sexta-feira, 31 de maio de 2013

Chef Alex Atala promove “Gaylinhada” na véspera da Parada Gay de São Paulo

Gaylinhada Alex AtalaO chef Alex Atala, um dos mais renomados do mundo com seus restaurantes DOM e Dalva e Dito, resolveu demonstrar seu apoio à causa lgbt e promove uma edição especial da sua tradicional Galinhada de sábado.

Neste final de semana ela vai se chamar "Gaylinhada" e a partir de meia-noite com a participação da banda Farufyno e DJ Ad Ferreira.

serviço: Gaylinhada Dalva e Dito
quando? 01/06, sábado, a partir de meia-noite
onde?  R. Padre João Manuel 1115 - Jardins, São Paulo
quanto? R$59

fonte: MixBrasil

São Paulo: Com shows e 80 tendas, feira LGBT movimenta público gay antes da Parada

A 13ª Feira Cultural faz parte do Mês do Orgulho LGBT e visa atrair turistas

feira LGBT São Paulo 01O Vale do Anhangabaú, na região central de São Paulo, é palco, nesta quinta-feira, de uma extensa programação voltada para o público LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros). A 13ª Feira Cultural faz parte do Mês do Orgulho LGBT e visa dar visibilidade para o evento que atrai milhares de turistas todos os anos para São Paulo. A Parada do Orgulho LGBT acontece no próximo domingo, a partir das 12h, na avenida Paulista. Depois de passar pela rua da Consolação, tem o encerramento na Praça da República, região central de São Paulo.

Um dos estandes da feira pertence à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania. Lá, são distribuídos folhetos sobre a Lei 10.948, que pune administrativamente discriminação em função de orientação sexual e identidade de gênero. A tenda apresenta ainda trabalhos desenvolvidos pelas coordenadorias da Secretaria da Justiça, entre eles o de combate ao racismo e da prevenção às drogas.

A parada deste ano terá como tema central a luta contra o "retrocesso". Com o mote "para o armário nunca mais", os organizadores pretendem atrair a atenção para o que eles chamam de ação de "segmentos religiosos fundamentalistas", que estariam agindo no legislativo brasileiro.  Um dos alvos será o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDH) da Câmara, a quem os manifestantes reservaram  um dos trios elétricos da parada como forma de protesto.

feira LGBT São Paulo 05 feira LGBT São Paulo 04
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No domingo, a Polícia Militar de São Paulo irá utilizar 1,8 mil integrantes de seu efetivo para fazer a segurança da Parada Gay e do seu entorno. A principal recomendação para aqueles que vão participar do evento é para não ostentar objetos pessoais de valor, principalmente celulares. Nesta quinta-feira, a segurança já era reforçada no Vale do Anhangabaú e a presença de policiais militares em plataformas sobre as bases móveis da polícia foram testadas. Será uma das novidades desta edição para a segurança do público.

Nesta quinta-feira, até as 16h, nenhum incidente havia sido registrado pela polícia no local. No palco principal do evento estão programados shows da cantora Corona, da dupla Pepê e Neném e da escola de samba vencedora do carnaval de São Paulo, Mocidade Alegre.

fonte: Terra

Justiça Federal proíbe que se ofereça ‘cura da homossexualidade’

Psicólogos não podem tratar gays como doentes

A 5ª Vara da Justiça Federal do Rio negou o pedido do Ministério Público Federal (MPF) para que fosse anulada resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP) impedindo psicólogos de oferecer tratamento para a homossexualidade. A decisão do juiz federal Firly Nascimento Filho é passível de recurso, porém, de acordo com o MPF, o procurador que ajuizou a ação não informou se vai recorrer da decisão.

Para Cláudio Nascimento, superintendente da Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio, a decisão da Justiça restaura a posição do Conselho Federal de Psicologia. Segundo ele, a resolução do CFP é absolutamente coerente. “Vivemos em uma época de fundamentalismo que atrapalha a consolidação dos direitos de gays, lésbicas e travestis. A homossexualidade é uma expressão saudável da orientação sexual e não pode ser tratada como doença”, analisa.

O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ), por sua vez, critica a decisão contra o pedido do MPF. “O homossexualismo é um comportamento como qualquer outro, sendo assim, pode ser mudado. Não vejo problema em um psicólogo oferecer tratamento para um homossexual que busca ajuda. A decisão deixa claro que a cultura gay tem falado mais alto”, argumenta.

A resolução do Conselho Federal de Psicologia tem a função de orientar as ações dos profissionais em todo o país. Segundo Clara Goldman, vice-presidente do conselho, o entendimento da entidade reguladora é que “homossexualidade não é uma doença e, portanto, não pode ser tratada como tal em consultório pelos profissionais”.

Conquista do casamento gay
Desde 1995, primeiro ano da parada gay no Brasil, que aconteceu em Copacabana, na Zona Sul do Rio, militantes do movimento encontram apoio em decisões da Justiça em favor da comunidade. Agora, fora do armário, homossexuais começam a ocupar na sociedade o lugar de direito que foi, durante anos, cerceado pelo preconceito.

No último dia 14, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou que cartórios de todo o país façam o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Desde esta data, cartórios são orientados a celebrar a união civil, além de converter a união estável homoafetiva em casamento.

Embate entre política, Justiça e religião
O tema mistura ainda política e religião. A Resolução 001/99 do CFP proíbe psicólogos de tratar a homossexualidade como doença. Porém, desde 2011 é combatida em Brasília por meio do Decreto Legislativo 234, proposto pelo deputado federal João Campos (PSDB-GO), presidente da frente parlamentar evangélica.

Contra a ideia da homossexualidade como doença, a psicanalista Débora Mello defende a decisão da Justiça Federal. “Por parte do psicanalista não deve existir posicionamento moral sobre a homossexualidade. Quem define o que isso significa, ou não, é o próprio sujeito”, diz.

fonte: O Dia

Seria bacana casamento gay no Brasil, diz ministro belga casado com brasileiro

O ministro de Educação belga, Pascal Smet, 46 anos, é casado com um brasileiro de Goiânia; a Bélgica permite a união gay desde 2003

Pascal Smet​Se a mesma história tivesse ocorrido no Brasil, o então advogado belga do partido socialista, Pascal Smet, 46 anos, ainda teria o estado civil de "solteiro". Há 18 anos o hoje ministro da Educação, Juventude e Igualdade da Bélgica conheceu seu marido por acaso em um encontro de amigos em comum em Bruxelas. Lá estava um cidadão brasileiro, de Goiânia, que vinha à capital belga visitar a irmã. A diferença é que depois do namoro, o belga e o brasileiro puderam se casar na Bélgica, o segundo país do mundo a aprovar o casamento entre pessoas do mesmo sexo. 

Discreto, Smet diz que não sofreu preconceito para fazer carreira política na Bélgica, que iniciou com apenas 22 anos no conselho municipal de Beveren-Waas. Em 2009 assumiu a pasta de Educação do governo flamengo. "Nós temos um primeiro-ministro gay, um ministro da educação gay e desde que as pessoas vejam que você faz o seu trabalho bem, que você é como todo mundo, não há discussão", resume Smet.

fonte: Terra

Piauí: Jovem apoia pastor Feliciano durante 'Marcha para Jesus' em Teresina

Vendedor exibia cartaz com a frase 'Não ao Casamento Gay'. Robson Luís, 25 anos, manifesta apoio ao pastor Marcos Feliciano.

Robson LuísO vendedor Robson Luís, 25 anos, chamou atenção ao exibir cartazes de apoio ao pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, durante a Marcha para Jesus, realizada nesta quinta-feira (30) em Teresina. Um dos cartazes dizia ‘Não ao casamento gay’.

“Nós homens estamos indo contra a vontade de Deus. A mulher foi feita para o homem e o homem para a mulher”, disse o manifestante.

Robson é contra a união homoafetiva. O casamento civil entre pessoas do mesmo sexo foi autorizado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em outubro de 2011. Na semana passada o Partido Socialista Cristão (PSC), do deputado Marcos Feliciano, pediu a derrubada da regulamentação do casamento gay e acusou o presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Joaquim Barbosa, de abuso de poder.

O presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara vem sendo alvo constante de críticas por parte de ativistas que defendem a união entre pessoas do mesmo sexo.

fonte: G1

São Paulo: Nº de casamentos gays sobe 78% após 3 meses de sua liberação

Norma da Corregedoria Geral de Justiça do Estado de São Paulo foi estendida pelo CNJ a todo o Brasil em maio

Três meses após a regulamentação dos casamentos homoafetivos instituída pela Corregedoria Geral de Justiça do Estado de São Paulo (CGJ-SP), o número de cerimônias nos cartórios aumentou 78% na capital paulista, apontou balanço realizado pela Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP) junto aos 58 cartórios de registro civil da cidade de São Paulo.

Ao todo foram realizados 171 casamentos desde que a norma que autoriza os cartórios a celebrarem diretamente estes matrimônios, sem a necessidade de autorização judicial, passou a vigorar. No mês de março, quando ocorreu a regulamentação, foram realizados 41 casamentos homoafetivos. Já em abril o número de celebrações chegou a 57, atingindo o ápice no mês de maio, com 73 matrimônios entre pessoas do mesmo sexo. Nos meses de janeiro e fevereiro, antes da norma paulista, a média de casamentos gays na cidade de São Paulo era de 11 celebrações.

Antes da edição da alteração promovida pelas Normas de Serviço da CGJ-SP, que regem os trabalhos dos 836 cartórios do Estado, o casamento entre pessoas do mesmo sexo deveria passar por um juiz, que poderia autorizar ou não o processo. Em caso negativo, o casal poderia recorrer à segunda instância do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) e ter seu pedido atendido. No mês de maio, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por meio da Resolução n° 175, estendeu este entendimento a todo o País.

Na capital paulista, o cartório que mais realizou casamentos entre pessoas do mesmo sexo nos últimos três meses foi o 21º Subdistrito, localizado no bairro da Saúde, com 10 celebrações, seguidos pelas unidades de Cerqueira César (9), Santa Cecília (8), Bela Vista (7) e Tucuruvi (7), e Itaquera (6). No levantamento completo, realizado desde a primeira celebração gay na capital em 2012, o cartório de Cerqueira foi o que mais realizou celebrações, 19 no total, seguido pelas unidades da Saúde (15), Itaquera (14), Butantã (12) e Santa Cecília (11).

O primeiro casamento gay realizado na cidade de São Paulo ocorreu no dia 18 de agosto de 2012 no cartório de Itaquera, após autorização da Vara de Registros Públicos, órgão responsável pela fiscalização dos cartórios na cidade.

fonte: Terra

Sergipe: Gays roubam a cena em quadrilha junina e são ovacionados em Aracaju

Vânio se transformou em Waleska e brilhou como dama. Já Rodrigo que é conhecido como Lohanna foi cavalheiro.

irmãos gay quadrilhaOs irmãos Vânio e Rodrigo Félix, foram as sensações da quadrilha junina Mandacarú, do município de Pirambu, durante a apresentação na 4ª etapa classificatória do Concurso de Quadrilhas Juninas da TV Sergipe, o Levanta Poeira, na noite desta quinta-feira (30) no Ginásio de Esportes da Escola de Ensino Fundamental Roberto Simonsen localizado no bairro 18 do Forte, na Zona Norte da capital.

Gays assumidos, Vânio se transforma em Waleska e é dama na quadrilha ao lado do seu ex-namorado Wander. Enquanto Rodrigo que assumiu a identidade de Lohanna recusa se vestir de mulher e faz sucesso como cavalheiro.

Assumir a orientação sexual nunca foi problema para eles que revelaram que são de uma família ‘moderna’, apesar de viver em uma cidade pequena no interior de Sergipe. “Além de nós, existem mais três gays na família e isso sempre foi encarado com naturalidade, desde muito pequeno já sabia a minha sexualidade e sempre me aceitei, isso nunca foi um problema”, explica Vânio.

“A família nunca interferiu. Os amigos, vizinhos, colegas de colégio e trabalho sempre nos trataram com muito respeito. Somos tratados sempre como pessoas queridas e divertidas”, completa Rodrigo.

De acordo com eles, o preconceito sempre existiu, mas nunca foi problema. “A gente finge que não vê, esse tipo de gente não merece atenção”, garante Vânio que dança em quadrilhas juninas há 10 anos e agora inovou como dama.

Quadrilha Mandacaru gay“Sempre fui cavalheiro nas apresentações e em um ensaio da quadrilha faltou uma mulher. Tive a ideia de ter essa experiência e logo me ofereci para ser a dama. Foi muito divertido e me identifiquei bastante, acho as roupas mais glamurosas e posso ficar mais a vontade. Sinto-me uma estrela e brilhei durante a apresentação desta noite”, diverte-se.

O público foi ao delírio quando percebeu que entre as damas estava Vânio. “As torcidas das quadrilhas se uniram e aplaudiram muito a ‘Waleska’ pela coragem, ousadia e alto astral dela”, elogia a professora Ana Sampaio.

Já Rodrigo, que gosta de ser chamado de Lohanna, preferiu se apresentar como cavalheiro. “Não me sinto a vontade de vestido, mas foi muito divertido”, explica. Questionado se toparia fazer par com o irmão na quadrilha, Rodrigo descartou a possibilidade. “A gente se admira muito mas nunca dançamos juntos, acho que não vai funcionar porque existe o charme e encanto nas apresentações e entre irmãos não seria bacana”, justifica.

Sucesso com a plateia, mas não com jurados
Apesar do sucesso, Vânio não foi o primeiro gay que se destacou como dama em quadrilha junina, na abertura do Levanta Poeira, na sexta-feira (24) em Salgado, Erinaldo dos Santos se transformou em Érica Campel e fez sucesso na quadrilha Xodó da Vila.

Mas a quadrilha que a dupla se apresentou não agradou os jurados e ficou na última colocação da noite com apenas 240 pontos e foi eliminada do concurso. Foram classificadas Unidos em Asa Branca que conquistou as maiores notas dos jurados e foi a grande campeã da noite com 338,6 pontos e Luiz Gonzaga que obteve 298,7 pontos. Foram eliminadas também, s quadrilhas Asa Branca, com 292 pontos e Arryba Saia com 248,4.

A quadrilha Mandacarú se apresentou com o tema ‘Encontrei minha paixão, com ajuda da simpatia de São João’. Fundada em 2006, o grupo participou do Levanta Poeira pelo segundo ano consecutivo. “O enredo retratou uma história apaixonante onde Rosinha pede a São João que lhe mostre o nome de sua paixão através da simpatia, a qual será realizada, os dois se conhecem e juntos desfrutam desta paixão junto com toda junina Mandacaru em comemoração a esta união”, conta o presidente Saulo Silva.

fonte: G1

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Nigéria: Parlamento aprova lei ‘antigay’

Projeto torna crime o casamento homossexual e até adesões a grupos de direitos gays

A Câmara dos Deputados da Nigéria aprovou nesta quinta-feira, 30, por unanimidade, uma lei que torna crime o casamento gay, "relacionamentos amorosos" entre pessoas do mesmo sexo e mesmo a adesão a grupos de direitos gays, desafiando a pressão das potências ocidentais para respeitar os direitos de gays e lésbicas.

O projeto de lei, que contém penas de até 14 anos de prisão, passou no Senado da Nigéria no final de 2011, mas o presidente Goodluck Jonathan deve aprová-lo antes que se torne lei. Dois projetos de lei semelhantes foram propostos desde 2006, mas esta é a primeira vez que foi aprovado pela Assembleia Nacional.

"As pessoas que entram em um contrato de casamento do mesmo sexo ou união civil cometem um crime e são passível de condenação a uma pena de 14 anos de prisão", diz o projeto de lei. "Qualquer pessoa que se registre, opere ou participe em clubes gays, sociedades e organizações ou faz, direta ou indiretamente, demonstração pública de relacionamento amoroso de mesmo sexo na Nigéria comete um delito, devendo cada um ser passível de condenação a uma pena de 10 anos de prisão."

Um porta-voz da presidência não respondeu a um pedido de comentário. Como em grande parte da África subsaariana, o sentimento antigay e a perseguição a homossexuais são comuns na Nigéria, de modo que a nova legislação deve receber apoio popular.

Sob a atual lei federal nigeriana, a sodomia é punida com prisão, mas esta lei caminha para uma repressão mais ampla sobre os homossexuais.

A Grã-Bretanha e outros países ocidentais têm ameaçado com o corte de ajuda internacional os países com esse tipo de projeto. Isso tem contribuído para retardar ou inviabilizar a aprovação de legislações em países dependentes, como Uganda e Malawi.

fonte: Estadão

Atriz de ‘Avenida Brasil’ chora ao relembrar preconceito que sofreu por ter pais homossexuais

Ana Karolina LannesA atriz Ana Karolina Lannes, 13, que interpretou Ágata, a filha da Carminha em “Avenida Brasil”, conversou com o porta UOL e se emocionou ao lembrar do dia em que ouviu no rádio um apresentador criticar sua condição como filha criada por um casal homossexual.

"Ele falou que ia abordar o assunto na rádio sobre mim e sobre meus pais. E me magoou muito", disse ela, que continuou: "Falou que eu ia ser uma criança frustada, com problemas psicológicos, porque não era normal uma criança ter pais homossexuais. E que seria prejudicial pra minha saúde tanto psicológica, quanto física".

Ana Karolina Lannes e os paisDurante bate-papo, Ana Karolina ainda lembrou que o tal apresentador afirmou que seria inevitável ela se tornar lésbica. "Mas era uma coisa que ele não entendia do que ele tava falando, ele não tinha o direito de falar da minha vida. E foi uma das poucas vezes que me magoou com algum assunto sobre meus pais".

Bastante emocionada, a atriz mirim relembrou: "era um programa as 9 da manã, e todo mundo ouvia. Então tinham bilhões de pessoas ouvindo o que ele estava falando".

Karol perdeu a mãe, que morreu vítima de um AVC, quando tinha apenas 4 anos. Em seguida, ela, que nunca conheceu seu pai biológico, foi morar com seu tio Fábio, irmão de sua mãe. Hoje, a menina vive com o tio e com o companheiro dele, o dermatologista João Paulo Afonso, 30.

fonte: Yahoo

Filme com Glória Pires no papel de lésbica ganha trailer

Longa conta a história de poetisa americana que se envolve com arquiteta brasileira

Glória PiresO trailer de “Flores Raras”, filme de Bruno Barreto em que Glória Pires interpreta uma lésbica, já está na web. No longa, a atriz interpreta a arquiteta Lota de Macedo Soares, que se envolve com a poetisa norte-americana Elizabeth Bishop (Miranda Otto).

Baseada em fatos reais, a produção se passa no Rio de Janeiro, entre as décadas de 1950 e 1960.  O longa foi bastante aplaudido no último Festival de Berlim e tem estreia prevista para o Brasil para 16 de agosto.

fonte: ParouTudo

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