quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Beijo gay é o único assunto censurado dentro da Globo, diz Aguinaldo Silva

o autor Aguinaldo Silva Um entrevista com Aguinaldo Silva sobre personagens gays da TV e sobre direitos desta população na vida real foi publicada nesta quinta-feira, 17, no G1.

Usando como mote a estreia do personagem homossexual Carlo na série Cinquentinha, da Rede Globo, seu autor Aguinaldo Silva fala sobre outros personagens gays das novelas e afirma que dentro da Rede Globo o único assunto tabu é mesmo o beijo gay. Ao ser perguntado sobre a liberdade que encontra ao escrever suas histórias para a Globo, Aguinaldo afirma que pode escrever sobre tudo e que nunca teve nenhum cena cortada _a exceção fica por conta das vezes que tentou escrever um beijo gay. “A Rede Globo é inteiramente aberta a qualquer temática e não cria a menor restrição ao trabalho dos seus autores. Claro que ela espera de nós a responsabilidade necessária a quem escreve para 40 milhões de telespectadores, e nós tratamos de lhe dar isso. Nunca tive uma única cena que fosse cortada por parecer ousada demais aos olhos da emissora. A não ser nas vezes em que tentei escrever o tal beijo gay, sobre o qual paira uma espécie de maldição, que eu não entendo, mas aceito”, contou.

Depois também diz que desistiu de escrever tal cena: “desisti de dar beijo gay na televisão. Agora só dou beijo gay em casa”. Aguinaldo afirma que criou o personagem gay e vilão Carlo para CInquentinha por que os gays da teledramaturgia estavam se parecendo héteros.

Cinquentinha termina nesta sexta-feira, 18.

fonte: Mix Brasil

Governo português aprova casamento gay

O Conselho de Ministros de Portugal aprovou nesta quinta, 17, a proposta de lei sobre o casamento gay. Antes de entrar em vigor, o texto precisa passar pelo Parlamento e o governo português espera que a proposta chegue às mãos dos parlamentares ainda em 2009. A decisão final deve sair em meados de 2010.

O fim do ano só não será melhor para os LGBT portugueses porque a adoção de crianças por casais homossexuais não entrou no pacote aprovado. O governo justificou o veto alegando não ter "mandato democrático" para decidir sobre adoção, já que a proposta apresentada durante a campanha eleitoral fazia referência apenas ao casamento gay. Agora, o Bloco de Esquerda quer que o Poder Executivo avance com o projeto do casamento e um outro especificamente sobre adoção.

O casamento gay foi um tema amplamente defendido por alguns partidos, principalmente o Partido Socialista, durante todo 2009. Políticos contrários ao projeto chegaram a requerer um referendo sobre o tema, mas a ideia foi rejeitada pelo governo. Segundo líderes do PS, o referendo é um modo de consulta popular que já mostrou ser pouco participativo.

fonte: Mix Brasil

Bahia vai criar delegacia especializada em crimes contra LGBT

Marcelo Cerqueira e Jacques Wagner O Governo da Bahia prometeu que vai atender a uma antiga demanda do movimento LGBT do Estado e vai criar uma delegacia especializada em crimes contra homossexuais. A solicitação do Grupo Gay da Bahia (GGB), Grupo Quimbanda Dudu e Associação de Travestis de Salvador (Atrás) foi feita em 25 de novembro deste ano e respondida no início deste mês.

Na resposta, assinada por Regina Affonso de Carvalho, secretária particular do governador da Bahia, Jacques Wagner, o governo se mostra disposto a discutir e projetar a delegacia especializada em crimes de preconceito e reforça que o pedido será acompanhado pelo próprio gabinete de Wagner.

O governo se comprometeu também em melhorar a segurança dos LGBT no centro de Salvador, antiga preocupação dos militantes baianos devido ao alto índice de crimes homofóbicos na região – que merecem atenção especial com a chegada dos turistas LGBT que visitam a cidade na alta temporada.

"A gente espera que o turista leve boas recordações e a Bahia no coração", diz Marcelo Cerqueira, presidente do GGB, explicando que enviou a mesma carta também à Bahiatursa pedindo que ela, dentro de sua competência, também contribua nesta segurança.

fonte: Mix Brasil

Campanha do Ministério da Saúde diz que beijo não transmite HIV

Se o beijo é capaz ou não de transmitir o vírus HIV é uma das maiores dúvidas que até agora não tinham sido esclarecidas muito bem. Pois o Ministério da Saúde decidiu colocar fim nesta questão e publicou no início deste mês uma nota oficial esclarecendo tudinho.

O documento com sete pontos cruciais foi publicado depois do Dia Mundial de Luta Contra a AIDS, 1º de dezembro, justamente com o objetivo de sanar a dúvida e diminuir o preconceito contra soropositivos. Ele é assinado por Mariângela Simão, diretora do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, e traz sete pontos que esclarecem como se pega e como não se pega o vírus HIV.

Confira a nota:

1. As reações contrárias ao beijo da campanha do Dia Mundial de Luta contra a Aids 2009, mesmo que isoladas, indicam que ainda há um grande caminho para se percorrer sobre o tema do preconceito e da discriminação contra as pessoas soropositivas. Informações incorretas como a de que o beijo transmite o HIV só colaboram para aumentar o estigma que cerca a doença e para negar a essas pessoas o convívio social pleno.

2. Ao contrário do que alguns veículos de comunicação noticiaram desde o lançamento da campanha, beijo na boca não transmite o vírus da aids.  Líquidos corporais, tais como suor, lágrima e saliva concentram apenas anticorpos contra o HIV e partículas virais não infectantes (fragmentos de proteínas virais).

3. As formas de transmissão do HIV, cientificamente comprovadas até o momento, são por meio do contato direto com fluidos genitais masculinos e femininos (sexo vaginal, anal ou oral desprotegidos), pelo sangue (transfusão de sangue não testado e pelo compartilhamento de seringas e agulhas contaminadas) e pelo aleitamento materno quando a mãe vive com o HIV.

5. Não existe nenhum caso descrito  na literatura científica em todo o mundo que comprovadamente tenha demonstrado que o beijo transmitiu o HIV.

6. Nesse sentido, as campanhas e ações de prevenção da transmissão do vírus devem ser direcionadas para as reais exposições de risco. Qualquer mensagem que reforce o preconceito contra soropositivos deve ser desmistificada.

7. Foi com base nessas evidências científicas que o Ministério da Saúde optou por usar o beijo como símbolo da aceitação, do acolhimento e da proximidade, perfeitamente possíveis entre casais sorodiscordantes – quando só um dos parceiros é soropositivo.

Mariângela Simão
Diretora do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais
Ministério da Saúde

fonte: Mix Brasil

‘Os gays das novelas estavam ficando héteros’, diz autor de ‘Cinquentinha’

autor Aguinaldo SilvaUma mulher linda, na faixa dos 50 anos, surge nua e cheia de desejo quando Mariana (Marília Gabriela) abre as portas de seu armário. Um jovem gay reclama que o pai foi “inconveniente” ao morrer justamente na noite em que iria a uma festa.

As cenas descritas acima foram mostradas esta semana na minissérie “Cinquentinha” e contrastam com as versões politicamente corretas dos personagens homossexuais mais comuns na teledramaturgia. Diferente dos gays bonzinhos e pudicos que passaram pelas novelas nos últimos anos, o Carlo (Pierre Baitelli) de "Cinquentinha" é um típico vilão folhetinesco, enquanto Leila (Ângela Vieira) é uma lésbica madura e sexy.

Aguinaldo Silva, autor da minissérie que terá seu último episódio exibido nesta sexta-feira (18), diz que criou os papéis porque os homossexuais da ficção estavam “pasteurizados”. “Eles tinham comportamento dentro dos padrões da classe média mais careta. Estavam ficando héteros!”, alega.

Leila (Ângela Vieira) e Carlo (Pierre Baitelli) em Cinquentinha Desde que, há 15 anos, o casal Sandrinho (André Gonçalves) e Jefferson (Lui Mendes) causou polêmica em “A próxima vítima”, de Silvio de Abreu, novelistas têm apresentado gays castos, que beiram a perfeição. Para não ferir um suposto conservadorismo do espectador, esses personagens costumam ser amigos leais dos protagonistas das tramas e nunca têm contato físico com o par romântico – quando há um.

“Alguns eram completamente tolos, de tão bonzinhos. As pessoas podiam até pensar: ‘olha, eles são gays do bem, nem fazem sexo’”, opina Manuel Zanini, coordenador da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo. “Houve avanços, mas os autores poderiam ousar mais. O espectador está menos preconceituoso, principalmente devido às campanhas de conscientização nos últimos anos”.

Explosão de lésbicas
A preocupação dos autores tem sua razão de ser. Caso emblemático do poder de rejeição popular foi registrado em “Torre de Babel” (1999), também de Silvio de Abreu, em que um casal lésbico de meia-idade foi eliminado precocemente dos capítulos.

Leila (Silvia Pfeifer) e  Rafaela (Christiani Torloni) em Torre de BabelElegantes e bem sucedidas, as namoradas Rafaela (Christiani Torloni) e Leila (Silvia Pfeifer) morreram na explosão de um shopping center, assim que o público começou a dar sinais de boicote às personagens.

Leila, papel de Ângela Vieira em “Cinquentinha”, tem perfil bem parecido com o das moças de “Torre de Babel”. Com um elemento a mais: é extremamente sexualizada e foi mostrada dividindo a cama com Mariana (Marília Gabriela).

Estreando em um papel de homossexual que lhe garantiu a sua primeira cena de nudez na TV, a atriz de 57 anos acredita que a personagem não incomodou o espectador por ter sido incluída em uma série de humor, como "Cinquentinha".

“Na comédia há mais aceitação por parte do público. E a Leila não é agressiva, pelo contrário: é feminina, totalmente resolvida e não fica panfletando sua opção sexual”, defende Ângela.

Eleonora (Mylla Christie) e  Jennifer (Bárbara Borges) em Senhora do Destino“Cerquei a Leila de cuidados. Ela tinha que ser bonita, segura de si e não lembrar em nenhum  momento o estereótipo do que se conhece como ‘sapatão’”, enumera Aguinaldo, que, em “Senhora do destino” (2004), mostrou as jovens lésbicas Jennifer (Bárbara Borges) e Eleonora (Mylla Christie) – meninas delicadas, que não trocaram carícias ao longo dos capítulos. Moças de família mesmo.

Para Julian Rodrigues, militante do Grupo Corsa pelos direitos homossexuais, a personagem de “Cinquentinha” é “libertária”. “Gostei de ela ter sido mostrada como lésbica, mas que também sente atração por homens", aprova. É uma mulher decidida, não fica esperando o príncipe encantando. Nem a princesa”.

Malvado e sedutor
Rosto de anjo, alma de demônio é a melhor descrição Carlo, o antagonista da minissérie de Aguinaldo Silva. Manipulador, interesseiro e arrogante, o rapaz, segundo descrição do autor, usa da sedução para conseguir o que quer. Ser gay, “é apenas um detalhe” desse vilão de folhetim.

Novato na teledramaturgia - sua única experiência foi como o Escobar do especial “Capitu” - o ator Pierre Baitelli, de 25 anos, interpretou personagens gays na peça “Cânticos infernais” e no filme “Como esquecer”. Mas reconhece que na TV a ousadia é maior.

“Procurei não dar nenhum peso ao fato de ser um vilão que é homossexual. Não foquei em nada que pudesse me atrapalhar ou me deixar mais nervoso do que minha cobrança pessoal em realizar um bom trabalho”, explica Pierre, que diz ter buscado inspiração em filmes de Bernardo Bertolucci, Pier Paolo Pasolini e Luchino Visconti.

“Carlo é um personagem ousado, uma figura cheia de si, sem caráter, sem sentimento”. O que provavelmente assustaria Jefferson, Sandrinho e outros gays cândidos das novelas de outros tempos.

fonte: G1

Boy George e Grace Jones inspiram ensaio de moda da OnSpeed

boyegrace (2)  A revista online OnSpeed está de cara nova. Com ensaio inspirado em ícones gays como Boy George e Grace Jones, o site traz dois cantores célebres dos anos 80, mas que até hoje estão na ativa e que colhem frutos dos seus trabalhos inovadores, fazendo um mix de música, moda, arte e comportamento.

Os modelos foram fotografados por Debby Gram, além da edição de moda feito por Márcio Banfi e styling por Drica Cruz. As reproduções das maquiagens carregadas dos dois popstars ficaram a cargo de Cecilia Macedo. As fotos foram realizadas no clube Astronete, em São Paulo.

fonte: Mix Brasil

Nove clubes GLS concorrem em votação do Guia da Folha

Nove clubes GLS de São Paulo estão concorrendo na votação dos melhores de 2009 promovido pelo Guia da Folha. As baladas pré-selecionadas são A Loca, Bubu, The Week, Boca, Blue Space, Sogo, Flex, Tunnel e Cantho.

Até o fim da tarde desta quarta, 16, a votação vinha sendo liderada pela Bubu. Vencedora da mesma votação em 2008, o clube tinha 29% dos votos. Logo atrás estavam Tunnel e The Week, com 25% e 21%, respectivamente.

Com públicos mais mix, casas como Glória, Vegas e D-Edge concorrem na categoria de melhor clube do ano. O Hot Hot entra na disputa como melhor novo clube. Entre os concorrentes a melhor festa estão a Killing the Dance e Crew, do Glória; e a Talco Bell's do Vegas.

site: http://guia.folha.com.br/especial/2009/melhoresdoano/
fonte
: Mix Brasil

Militantes americanos acusam “Avatar” de homofobia

divulgação O filme “Avatar”, de James Cameron, que estreia nesta sexa-feira 18, no Brasil, está gerando controvérsia nos Estados Unidos. Ativistas LGBTs acusam o filme de ofensivo aos homossexuais e de propagar a ideia de que o futuro da humanidade é a heterossexualidade, em vez do modelo transgênero, como acreditam. Ele criaram até um blog e um slogan para a campanha: Stop Avatar Movie - O Futuro é Transgênero e não Heterossexual.

Os organizadores do protesto pedem que as pessoas fiquem em pé durante a exibição do filme, façam manifestação nas portas ou que vão assisti-lo com uma pessoa do mesmo sexo demonstrando afeto. O interessante é que boa parte deles ainda nem o filme, uma vez que por lá o longa-metragem também só entra em cartaz nesta sexta-feira.

fonte: ParouTudo.com

Portugal: Aprovação é fundamental mas parentalidade não deve ser esquecida

bandeira_portugalILGA Portugal considera que a aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo é um passo "absolutamente fundamental" na luta contra a discriminação com base na orientação sexual, mas lamenta se não ficar já resolvida a questão da parentalidade.

Em declarações à agência Lusa sobre a possibilidade de o Conselho de Ministros aprovar quinta-feira um diploma para submeter à Assembleia da República, o presidente da associação sublinha que se trata de "uma pequena alteração legislativa, sem implicações na liberdade das outras pessoas".

"Há ainda muito para fazer, mas este é um primeiro passo, absolutamente fundamental, na luta contra a discriminação com base na orientação sexual", afirma Paulo Côrte-Real.

A aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo tem ainda grande importância do "ponto de vista pedagógico", já que é o próprio Estado a afirmar que "os casais do mesmo sexo devem ser reconhecidos de forma igual perante a lei".

A mesma opinião é partilhada pela dinamizadora da recém-criada associação AMPLOS, rede de entreajuda de pais com filhos homossexuais.

"Existe uma perseguição histórica aos homossexuais e a aprovação do casamento será um símbolo de aceitação social que consideramos fundamental. Tudo o que seja manifestação de aceitação social ajuda muito à não estigmatização", considera Margarida Faria.

Relativamente ao "pacote" da parentalidade, o presidente da ILGA Portugal lamenta caso se venha a confirmar que o mesmo não vai ficar resolvido no diploma, nomeadamente no que diz respeito à adopção de crianças por casais do mesmo sexo, à procriação medicamente assistida (actualmente vedada a mulheres solteiras e a casais de mulheres em união de facto) e ao reconhecimento da segunda figura paternal.

"Lamentamos que não seja possível ou que não se julgue possível a resolução de todas as questões relativas à parentalidade. O consenso científico existe. Temos vários órgãos colegiais - psiquiatria, pediatria, medicina familiar e serviços sociais - a recomendar claramente a inclusão de casais de pessoas do mesmo sexo em todos os âmbitos relativos à parentalidade, incluindo a adopção", afirma Paulo Côrte-Real.

O líder da associação que defende os direitos de gays, lésbicas, bissexuais e transgéneros lembra que não se está a falar de realidades que surgirão mas sim que já existem.

"Existem já muitas crianças em Portugal criadas por casais de pessoas do mesmo sexo. Em muitos casos, a criança só tem uma pessoa legalmente reconhecida enquanto mãe ou enquanto pai, em resultado de adopção singular ou de casos em que duas mulheres recorreram a inseminação artificial noutros países", exemplificou.

Por isso, acrescenta o activista, existe actualmente uma "desprotecção" destas crianças, sendo igualmente "urgente" a resolução destas situações.

Por exemplo, no caso da morte do único responsável legal pela criança, o outro membro do casal é completamente ignorado e a criança pode vir a ser institucionalizada ou entregue aos familiares directos da única figura legalmente reconhecida.

"Estas famílias vivem numa insegurança muito grande. É necessário resolver isto a curto prazo", realça.

fonte: AthosGLS

História de seis travestis vira vídeo documentário

divulgação A cabeleireira Pipa, de Gravatá, foi candidata a uma vaga na Câmara Municipal pelo PDT. A enfermeira Elaine Fenix é funcionária pública que trabalha em dois hospitais.

Em comum elas têm o fato de serem travestis e agora, a história delas e outras quatra travestis estão no documentário "Retratos" dos concluintes do curso de Jornalismo da Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP) Rafael Negrão e Leo Tabosa.

Em 20 minutos, o vídeo revela a vida dos seis personagens para dismistificar o preconceito mostrando travestis que são bem sucedidas e que não dependem da prostituição para construir uma carreira, exercer uma profissão e serem felizes.

"A realização do documentário visa desconstruir a imagem estereotipada do travesti como objeto sexual e constribuir para desmistificar o preconceito legitimado, muitas vezes pela mídia" explica Negrão.

A abordagem acontece do ponto de vista do cotidiano de cada um desses personagens reais. É, como o próprio título diz, o retrato da coragem de todos eles de enfrentar o preconceito e vencer.

O vídeo será apresentado nesta quinta-feira, no bloco A, da Unicap, sala 510, às 19h. O acesso é gratuito.

fonte: Toda Forma de Amor

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