terça-feira, 16 de abril de 2013

Filho do jogador de basquete Magic Johnson fala sobre sua saída do armário

Earvin Johnson III, mais conhecido como EJ, participou do programa "Gwissues", onde falou sobre a sua recém-saída do armário.

Earvin Johnson IIIO filho do jogador Magic Johnson fez seu outing público no início do mês quando surgiu de mãos dadas com um rapaz em Sunset Trip, região badalada de Los Angeles.

EJ falou como foi que conversou com sua mãe sobre a sua sexualidade. "Eu falei para ela como eu me sentia e ela disse que sempre iria me amar, de qualquer forma. O mesmo aconteceu com o meu pai, um ano depois", conta EJ.

"Nenhum pai ou mãe está preparado 100% para lidar com isso. Nós todos temos que trabalhar para isso e seguir em frente", disse o jovem.

EJ também esclareceu que o rapaz que apareceu com ele nas fotos de Los Angeles não é seu namorado, e sim, seu melhor amigo.

Magic Johnson declarou seu apoio total ao filho. "Este é um grande momento para nossa família e um grande momento para ele. Agora ele é de novo aquele garoto feliz. Estou com ele um milhão por cento. Isso é realmente maravilhoso para ele".

fonte: A Capa

Canadá: Órgãos são rejeitados por que doador era homossexual

Rocky Campana 02Uma mãe do Canadá está revoltada pois acredita que os órgãos de seu filho morto, que era doador declarado, foram rejeitados por ele ser gay. Nancy Campana é mãe de Rocky, morto por complicações após uma tentativa de suicídio.

“Eu fui perguntada se ele era um homem gay e eu respondi que sim. Depois fui perguntada se ele era sexualmente ativo ou se tinha um parceiro, e também disse que sim”, contou Nancy após conversa com a Trillium Gift of Life, organização que cuida da doação de órgãos em Ontário, província canadense onde ela e o filho moravam.

Ela garante que o tom da conversa mudou após a informação que o filho era gay e, em seguida, a família foi informada que os órgãos de Rocky não poderiam mais ser doados.

“Quando eu desliguei o telefone e contei tanto para o pai de Rocky, como para seus amigos… muitos deles desabaram. Os que eram gays me disseram: ‘Nancy, não podemos doar sangue, eles não vão aceitar nossos orgãos”, contou ao site CBC.

Apesar de revoltante, a decisão não viola a lei do Canadá, onde homens gays sexualmente ativos pelos últimos cinco anos não podem doar órgãos, pois são considerados alto grupo de risco para a transmissão de DSTs! A família de Rocky Campana, no entanto, está empenhada em aprovar uma mudança na lei e já trabalha em uma petição para que as autoridades locais revejam essa determinação. Eles querem que seja mais fácil para que um homem gay, se for de desejo dele, seja um doador de órgãos.

fonte: Pheeno

Nike quer patrocinar atleta de destaque abertamente gay

O primeiro atleta profissional de destaque a sair do armário que se prepare: patrocinadores grandes como a Nike querem apoiá-lo!

nikeO presidente do time de basquete americano Golden State Warriors, Rick Welts, abertamente gay, contou ao site Bloomberg que a Nike está pronta para patrocinar um atleta de alta performance que assuma sua sexualidade e saia do armário. “Eles me deixaram claro que a Nike apoiaria. O jogador que assumir ser gay, eles vão ficar animados com as oportunidade que serão postas na mesa, e não com as possíveis portas fechadas”, declarou.

Em entrevista à Bloomberg, Bob Witeck, experimente consultor de marketing e também abertamente gay, declarou que o primeiro atleta profissional de destaque, considerando que ele seja de fato um nome popular, ganhará milhões em patrocínios e apoios das empresas de olho na população LGBT! De acordo com a Bloomberg, essa população tem um poder de compra anual de 800 bilhões de dólares no mercado americano.

“Estamos em um momento onde os anunciantes de nível nacional já não tem mais medo do mercado gay”, conta Mark Elderkin, diretor da rede de anúncios Gay Ad Network.

O ex- jogador da NBA John Amaechi, que saiu do armário anos após se aposentar, deu um ponto de vista mais pragmático: ele pensa que os times e ligas estão apoiando os gays não porque é a coisa certa a se fazer, mas porque estão de olho nos milhões de dólares que isso pode gerar. “Times não estão interessados em diversidade sexual como um conceito caloroso. É sobre ganhar. E o ponto empresarial da coisa é muito importante”, finalizou.

Será que breve teremos patrocinadores brasileiros com essa linha de pensamento?!

fonte: Pheeno

Estados Unidos: Liga de hóquei no gelo anuncia medidas de apoio aos jogadores gays

A NHL, liga norte-americana de hóquei no gelo, e jogadores anunciaram ontem que vão adotar um conjunto de medidas em apoio a atletas gays.

NHLO anúncio aconteceu em meio a especulações de que um atleta de uma das quatro principais ligas profissionais da América do Norte vai assumir sua condição homossexual publicamente.

A NHL firmou parceria com a Your Can Play Project (Projeto Você Pode Jogar, em tradução livre), grupo que combate a homofobia nos esportes, e planeja debater o assunto entre times e atletas.

Não há um jogador assumidamente gay nas principais ligas profissionais. "É um dos últimos 'armários' aqui e um dos mais importantes", disse Brian Ellner, membro do Athlete Ally, organização que apoia atletas gays.

As outras grandes ligas (futebol americano, basquete e beisebol) adotam políticas que proíbem discriminação baseada em orientação sexual e vários dirigentes falam em apoio aos atletas gays.

Nenhuma, porém, parece ter assumido de maneira enfática esse posicionamento.
Patrick Burke, olheiro do Philadelphia Flyers e um dos fundadores do You Can Play, afirma que o objetivo não é preparar atletas para assumir a homossexualidade.

"Mas estamos prontos para fazer o que o jogador quiser", disse Burke. "Se ele quiser fazer milhares de entrevistas e participar de manifestações de orgulho gay, estamos preparados para isso. Do mesmo modo se ele não quiser falar sobre o assunto."

Além de seminários para calouros e equipes treinadas para os jogadores que necessitem de aconselhamento, a NFL diz se preocupar com questões de segurança.

Quando um atleta assumir ser gay, o público será monitorado para que o jogador não seja alvo de hostilidades.

fonte: Folha de S.Paulo

UFC declara apoio à comunidade LGBT, expulsa atleta transfóbico e quer lutador assumido

Dana WhiteUm dos esportes que mais ganha projeção no mundo, o UFC iniciou uma verdadeira cruzada anti-homofóbica. Primeiro, seu criador Dana White, que disse em fevereiro que espera que algum atleta do UFC se assuma gay e que o UFC o receberia da mesma forma que recebe qualquer lutador e que caso outro atleta não queira lutar com ele por ser gay, que o UFC o corrigiria. O ato rendeu. O peso pesado Matt Mitrione foi suspenso por tempo indeterminado pelo UFC depois de ter chamado a lutadora transexual Fallon Foz de “nojenta” entre outros xingamentos. Dana não só suspendeu Matt como divulgou um comunicado contundente. “O UFC é amigo e aliado da comunidade LGBT, espera e exige que seus 450 atletas tratem os outros com dignidade e respeito”, diz o texto. “A organização acha os comentários do Sr. Mitrione altamente ofensivos e inteiramente inaceitáveis e – como resultado direto dessa significante quebra do código de conduta do UFC – o contrato do Sr. Mitrione está suspenso e o incidente está sendo investigado”, completou o texto.

Lésbica e trans
Enquanto entre os lutadores homens do UFC não há nenhum assumido, entre a recém criada ala das mulheres já são duas membros honorários do guarda-chuva LGBT. A transexual Fallon Foz foi liberada pela associação de desporto norte-americana a disputar com  mulheres. O outro nome é de Liz Carmouche, lésbica assumida que é destaque do UFC e grande aposta de Dana.

O chefão do UFC já declarou que quer encorajar atletas gays a se assumirem, já que imagine que entre seus 450 lutadores existam alguns homossexuais. É certo, também, que ele procura no reality TUF (exibido no Brasil pela Globo) atletas gays. Jogada de marketing ou de inclusão? Provavelmente, ambas.

fonte: MixBrasil

Nova Zelândia: País deve ser o próximo a aprovar o casamento gay

País está muito perto de legalizar a união homo

Nova zelandia casamento gayAntes dos Estados Unidos, Reino Unido e França, que discutem na Justiça ou no Congresso a legalização da união homo, outro país desenvolvido deve resolver este assunto. Nesta quarta-feira, 17, a Nova Zelândia pode se tornar a 13ª nação a aprovar o casamento gay.

O Parlamento do país discutirá pela terceira e última vez o projeto de lei que altera a Lei do Casamento de 1955 para descrever o matrimônio como a união entre duas pessoas, independente de seus sexos.

A aprovação é quase certa, já que na última votação, em março, o projeto de lei teve 77 votos a favor e 43 contra. O primeiro-ministro, John Key, também é favorável ao casamento gay. A Nova Zelândia se tornará o primeiro país da região da Ásia-Pacífico a legalizar a união homo.

fonte: ParouTudo

Frank Ocean é eleito como o gay mais influente da música nos Estados Unidos

Frank Ocean 03Em eleição realizada pela “Out Magazine”, o rapper Frank Ocean foi considerado o gay mais poderoso da música norte-americana.

Frank assumiu a homossexualidade em 2012, quando declarou via rede social que estava apaixonado por um rapaz.

Além dele, fazem parte da lista elaborada pela publicação Tim Cook, sucessor de Steve Jobs na Apple, a apresentadora Ellen DeGeneres e Ryan Murphy, criador do seriado “Glee”.

fonte: GOnline

Feliciano não representa deputados evangélicos, diz pesquisa

Levantamento mostra o quanto é mentiroso quando um líder evangélico diz ter apoio de todo segmento

Apenas 6 de 44 deputados da bancada evangélica disseram que o colega Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) os representa. O levamento foi publicado na edição da terça-feira 16 do jornal Folha de S. Paulo. Oito integrantes do grupo, que chega a 52, não foram entrevistados.

Além dos seis minoritários, 16 disseram não se sentir representados por Feliciano e 22 não quiseram responder à pergunta.

Outro dado a favor das pessoas do bem é que 14 integrantes da bancada reconhecem que a movimentação contra o deputado não é de cunho preconceituoso por Feliciano ser evangélico. Um número significativo frente aos 18 que acharam o contrário.

fonte: ParouTudo

Estados Unidos: Jogador diz que escondeu ser gay por medo de ofensas no vestiário

Robbie Rogers deixou o futebol após se declarar gay em fevereiro

Robbie RogersO meia-atacante americano Robbie Rogers, que se declarou homossexual em fevereiro deste ano e deixou o futebol no mês seguinte, afirmou em entrevista ao canal ABC, dos Estados Unidos, que escondeu por tanto tempo sua orientação sexual por medo de sofrer ofensas homofóbicas nos vestiários. O último clube do atleta de 25 anos foi o Leeds, da Inglaterra, do qual foi liberado em janeiro.

Rogers contou que já passou por situações semelhantes desde a época de colegial, e não quis correr o risco de ser novamente discriminado como profissional.

Segundo o jogador, que ainda cogita voltar a atuar profissionalmente, é "quase impossível" ser gay assumido no mundo do futebol, onde há "um estereótipo de que você precisa ser um homem viril, dar trombadas, bater nos outros caras". O americano disse que precisou se adaptar ao "mundo macho man" do esporte.

Rogers afirmou também que assumiu ser homossexual porque foi "criado para ser uma voz, para ser único, não para seguir um bando". Filho de família "conservadora e católica", o jogador disse que cresceu ouvindo que ser gay "não era natural, era um pecado", e isso o "assustava muito". O meia-atacante tem 18 partidas e dois gols marcados com a seleção dos Estados Unidos.

fonte: Terra

Madonna é acusada de fazer shows ilegalmente na Rússia

Cantora tinha visto para atividades humanitárias e culturais, disse deputado. Ela apresentou sua turnê em São Petersburgo e em Moscou em agosto.

Madonna MDNA tour ChileUm deputado russo, autor de uma polêmica lei "anti-gays" em São Petersburgo, acusou nesta terça-feira (16) a cantora americana Madonna de ter trabalhado ilegalmente em dois shows que fez na Rússia em 2012, durante os quais defendeu os homossexuais e as integrantes do Pussy Riot.

"Em agosto de 2012, o tipo de visto de Madonna permitia a ela realizar atividades humanitárias e culturais, mas não comerciais", declarou à AFP Vitali Milonov, deputado local do partido governante Rússia Unidade. Trata-se de um visto de três meses a título de "intercâmbios culturais", ou seja, "um visto que não permite trabalhar ou ganhar dinheiro na Rússia", explicou o deputado.

No entanto, Madonna fez dois shows, um em São Petersburgo e outro em Moscou em agosto, "nos quais ganhou milhões", afirmou Milonov. Durante estes shows, a estrela do pop defendeu a causa gay e deu seu apoio às três cantoras punk do grupo Pussy Riot, condenadas por terem criticado o presidente Vladimir Putin.

Organizações ultranacionalistas russas apresentaram uma demanda perante um tribunal de São Petersburgo exigindo da cantora 333 milhões de rublos (8,5 milhões de euros) por perdas e danos, mas a ação foi rejeitada.

Uma lei adotada em fevereiro de 2012 em São Petersburgo por iniciativa de Milonov castiga nesta região qualquer ato público que promova a homossexualidade e a pedofilia, um texto denunciado pelos defensores das liberdades.

fonte: G1

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