sexta-feira, 10 de maio de 2013

Casamento gay é opção em novo game do Nintendo 3DS

Tomodachi Collection New LifeO game de simulação de vida Tomodachi Collection: New Life permite que personagens do mesmo sexo tenham relacionamentos amorosos. O título foi lançado exclusivamente no Japão em 18 de abril para o portátil 3DS.

De acordo com o blog Kotaku, a opção seria supostamente um bug que não foi percebido pela Nintendo durante o desenvolvimento e possibilita que homens se casem, tenham filhos e tomem banho juntos no jogo.

No entanto, não é possível executar as mesmas ações entre duas mulheres no game.
A opção para união homoafetiva não existia no jogo anterior da franquia, lançado para DS em 2009.

Até agora, Tomodachi Collection: New Life vendeu mais de 750 mil unidades e é o game mais bem-sucedido no Japão desde sua estreia.

Segundo o Kotaku, quando a novidade foi descoberta, se tornou razão para atrair diversos novos compradores. Um fã do jogo disse ao site que o suporte de atendimento ao cliente da Nintendo já está sabendo do suposto bug e planeja lançar um "patch com modificações". Ainda não está claro se a atualização removeria a possibilidade casamento gay para homens ou estenderia a opção também às mulheres.

fonte: Cena G

Polônia: Padre afirma que Lady Gaga e Hello Kitty “são do demônio”

Lady Gaga e Hello KittyO padre polonês Andrew Bemovsky de Gdansk falou a sua congregação que “Lady Gaga é serva dos demônios”, e que boneca de sucesso Hello Kitty seria um símbolo de magia negra.

O sacerdote enviou uma carta “informativa” a seus paroquianos afirmando que o criador da boneca Hello Kitty concluiu um pacto com o Diabo para salvar a vida de sua filha doente com câncer.

“Este gato é um símbolo de mistério e magia negra envolvendo crianças em perversão sexual” – escreveu ele.

Falando sobre Lady Gaga, o religioso disse que ela é “uma serva de demônios, suas músicas tem um sentido demoníaco.”

fonte: Cena G

Paraná: Transexual dirige escola após eleição democrática

Depois de chegar ao cargo em 2009, ela foi reeleita em 2011, com 98% dos votos da comunidade escolar. Ela conta que sofreu muito preconceito antes de ser aceita

Diretora Laysa Machado

"Me assumi e botei um vestido. Fui mandada embora de todos os lugares onde trabalhava. Perdi amigos e mudei de cidade de novo".

Quem olha a sorridente diretora da Escola Estadual Chico Mendes Laysa Machado, 41 anos, não consegue imaginar quantas vezes ela precisou recomeçar do zero. Diferentemente de outros educadores que se confrontam diariamente com os problemas estruturais da profissão, Laysa precisou buscar comida no lixo para sobreviver, mas seu maior desafio só foi superado aos 26 anos, quando assumiu sua transexualidade.

Laysa assumiu o cargo em 2009 e pode ser a única diretora transexual eleita democraticamente em uma escola pública brasileira. A instituição, situada em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, tem 1.800 alunos e recebe estudantes do ensino fundamental e médio. O caminho até lá foi uma tortuosa luta contra o preconceito, não dos alunos, mas dos pais e dos próprios colegas de profissão. Formada em História e pós-graduação em Educação Especial, em Gestão da Educação e em Teoria do Conhecimento Histórico, e já lecionava em diversas escolas particulares em Guarapuava antes de assumir a transexualidade, mas foi sumariamente demitida ao colocar seu primeiro vestido há quase 13 anos.

— Em 1999, eu era um personagem que criei e estava ascendendo, mas aquele não era eu. Então, me assumi e botei um vestido. Fui mandada embora de todos os lugares onde trabalhava. Perdi amigos e mudei de cidade de novo.

Natural de Entre Rios, na região centro-sul do Paraná, ela cresceu em Guarapuava, uma cidade próxima. Descendente de índios kaigang e quilombolas, morou com a família em uma localidade carente chamada Vila dos Brasileiros. Ela conta que perdeu a mãe quando tinha 14 anos e, depois disso, expulsa de casa pelo pai quando ele notou os seus traços femininos. Foi, então, acolhida por uma assistente social e um padre, o que lhe permitiu estudar.

Após a expulsão em Guarapuava, Laysa resolveu recomeçar a vida. Iniciou um tratamento psicológico e hormonal no Sistema Único de Saúde (SUS), etapa anterior à cirurgia de mudança de sexo, e fez concurso público para a rede estadual de ensino. Passou e assumiu a função já com a sua nova identidade. Desde 2004, está alocada na Escola Chico Mendes.

— Quando mudei para cá fui totalmente execrada. Não queriam um ‘traveco’ dando aula. Mas como eu estava assumindo o concurso aqui e não tinha nada que impedisse tiveram que me engolir. A situação só mudou com o meu trabalho — detalha.

Em 2009, veio o desafio da eleição para a direção. A escolha é feita em sufrágio universal, do qual participam alunos, pais, professores e servidores da escola. Naquela ocasião, a chapa de Laysa com outros dois professores só conseguiu vencer devido aos votos dos alunos e de seus pais. Dos 80 funcionários da escola, apenas 13 votaram nela.

— Foi difícil. De um lado, concorria com um professor pai de família, dois filhos, heterossexual, cristão. Mas ganhei pelos votos dos alunos e dos pais e, depois, fui reeleita em 2011, com 98% dos votos. Hoje é um clima maravilhoso. Nunca fui discriminada por aluno, sou muito querida por eles. O preconceito vem do adulto.

Segundo ela, desde que assumiu a direção da escola, faz um trabalho especial com os alunos para discutir questões relacionadas ao preconceito e às diversidades étnica, racial e de gênero. São realizadas palestras, apresentações de peças de teatro, que ela mesma escreve, e uma semana cultural em agosto, com trabalhos e debates. Além de professora de História, Laysa também é atriz há quase 20 anos.

Em 2007, Laysa realizou o sonho da cirurgia de troca de sexo em São Paulo. Na época, precisou vender todos os bens que possuia para pagar a operação que custou R$ 18 mil. Fez cinco cirurgias até chegar à transformação total:

— Um consultor do Departamento de Diversidade do MEC visitou a escola no ano passado e disse que eu era a única diretora transexual eleita — conta Laysa, orgulhosa, sem esconder a emoção. E confessa: — Tenho alunos que sinto que são gays ou transexuais e sei que aqui eles são totalmente acolhidos e se espelham em mim.

De acordo com o Ministério da Saúde, não há como assegurar se Laysa é a primeira diretora transexual eleita democraticamente, pois não há levantamos nacionais sobre educação que tragam esse tipo de informação.

fonte: O Globo

Thiago Fragoso diz que seu personagem não será uma “bichinha” em “Amor à Vida”

Ator está se preparando para interpretar um personagem homossexual em "Amor à Vida", próxima novela das 21h, da TV Globo, escrita por Walcyr Carrasco.

Thiago Fragoso 02Na trama, o ator fará par romantico com Marcello Antony. "Meu personagem será dono de um sushi bar, um cara moderno, para cima e eles querem ter um filho juntos. Vão misturar o material genético, o sêmen de um com o outro, e vão fazer uma inseminação artificial com uma barriga de aluguel. A ideia é que os dois sejam os pais. É uma história maravilhosa que será tratada com muita maturidade", declarou o ator.

Fragosso disse ainda que irá fugir dos esteriótipos ao compor o personagem não será afetado.  "Por que eu vou fazer um gay, tem que ser uma bichinha? Não é uma coisa para colocar o estereotipo e afastar todo mundo. A gente quer fazer o relacionamento do dia a dia. Mostrar aquela coisa morma, a rotina, o afeto de duas pessoas que se amam e se cuidam. Vai ser da mesma forma que a gente mostra um casal heterossexual em uma novela", afirmou.

Sobre a questão do beijo gay, o ator já havia dito que a família brasileira ainda não está preparada para ver a cena na TV. Além disso, segundo Fragoso, a intenção do casal da nova novela não é romper este tabu.

"Se vier beijo, veio. Mas se não vier, não tem problema. A intenção não é romper o tabu do beijo gay e sim mostrar um casal homossexual. Quando a gente começa a discutir beijo gay meio que banaliza um pouco, torna superficial. Porque o beijo é uma coisa meio escapista, meio sexual, são dois homens que estão tendo atração física. Ai fica aquela coisa meu Deus, vão se beijar, declarou.

"Amor à Vida", que terá pela primeira vez um vilão gay, vivido por Mateus Solano, estreia dia 20 deste mês, substituindo "Salve Jorge".

fonte: A Capa

Jogador de futebol americano segue o exemplo de astro da NBA e assume ser gay

Kevin GraysonApós Jason Collins, da NBA, e Robbie Rogers, bi-campeão da MLS com o Columbus Crew e que estava no Leeds, da Inglaterra, agora foi a vez de uma estrela de outro esporte da Terra do Tio Sam assumir a homossexualidade. O jogador de futebol americano Kevin Grayson, campeão universitário por onde passou e promessa da NFL, decidiu tornar pública sua opção sexual nesta semana, em entrevista à emissora local “CBS”.

O jogador já foi casado, mas diz que descobriu sua opção há bastante tempo. No entanto, preferiu tornar a escolha pública apenas agora, muito por conta do meio que o futebol americano envolve. Mas, sem revelar nomes, ele diz que não é o único.

- É o tipo de coisa em que quando se conhece alguém e descobre algo “você deve levar para o túmulo” ou alguma coisa do tipo. Você não quer ser o foco dessa forma. Não estou dizendo que é algo negativo, mas quando você tem pessoas apenas fazendo perguntas sobre sua sexualidade e como companheiros de equipe estão reagindo a isso, você tira o foco da pré-temporada. Se você é um atleta, você quer ser um atleta. Você quer ser conhecido por aquilo que você fez na quadra de basquete, campo de futebol, quadra de tênis ou o que quer que seja. Você não quer ser a pessoa que é sempre 'o atleta gay' – afirmou o jovem.

Pelo Twitter, o atleta agradeceu o carinho das pessoas e da emissora de TV que relatou a história dele ao mundo nesta semana.

"Obrigado por todo o amor e apoio, realmente eu aprecio tudo, as palavras não podem expressar o meu sentimento agora. #abençoado. Um agradecimento especial para @ CBS6, verdadeiramente estou feliz pelo que vocês têm feito por mim. Minha família quer agradecer-lhes por fazerem um trabalho incrível com a minha história!", escreveu.

Kevin Grayson ganhou destaque no futebol americano quando atuava no time da Universidade de Richmond Spiders, onde se formou e ajudou a equipe a ganhar o Campeonato nacional em 2008. Ele jogou profissionalmente na Itália no ano passado, onde foi eleito o MVP do Super Bowl da Liga Italiana.

Na base do humor, Collins diz que que há tempos convive com brincadeiras homofóbicas dentro do vestiário, sem se manifestar contra os companheiros. Nem com treinadores...

- Enquanto você estiver no meio do futebol, ninguém está realmente pensando nisso. É um esporte muito masculino. Você tem treinadores que são, eu acho, apenas ingênuos quanto ao fato de que poderiam ter um jogador gay. Algumas vezes eu ri. Pensei que seria engraçado pensar sobre se eu deveria falar ou não isso a esse treinador, o que diriam?

No final de abril, o pivô Jason Collins, sem clube após ter terminado a temporada na NBA pelo Washington Wizards, fez um relato, em primeira pessoa, para a revista americana “Sports Illustrated” assumindo ser gay e se tornou o primeiro atleta de ligas profissionais dos EUA a assumir a homossexualidade.

fonte: Extra

Distrito Federal: Governador revoga decreto que puniria homofobia

Decreto foi publicado sem passar pela área jurídica

Agnelo Queiroz (PT)O governador Agnelo Queiroz (PT), revogou, nesta quinta-feira, 09, o Decreto nº 34.350, de 09 de maio, que trata de sanções às práticas discriminatórias em razão da orientação sexual no Distrito Federal.

De acordo com nota da Secretaria de Comunicação Social, o decreto foi publicado pelo Diário Oficial por um erro de tramitação do gabinete, uma vez que o texto não passou pela área jurídica.

Foram identificados vícios formais, que precisam ser corrigidos. Por isso, o assunto será encaminhado à área jurídica para os ajustes necessários.

A nota esclarece que “o governo do Distrito Federal reitera seu compromisso com os direitos humanos e contra discriminação de qualquer espécie.”

fonte: ParouTudo

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Bahia: Transexuais rompem barreiras e conquistam espaço no mercado de trabalho

Trans contam como quebraram preconceitos em Salvador

MahyeleAté pouco tempo era raro ouvir falar em transexuais aceitas pelo mercado de trabalho que não fosse em salões de beleza ou realizando atividades artísticas. A transformação dessa realidade começou a chamar atenção em Salvador após Paulette Furacão assumir a coordenação do Núcleo LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) da Superintendência de Apoio e Defesa aos Direitos Humanos da Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH).

Primeira transexual a ocupar um cargo público na esfera estadual, Paulette Furacão foi chamariz para a abertura de novos postos de trabalho em Salvador, como foi o caso de Mahyele, 18 anos, que na última quarta-feira 8, começa a trabalhar como auxiliar administrativa em uma universidade particular.

Moradora do bairro de Pernambués, com ensino médio completo, ela não esconde a emoção trazida pelo desafio em seu primeiro emprego. “Estou ansiosa para iniciar, pois sei que vou descobrir e apreender muitas coisas importantes para nós. Vou dar o máximo de mim para esse novo caminho em minha vida”, afirmou a jovem com um sorriso no rosto.

Sobre o preconceito, ela revela que, apesar de existir em qualquer lugar e não ser fácil, ela segue sem medo. “Tenho apoio da minha família e isso é fundamental. Confesso que não foi fácil conviver com todo preconceito no meu bairro, mas hoje as cosias mudaram e ainda vão mudar muito.”

Outra moradora de Pernambués que também conquistou seu espaço no mercado de trabalho foi a transexual Tuka Peres. Nascida e crida no bairro, aos 29 anos ela ocupa o posto de assessora no gabinete de vereador Suica, onde é a responsável por cuidar de questões ligadas à causa LGBT, além de representá-lo em eventos na cidade.

Diante dessa conquista, Tuka conta que, no inicio, foi complicado. “Tive um pequeno impasse para usar o meu nome social no crachá”, explica. Mas passo a passo, tudo foi superado e hoje ela comemora sua posição. “Foi uma conquista da minha independência. Hoje sou referência de sucesso na minha família.”

Mesmo com essas conquistas, todas são unânimes em afirmar que o preconceito e a violência ainda são gritantes na sociedade, principalmente a violência moral, como conta Tuka: “já fui posta pra fora de um banheiro feminino e isso é algo difícil de esquecer. Foi humilhante e constrangedor”, revelou.

Para Paulette Furacão, apesar de a luta ser dura e longa, não se pode deixar de buscar novos caminhos e oportunidade para romper com a barreira do preconceito. “Há um ano me senti desafiada e com medo quando recebi o convite para cuidar do núcleo, e hoje estamos aqui celebramos o resultado desse trabalho com o lançamento da programação das ações de combate à homofobia em Salvador e no interior, com mais de 80 atividades de conscientização e combate a todas as formas de violência contra a comunidade LGBT.”

fonte: MixBrasil

Madonna receberá prêmio pela turne “MDNA” no Billboard Music Awards

No ano passado, Madonna faturou com sua turnê "MDNA". A cantora realizou 88 shows, todos lotados, somando um público total de 2,2 milhões de pessoas.

madonna mdna tourFora isso, a eterna material girl arrecadou mais de 305 milhões de dólares! É por esses grandes números que a cantora receberá o prêmio "Melhor Artista em Turnê", durante o Billboard Music Awards.

"Um ícone cultural, Madonna é uma das artistas mais bem sucedidas e influentes de todos os tempos e foi nomeada recentemente Top Money Maker (maior ganhadora de dinheiro) de 2012", diz o comunicado da Billboard.

A premiação aconterá no Grand Garden Arena, em Las Vegas, no dia 19 de maio. Além de Madonna, o evento contará com apresentações de  Nicki Minaj, Jennifer Lopez, Chris Brown, Justin Bieber, Christina Aguilera, entre outros.

fonte: A Capa

Thiago Lacerda beijará Tuco em episódio de “A Grande Família”

Episódio vai ao ar nesta quinta-feira 9, logo após "Salve Jorge" (Globo)

Thiago Lacerda e Lucio Mauro FilhoO polêmico beijo gay entre Tuco, personagem de Lucio Mauro Filho em “A Grande Família” (Rede Globo), e Thiago Lacerda, que interpretará ele mesmo no seriado, será exibido na noite desta quinta-feira 9. Na história, o filho de Lineu e Nenê sai em busca do sonho de ser ator e participa de um teste ao lado do ator bonitão. Os dois encenarão uma cena de “O Beijo no Asfalto”, peça de Nelson Rodrigues.

“Quando soube que seria o Thiago, recebi várias mensagens de amigas mulheres e de amigos gays me chamando de sortudo e dizendo que queriam estar no meu lugar! Foi engraçado”, disse Mauro Filho em entrevista ao site da emissora. Essa não é a primeira vez que a série mostra um beijo entre pessoas do mesmo sexo. Na primeira temporada, em 2001, Tuco beijo outro rapaz em uma paródia de Romeu e Julieta.

fonte: ParouTudo

Relator do projeto de “cura gay” argumenta: “Estou tentando defender os homossexuais”

Como o noticiamos, o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) adiou a sessão que iria discutir o projeto de “cura gay” para a próxima quarta (15).

deputado Anderson Ferreira (PR-PE)Anderson Ferreira (PR-PE), relator do projeto na comissão, declarou ser favorável a proposta e espera que ela seja aprovada na reunião.

“Estou tentando defender o direito dos homossexuais. Psicólogo não trata apenas de doença”, declarou o deputado ao portal iG.

O parlamentar argumenta  que a resolução do Conselho Federal de Psicologia fere o direito de pessoas que querem discutir sua sexualidade com um profissional da área. Segundo ele, uma pessoa que possa ter sofrido “violência sexual na infância e, por isso, adotou o homossexualismo, pode ter um tratamento”.

O Conselho Federal de Psicologia afirma que a argumentação de Anderson é equivocada, já que sua resolução “não proíbe os psicólogos de atenderem pessoas que queiram reduzir seu sofrimento psíquico causado por sua orientação sexual, seja ela homo ou heterossexual, e nem tampouco, pretende proibir as pessoas de buscarem o atendimento psicológico”.

A entidade afirma que é proibido que os profissionais exerçam “qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, e adotarem ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados”. Ou seja, considerarem a homossexualidade uma doença.

fonte: A Capa

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