialista na área, diz que vai até onde for preciso para conquistar o direito de defesa. “Por uma questão de bom senso, a Diocese de Bauru pode resolver essa questão de uma forma inteligente, anulando o processo que inicialmente instaurou contra o padre Beto, iniciando um novo. Desde que respeitando o devido processo legal. E nós como advogados, estaremos aptos a defender o nosso cliente até o com o Santo Padre em Roma se for preciso”.

Uma ação deverá ser protocolada daqui a 20 dias. Os advogados acreditam que o caso é inédito na Justiça brasileira. “A ação principal será proposta provavelmente em 20 dias. O Código de Processo Civil estabelece o prazo de 30 dias da concessão da liminar, mas estamos propensos a ajuizar a ação anulatória. Talvez seja o primeiro caso que a Justiça brasileira enfrente oriundo de um processo eclesiástico. Tivemos no passado a notícia só da Suprema Corte reconhecendo a sua soberania para julgar a Igreja Católica instituída nos Estados Unidos em ações indenizatórias que pessoas propuseram por atos que caracterizariam abuso sexual no passado. Esperamos que a Justiça brasileira também se pronuncie no mesmo sentido de que a Diocese de Bauru, enquanto pessoa jurídica de direito privado, criada, organizada e submissa, portanto, ao nosso ordenamento jurídico, respeito a Constituição, anule esse processo que foi instaurado contra o padre Beto permitindo-lhe se defender”, enfatizou Fraga.

Antonio FragaO advogado informou também que a Constituição Brasileira tem que ser respeitada. E que padre Beto deve ter a chance de defesa. “Com um decreto de 2010, que é uma concordata, ficou muito claro que no exercício das atividades, das confissões, que são as instituições que a igreja mantém no Brasil, como a Cúria, a Diocese, todas são confissões. Elas têm de observar no exercício de suas atividades permitidas pelo Brasil enquanto estado laico, que respeitem a nossa Constituição e o nosso ordenamento jurídico. Então, no caso de uma excomunhão automática sem o respeito do devido processo legal, com acesso ao processo, instituição de um advogado para realizar os atos de defesa e execução de defesa propriamente, isso é incompatível e inaplicável no Brasil”.

Declarações polêmicas sobre temas como a homossexualidade, fidelidade e a necessidade de mudanças na estrutura da Igreja Católica, todas publicadas nas redes sociais, foram os motivos alegados pela Diocese, que excomungou Padre Beto por heresia e cisma. “São duas acusações sérias. O padre não teve condições de questionar a excomunhão que lhe foi aplicada. Ainda mais para ele, que foi ordenado, enfim, a ligação com a Igreja Católica, de não poder na circunstância que se encontra, de receber o sacramento. E até a extrema unção na hipótese de morte para ter a salvação”, completou Antonio Fraga. Ao lado dele no caso está o advogado Tito Costa.

‘Quero voltar’
Em meio aos conflitos, padre Beto lançou na noite de terça-feira (30), em Bauru, o livro intitulado “Verdades Proibidas”. Ele afirmou a reportagem que a ação na Justiça é para conseguir o direito de defesa da decisão da Igreja Católica e tentar reverter a decisão da excomunhão. "Nenhuma instituição pode fazer isso com uma pessoa. Me senti um adolescente em um internato. Quero voltar a celebrar missas. Não deixei de ser padre. Não foi uma decisão minha. Continuo me sentindo um padre”.

A Diocese de Bauru preferiu não se manifestar sobre o assunto.

Papa x Homossexualismo
Um dos motivos da excomunhão de padre Beto seriam as declarações polêmicas sobre o homossexualismo, por exemplo. Durante a visita do Papa Francisco ao Brasil na semana passada, uma declaração chamou a atenção. O pontífice disse que “se uma pessoa é gay e busca a Deus, quem sou eu para julgá-la?”.

O discurso e a postura do Papa tiveram a aprovação do padre bauruense. “Ele mostrou que devemos pensar teologicamente. Racionar e refletir. São novas realidades que estamos vivendo. Não podemos seguir uma cartilha. Temos que pensar como Deus agisse. O Papa Francisco mostrou claramente que a discussão é algo necessário. E isso é o que tentei fazer durante toda minha vida como padre. A postura é essa. É preciso revisar”.

De acordo com o padre, a decisão de entrar com a ação partiu antes da vinda do Papa ao Brasil. “Já estava decidida antes porque não tivemos acesso ao processo. Assinei uma procuração para os meus advogados no início de julho”.

No entanto, ele também afirmou que está mais motivado e confiante com as declarações do pontífice em relação a temas polêmicos. “Deixa a gente mais confiante. A vinda do Papa nos animou com suas declarações. A postura dele de ser gente como a gente. Com uma postura teológica do encontro e não do afastamento. Ele resgata a questão da igreja do povo de Deus”.

Livro
Já em relação ao livro “Verdades Polêmicas”, padre Beto disse que pretendeu mostrar o que há de obscuro em temas como família. “É preciso refletir determinadas verdades que a igreja e a sociedade não querem enxergar. Não se discute, por exemplo, que a família é um poço de neurose. As crianças são ensinadas a vestir máscaras e representar papéis. Em casa é uma coisa e fora dela é outra”, finalizou.

fonte: G1

Nick Jonas mostra o corpão no Instagram

Nick JonasNick Jonas postou foto, nesta terça (30/07), em seu Instagram onde, literalmente, afronta as fogosas e expulsa as invejosas. Em 2005, ele descobriu que era diabético. Na época, o cantor tinha apenas 13 anos e teve que aprender a lidar e cuidar da doença. Aos 20 anos, ele mostra que aprendeu a lição. Na imagem, ele aparece com o abdômen sarado, resultado de uma boa alimentação e de exercícios físicos. “Eu nunca fiz isso, mas…Uma vida saudável e malhação constante. Foto pós-treino. Diabético em forma, 2.0″, escreveu.

fonte: Pheeno

Points gays do Rio tiveram movimento maior durante Jornada Mundial da Juventude

por Mônica Bergamo

JMJ 2013Alguns points gays do Rio de Janeiro tiveram movimento maior durante a Jornada Mundial da Juventude. A Le Boy, a mais tradicional boate de Copacabana, registrou 30% a mais de público na terça-feira da semana passada. "Tivemos mais de 200 pessoas, recorde para uma noite chuvosa", relata o funcionário Júlio César Gomes. O TV Bar abriu as portas excepcionalmente na quarta. "A festa teve nome sugestivo: Me Papa", relata o assessor Carlos Pinho.

Balada
No Galeria Café, em Ipanema, o público foi 50% maior que na semana anterior à JMJ. "Reforçamos até o estoque de bebidas", diz Alexandra Di Calafiori, sócia da casa, que contratou freelancers para reforçar a equipe no período do evento.

Pelo Grindr, aplicativo de paquera gay para smartphones, um rapaz de 23 anos, com sugestivo apelido de Paulista JMJ, postou um recado aos baladeiros da jornada: "Atrás de Cristo e de outras coisas".

Arco-íris
Para Lula Ramires, coordenador da ONG LGBT Corsa (Cidadania, Orgulho, Respeito, Solidariedade, Amor), "há um contingente gay enorme na comunidade católica". "É preciso entender que os fiéis não são necessariamente conservadores." Já Julian Rodrigues, coordenador de Políticas para LGBT da Prefeitura de SP, acha "meio incongruente ser gay e católico". "Mas que tem, tem."

fonte: Folha de S.Paulo

Casal gay de “Amor à Vida” vai adotar criança negra

Casal gay deve ter adotar o segundo filho após rejeição da audiência por procedimentos escolhidos para a primeira criança

Thiago Fragoso e Marcello Antony 03Pesquisa com os telespectadores de “Amor à Vida” apontaram que a audiência não gostou muito da solução de Niko (Thiago Fragoso) e Eron (Marcello Antony) para terem um filho. A inseminação artificial conjugada com a barriga de aluguel foi considerada preconceituosa, em vez de optarem pela adoção.

Para driblar o problema, o autor da trama, Walcyr Carrasco, deve fazer o casal gay adotar uma criança negra. No entanto, segundo a coluna “Outro Canal”, da “Folha de S.Paulo”, esse recurso será usado apenas para o segundo filho.

A primogênita do casal continuará a vir ao mundo pelo processo da inseminação e da barriga de aluguel, até porque é assim que se formará o triângulo amoroso com Amarillys (Danielle Winists). A médica não vai querer devolver a criança gestada em sua barriga e se envolverá amorosamente com Eron.

fonte: ParouTudo

Feliciano chama mídia de ‘desonesta’ ao repercutir fala de Papa sobre gays

O presidente da Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Câmara dos Deputados, Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), criticou nesta segunda-feira a imprensa, e afirmou que os veículos de comunicação distorceram as declarações do papa Francisco sobre homossexuais de forma "desonesta".

Nesta segunda-feira, ainda no avião, em sua viagem de volta ao Vaticano, Francisco afirmou que os homossexuais não devem ser discriminados e sim integrados à Igreja. “Se uma pessoa é gay, busca Deus e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-la?”, disse o Papa.

Em sua página no Twitter, Feliciano publicou uma série de cinco mensagens, e disse concordar com o representante maior daIgreja Católica. De acordo com o parlamentar, porém, a imprensa tratou a declaração de forma "desonesta".

“Li todas as reportagens da entrevista com o Papa sobre homossexuais. O que ele diz faz sentido, ninguém pode julgar ninguém, Mateus 7:1. Também concordo que as igrejas estejam abertas para receber os gays que procuram Deus, aliás isso sempre foi feito pela igreja evangélica. A imprensa só deveria ser mais honesta e colocar com letras garrafais que, entretanto, o Papa disse que a igreja não muda seus posicionamentos. Ou seja, ela ama o pecador mas não ama o pecado. Aceita o homossexual, mas não aceita o ato homossexual. A igreja não muda o que a bíblia diz. Ao fazerem uma matéria com o tema que fizeram a mídia é desonesta, dá-se a entender q o Papa liberou o que a bíblia proibiu”, afirmou.

fonte: Terra

terça-feira, 30 de julho de 2013

Ex-padre gay argentino escreve carta ao Papa Francisco

Andrés Gioeni pediu que o pontífice se adapte aos 'novos paradigmas'. Depoimento foi publicado em sua conta no Facebook.

ex-padre argentino Andrés GioeniUm ex-padre argentino gay, que aposentou o hábito após confessar sua orientação sexual, escreveu uma carta ao Papa Francisco em que pediu que ele se adapte "aos novos paradigmas do mundo contemporâneo" depois que o pontífice disse que não julga os homossexuais.

Andrés Gioeni, que trocou o sacerdócio pelo trabalho de ator e escritor, comemorou "o ar fresco' que a chegada de Francisco ao Vaticano representou, mas advertiu "que há um longo caminho a percorrer".

"Já fui sacerdote católico, pastor, partilhei desse ímpeto missionário e dessa necessidade de reivindicação de abertura eclesial. Até que decidi seguir outro caminho quando descobri minha própria tendência homossexual e admitir minha impossibilidade de exercer o ministério pastoral em celibato", admitiu Gioeni na carta, publicada em sua conta do Facebook.

"Atrevo-me a me tornar porta-voz de uma grande quantidade de pessoas que pertencem à comunidade homossexual. E simplesmente, com humildade, pedir encarecidamente que incentive, estimule, promova e acompanhe um maior aprofundamento na Teologia moral sexual sobre o lugar e a experiência da pessoa homossexual", solicitou o ex-padre, que explicou que se sente "feliz e realizado" após passar dez anos vivendo com um parceiro.

Gioeni deixou claro que não pretende que o novo pontífice renuncie à doutrina eclesiástica mas "a ajude a continuar crescendo e se adequando aos novos paradigmas do mundo contemporâneo que nos desafiam a encontrar novas respostas".

"De verdade, o amor de duas pessoas, sendo do mesmo sexo, não demonstra nem reflete nada do amor de Deus?", questionou o ator, que perguntou também se "a Igreja com seus silêncios vai permitir que continuem se estigmatizando tantos jovens em tantos países onde continuam sendo assassinados somente por sua tendência".

O argentino concluiu pedindo a Francisco que ajude a comunidade homossexual a descobrir por onde pode "transitar pela fé" sem renunciar a sua "experiência de amor".

Durante uma entrevista coletiva a bordo do avião de volta a Roma do Rio de Janeiro, o Papa afirmou que não julga os homossexuais.

"Se uma pessoa é gay, busca o Senhor e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-la? O catecismo da Igreja Católica explica e diz que não se devem marginalizar essas pessoas e que devem ser integradas à sociedade", disse Francisco.

fonte: G1

Estados Unidos: Soldado gay é condenado por 19 crimes

Bradley Manning pode pegar mais de 100 anos de prisão

soldado Bradley ManningO soldado gay Bradley Manning foi considerado culpado por 19 das 22 acusações que sofria por ter vazado mais de 700 mil documentos do governo norte-americano para o WikiLeaks, em 2010.

O veredito foi dado, na terça-feira, 30, pela coronel e juíza militara Denise Lind. O soldado foi considerado inocente da acusação mais grave – de “ajuda ao inimigo” – mas culpado por inúmeras outras, como cinco acusações de espionagem, outras cinco de roubo e uma de fraude a computador.

Manning, que se declarou culpado de metade das acusações, pode ser condenado a até 136 anos de prisão e sua sentença é esperada para ser anunciada a partir desta quarta-feira, 31. O soldado, de 25 anos, está preso desde 2010. Este é considerado o caso mais grave de vazamento de informações do governo na história dos Estados Unidos.

fonte: ParouTudo

Piauí: Teresina é considerada a capital mais homofóbica do país

Segundo dados do relatório sobre violência homofóbica no Brasil, do Grupo Gay da Bahia, Teresina, no Piauí, proporcionalmente ao número de habitantes, é considerada a capital mais homofóbica do país.

Um estudo realizado em 2012 mostra uma média de 15,6% de assassinatos homofóbicos para uma população de pouco mais de 800 mil habitantes.

Segundo Erika Mourão, delegada de direitos humanos, a maioria dos agressores são pessoas próximas das vítimas. "Vizinhos e muitas vezes familiares que são os autores dos crimes. Algumas pessoas tem até receio de se assumirem e as vezes deixam de vir a delegacia. É importante que venham até aqui, façam o registro de ocorrência", declarou em entrevista ao G1.

Para Maria dos Reis, presidente do grupo de travestis e transexuais, os números mostram um retrocesso contra a homofobia. "Parece que quando damos um passo pra frente damos três pra trás. As pessoas ainda insistem em nos martirizar", afirmou.

fonte: A Capa

Estados Unidos: Estudante gay de 16 anos que sofria bullying se suicida

Alexander AJ BettsMais um triste caso de vítima de bullying aconteceu nos Estados Unidos. Desta vez, em uma comunidade no estado de Iowa. Aluno da escola "Southeast Polk High School",  Alexander AJ Betts se suicidou aos 16 anos. Por ser gay e pardo, o estudante era motivo constante de zoação entre os colegas de classe.

Segundo Sheryl Moore, mãe de Alexander, ao longo da vida o filho passou por diversas cirurgias devido ter nascido com lábio leporino. A última operação aconteceu no ano passado e ele estava feliz com sua nova aparência.

Ainda segundo a mãe, Alexander contou à família que era gay há cerca de um ano e meio. Para ela, a morte do filho é "a coisa mais dolorosa que ela já experimentou em toda a vida". Por isso, ela veio a público falar sobre a fatalidade e ressaltar que não é a primeira vez que casos assim acontecem na mesma escola.

A Southeast Polk High School possui um histórico de tragédias semelhantes. Em 2008, quatro adolescentes se mataram. Em dezembro do ano seguinte um jovem de 17 anos tomou a mesma atitude. A sequência de casos fez com que Câmara Municipal, à época, convocasse uma força tarefa para estudar o que foi chamada de "cultura de suicídio".

O diretor da escola, Steve Pettit, apesar do ocorrido, disse que não foi informado que Alexander era vítima de bullying. Segundo o diretor, quando isso acontece o assunto é tratado de maneira "bastante séria" entre a cúpula escolar, iniciando assim uma investigação para identificar os agressores.

fonte: A Capa

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