terça-feira, 16 de julho de 2013

Estados Unidos: Estudante gay alvo de bullying posta texto suicida no Twitter e se mata

Carlos VigilA mensagem deixada no Twitter pelo estudante Carlos Vigil, de 17 anos, foi um sinal de alguma coisa estava errada. Ele se descreveu dizendo que era "um perdedor, uma aberração e um fracassado".

Quando o pai dele soube da mensagem correu para casa, mas era tarde demais. O estudante ainda foi socorrido, mas não resistiu.

Carlos morava em Novo México, Estados Unidos. Ele também escreveu que sentia muito por ser "uma pessoa que não deixaria alguém orgulhoso dele". E completou: "estou livre agora".

O estudante postou o texto na tarde do último sábado, dia 13, quando também se matou.

A mãe dele disse que o bullying que o filho sofria na escola foi o que provocou tudo.

fonte: Toda Forma de Amor

Primeira pastora lésbica do Brasil já foi a favor da “cura gay”: “Eu era o Malafaia de saias”

Lanna Holder é a primeira ministra evangélica assumidamente lésbica do Brasil.

Lanna Holder e Rosania RochaMas, antes de sair do armário, Lanna era missionária da Assembleia de Deus e foi uma das defensoras da "cura gay".

"Eu era o Silas Malafaia de saias. Por sete anos preguei contra a homossexualidade", diz Lanna.

"Eu inicialmente entrei para igreja para mudar minha sexualidade. Eu achava que, por ser quem eu sou, iria para o inferno. Percebi que estava me agredindo, que aquilo não me representava. Procurei uma teologia mais inclusiva", afirma a pastora.

Aos 39 anos, Lanna vive há cinco com sua esposa, Rosania Rocha. O casal fundou em 2011 a Comunidade Evangélica Cidade de Refúgio, em São Paulo.

A congregação acolhe fiéis de diferentes orientações sexuais. "Começamos com 15 fiéis, hoje somos mais de 600", diz Lanna.

A pastora acredita que discursos radicais contra homossexuais têm raiz na falta esclarecimento sobre o Evangelho e no desejo por atenção.

"Eles falam isso por sensacionalismo, para conseguir ibope. Não defendo a promiscuidade. Defendo minha vida ao lado de alguém que amo e com quem quero constituir família. Deus nos ama como nós somos", afirma Lanna.

fonte: A Capa

Gays jovens possuem 15 vezes mais chances de terem câncer genital

Médicos acreditam que contaminação diminuiria se aplicada a mesma vacina destinada às mulheres

Gays com até 26 anos são 15 vezes mais propensos a desenvolverem câncer genital que homens heterossexuais. O estudo foi publicado pelo jornal “Sexually Transmitted Infections”, veiculado à Associação Britânica de Saúde Sexual e HIV.

A conclusão dos médicos é que a Grã-Bretanha deveria oferecer aos jovens homossexuais a mesma vacina que é destinada, pelo Serviço Nacional de Saúde, às mulheres adolescentes para combater o HPV (que nelas pode originar o câncer no colo do útero).

De acordo com os médicos, uma vez que as mulheres estão protegidas, os homens heterossexuais também, indiretamente, estão. Algo conhecido como “imunidade de rebanho”.

“A oferta de vacinação contra o HPV seria dar foco às iniciativas para melhorar o acesso dos jovens gays que têm maior risco de contrair o HIV, podendo aumentar a disposição para participarem de um serviço de infecções sexualmente transmissíveis, e para divulgar a orientação sexual”, concluíram os pesquisadores.

Não há dados sobre a contaminação dos jovens gays brasileiros, mas por aqui, o Ministério da Saúde tomou a mesma decisão para proteger as mulheres que ainda não iniciaram sua vida sexual e vacinará meninas de 10 e 11 anos a partir de 2014 com o intuito de prevenir o câncer do colo de útero.

fonte: ParouTudo

Estados Unidos: Casal gay encontra criança para adoção através do Facebook

Brad Letson e Brad Benton 02Entre muitos casais na fila de adoção dos Estados Unidos estavam Brad Letson e Brad Benton, de Silver Spring, no Estado de Maryland. Em 2009, quando receberam o certificado de idoneidade das autoridades, afirmando que cumpriram com os requisitos para adotar uma criança, a jornada começou.

Na ansiedade de conseguirem uma adoção, o casal resolveu expor sua história no Facebook, contando as adversidades para encontrar uma criança. "Uma noite, após nove meses de espera por um telefonema da agência [de adoções], vimos na TV a entrevista de um casal que havia encontrado pelo Facebook uma mãe disposta a entregar seu filho à adoção. Decidimos fazer o mesmo", disse Brad em entrevista à BBC Mundo.

Com muita sorte, em seis horas, uma mulher que carregava no ventre o que viria a ser seu futuro filho entrou em contato. "Ela leu a nossa história e gostou. Além disso, achava que não poderia dar ao filho tudo o que desejava. Trocamos e-mails durante duas semanas e logo falamos pelo Skype, por meses. Um mês antes de dar à luz, ela nos comunicou oficialmente que queria entregar seu filho para nós", contou o pai.

O processo de adoção aconteceu tranquilamente e hoje, três anos depois do nascimento do menino Kyler, o casal ainda mantêm o contato com a mãe biológica, que visita o menino e é chamada de mãe.

"Ela queria uma adoção aberta, e nós também. Falamos com ela quase todos os dias. Temos sorte que ela queira fazer parte da vida de nosso filho", afirma o casal.

Brad Letson e Brad Benton 01Apesar da adoção bem sucedida de Brad Letson e Brad Benton, Adam Pertman, diretor do Instituto de Adoções Evan B. Donaldson, de Nova York, alerta para os cuidados que se deve ter ao começar esse processo pela internet.

"Este não é um mercado onde se compram e se vendem coisas. Trata-se de mudar a vida das pessoas e para isso é necessária a ajuda de profissionais, que deem assessoria a questões legais e apoio psicológico a futuros pais e a mães que vão entregar seus filhos a adoção", explica.

Segundo o especialista, o maior risco da internet é que casais afoitos tentem adotar sem pensar nos requisitos legais necessários, sem contar o fato da web ser um terreno fértil para golpes de quem busca aproveitar a boa-fé dos pais adotivos.

fonte: A Capa

Rondônia: Pastor “ex-gay” tem recaída e troca a esposa pelo cunhado

Ahhhh o ser humano! Por essa o Marco Feliciano não esperava!

Um caso no mínimo inusitado chamou a atenção dos 78 mil habitantes de Cacoal, em Rondônia. Um homem de 36 anos se separou de sua esposa de 23 anos para ‘casar-se’ com o cunhado de 38. E beijos pra sociedade!

Flávio Serapião Birschiner estava casado há dois anos com Ana Paula Rochinha Birschiner. O casamento parecia um conto de fadas até aparecer Pedro Rochinha Siqueira, irmão de Ana Paula, e até então melhor amigo e único confidente.

Pedro era conhecido na comunidade de Jardim Clodoaldo como um pastor íntegro e milagreiro. Em seus testemunhos se apresentava como ex-homossexual, e creditava ao espírito santo a reorientação de seu desejo sexual.

Ele que por oito anos se apresentou em boates gays sob o pseudônimo de Shirley MacLanche Feliz, depois de convertido virou o Pastor Rochinha. Com fama nacional por muitas vezes comparecer na qualidade de debatedor de temas ligados a ‘Religião & Sexualidade’ em programas de TV.

Ana Paula acredita que seu casamento se desfez pela constante recusa em praticar sexo anal com o marido. Ela revela que “ele era obcecado por sexo anal”. Ela ainda afirma que confidenciou isso ao irmão, que a apoiou. Ana Paula acha que seu irmão se valeu desta informação para oferecer ao marido um diferencial competitivo.

Flavio deu entrada na justiça em um pedido de guarda definitiva dos filhos gêmeos por acreditar que “é melhor um filho ser criado pelo pai e pelo tio do que por uma mãe solteira”.

fonte: SuperPride

Silas Malafaia grava no lugar de Marco Feliciano o "Na Moral" de Pedro Bial

Silas Malafaia e Pedro BialNo último sábado (13) foi realizada mais uma gravação do programa "Na Moral", de Pedro Bial, cuja segunda temporada estreou no dia 4 de julho.

Bial queria o deputado-pastor Marco Feliciano na atração para debater o tema homossexualidade. No entanto, o parlamentar se recusou a participar do programa.

No lugar de Feliciano, foi entrevistado o pastor Silas Malafaia, famoso por proferir seu discurso homofóbico em programas de TV.

Na primeira temporada o programa já havia discutido o tema, tendo inclusive, um casamento entre duas mulheres no palco.

fonte: A Capa

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Reino Unido: Casamento gay é aprovado pelo Parlamento

Lei deve ser assinada pela Rainha Elizabeth II ainda nesta semana

Esta segunda-feira, 15, tornou-se um dia histórico para os LGBT da Inglaterra e do País de Gales. Após várias semanas de debates, a Câmara dos Lordes (Câmara Alta) aprovou a lei do casamento gay na terceira leitura e sem precisar de votação.

Uma emenda garantindo direitos de pensão e de parceria civil para casais heterossexuais foi adicionada ao projeto de lei nos momentos finais. A Rainha Elizabeth II deve assiná-lo até o final de semana. Ainda não se sabe se entrará em vigor ainda este ano ou em 2014.

Peter Tatchell, ferrenho defensor britânico dos direitos arco-íris, exaltou a importância da lei. “Esta votação é uma derrota para o preconceito e uma vitória para o amor e o casamento. Acabar com a discriminação contra casais do mesmo sexo vai derrubar o último grande discriminação legal contra lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros na Grã-Bretanha”, revelou ao site ”Gay Star News”.

fonte: ParouTudo

Paris ilumina Torre Eiffel com as cores da bandeira gay e gera polêmica

Torre EiffelNesse último domingo (14) os franceses celebraram a Queda da Bastilha. Como em todos os anos, um show de luzes e fogos de artifício tomou conta da Torre Eiffel, em Paris.

Mas, por conta da iluminação desse ano, a festa virou motivo de polêmica. Isso porque a Torre foi iluminada com as cores da bandeira do arco-íris, o que muitos consideraram uma homenagem ao movimento gay.

A ala conservadora do país não gostou nada da história e disse que a data não deve ser usada para transmitir mensagens políticas ou ideológicas.

O prefeito de Paris, Bertrand Delanoe, que é gay assumido, negou qualquer intenção de defender o movimento homossexual.

Segundo ele, o espetáculo foi montado para homenagear Nelson Mandela e a África do Sul, que é conhecida como o país arco-íris.

Bertrand já está há três mandatos como prefeito da capital francesa. Esse é seu último ano no poder e ele não vai concorrer às próximas eleições.

fonte: A Capa

Argentina: União gay faz três anos com marca de sete mil registros civis

Lei foi elaborada pelo Partido Socialista e aprovada com ajuda da oposição. Após décadas de preconceito, Buenos Aires se tornou cidade gay-friendly.

Há exatamente três anos, o parlamento argentino aprovou a lei de casamento entre pessoas do mesmo sexo. Segundo dados da organização Comunidade Homossexual Argentina, sete mil cerimônias foram realizadas nos registros civis desde então. Quando a lei elaborada pelo Partido Socialista foi aprovada, com respaldo de parte do governo da presidente Cristina Kirchner e de parte da oposição, a Argentina se tornou o primeiro país da América Latina, o segundo das Américas (atrás apenas do Canadá) e o décimo do mundo a oficializar este tipo de união.

Até a virada do século, a sociedade argentina havia sido intolerante com os homossexuais, especialmente as autoridades. Em 1946, o general Domingo Mercante, governador peronista da província de Buenos Aires, proibiu por decreto que os eleitores votassem em candidatos homossexuais por questão, segundo ele, de dignidade. O decreto só foi revogado em meados da década de 1980, nos primeiros anos da volta à democracia.

Em 1951, uma emenda ao Código Militar proibia expressamente que homossexuais fossem admitidos nas fileiras do exército. Se um homossexual fosse descoberto nas Forças Armadas, seria punido com degradação, destituição e prisão. A proibição foi eliminada apenas em 2006.

A crise econômica e política de 2001 ajudou a mudar muitos paradigmas sociais no país, entre eles os velhos preconceitos contra os homossexuais. Os comerciantes viram no público gay um excelente nicho de mercado e criaram bares, boutiques, hotéis e livrarias. De olho no crescimento dos negócios, os preconceitos diminuíram e Buenos Aires se tornou uma cidade gay-friendly.

fonte: Globo News

Rapper Bushido é processado por letra que ameaça matar prefeito gay de Berlim

BushidoO prefeito assumido de Berlim, Klaus Wowereit, foi alvo de ameaças em uma das letras do rapper Bushido. O músico, de origem tunisiana, diz que, por conta da homossexualidade, Wowereit deve ser torturado e morto.

A canção que apresenta a letra homofóbica é "Stress ohne Grund" (Estresse sem motivo) e está último trabalho do rapper.

"Você, homossexual, vai ser torturado e morto. Acabará com mais buracos do que um campo de golfe", diz Bushido em um trecho da música.

Conhecido na Alemanha por abordar temas agressivos e ter tido problemas com a Justiça, por insultos, lesões físicas e ligações com o crime organizado, Bushido já é alvo de processos não só pelo prefeito de Berlim como também por outros líderes parlamentares que receberam ameaças semelhantes.

fonte: A Capa

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