quarta-feira, 10 de abril de 2013

Marco Feliciano fecha sessão da CDHM para manifestantes, mas evangélicos entram

Manifestantes protestaram mais uma vez na sessão da CDHM

protesto CDHMApós tumulto dos manifestantes na sessão desta quarta-feira, 10, na Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) mudou o local do debate e proibiu a presença do público. No entanto, evangélicos convidados pelo pastor puderam entrar.

A reportagem do portal “UOL” contou pelo menos 15 convidados de Feliciano ou de seu partido na sessão. O vereador Pastor João Campos (PSC-TO) de Palmas disse que compareceu à Câmara a convite de Feliciano. Já o pastor Ely Silva, de Belém (PA), disse à reportagem que era convidado do deputado Zequinha Marinho (PSC-PA).

Procurado pelo site, Roberto Marinho, assessor do deputado, que também já deu declarações homofóbicas, negou que Feliciano tenha convidado aliados. “Não tem convidado dele aqui, não”, chamando os outros pastores, portanto, de mentirosos.

fonte: ParouTudo

Marco Feliciano diz que Lady Gaga e Caetano Veloso tem pacto com o diabo

Marco Feliciano (PSC-SP) 09Lady Gaga é um diabo que canta e encanta e o cantor brasileiro Caetano Veloso, por sua vez, também fez um pacto com o diabo. Essas são as novas afirmações do presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, Marco Feliciano.

Em um vídeo disponivel no YouTube, o deputado e pastor diz que o sucesso de Caetano Veloso, na música “Sozinho”, foi graças a uma ajuda do diabo através da mãe de santo, já falecida, Mãe Menininha do Gantois.

“Alguns anos atrás, um cidadão sentado num banquinho, fazendo show com uma viola, cantou uma música chamada “Sozinho” e vendeu, em uma semana e meia, 1 milhão de cópias. Aí perguntaram para Caetano Veloso, qual era o seu segredo. E ele disse: meu segredo é Mãe Menininha do Patuá (sic). Antes de cantar, eu levo para ela que, possuída pelos orixás, diz ‘pode gravar porque eu abençoo’. Não subestime o diabo, porque ele tem poder”, declarou Feliciano, no vídeo.

Como se não bastasse, para o deputado “o diabo tem uma Lady Gaga que canta e encanta” (assista ao vídeo abaixo).

Mesmo com essas barbaridades proferidas por Marco Feliciano, sua renuncia está longe de acontecer.

Na terça-feira (09), após reunião com líderes de partido da Câmara, o deputado afirmou que irá continuar na presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara e só deixaria o cargo se os petistas, João Paulo Cunha (SP) e José Genoíno (SP), acusados de corrupção, deixassem a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

fonte: A Capa

Seu rosto diz se você é ativo ou passivo, garante pesquisa

rosto masculino desenhoDe acordo com pesquisa publicada na edição de abril da revista Archives of Sexual Behavior, “observadores ingênuos” podem identificar corretamente o ativo ou o passivo em uma relação gay entre dois homens baseado nas características do rosto ou “masculinidade perceptível”.

O estudo diz: “Nos determinamos que a relação perceptível entre entre homens e as posições sexuais na realidade eram mediadas pela masculinidade perceptível. Juntos, esses resultados sugerem que as pessoas podem se basear em percepções de características relevantes para o esteriótipo de posições do gênero homem-mulher e relações heterossexuais para concluir a posição sexual em relações do mesmo sexo. Assim, relações entre casais do mesmo sexo e o comportamento sexual podem ser perceptualmente enquadrados, entendidos e possivelmente estruturados em formas similares às relações entre casais de sexos opostos, sugerindo que as pessoas pode se basear nessas inferências para formar percepções precisas.”

Os pesquisadores Konstantin O. Tskhay e Nicholas O. Rule ressaltam que “as descobertas são interessantes porque sugerem que as pessoas tentem a generalizar suas percepções esteriotipadas do formatos de relações heterossexuais para outras formas de comportamentos sexuais.” Eles ainda acrescentam: “Pessoas podem portanto interpretar uma variedade de relacionamentos com o olhar das convencionais dicotomias sexuais homem-mulher”, dizem, notando ainda que é possível que “efeitos similares possam ser observados em relações não sexuais, como amizade e interações interpessoais gerais”.

Um estudo similar, realizado pelo orgão do governo americano Centers for Disease Control and Prevention, observou os papeis sexuais em relações entre gays. A pesquisa, publicada em 2003 no The Journal of Sex Research, identificou que os rótulos-sexuais eram significativamente correlacionados com os comportamentos sexuais reais.

fonte: Pheeno

Rússia: Revista ajuda lésbicas a assumirem homossexualidade

Agens"Na Rússia, as lésbicas também podem ser felizes", disse à agência EFE Milena Cherniavskaya, diretora da primeira revista voltada a essa comunidade, cujo lançamento coincidiu com a aprovação de uma lei que proíbe a propaganda homossexual entre menores de idade.

"Queremos mostrar que as lésbicas não devem ter medo de viver abertamente e ser felizes. Há muitas lésbicas russas que levam uma vida normal. Não somos diferentes do resto de mulheres. Somos pessoas inteligentes, interessantes e bem-sucedidas profissionalmente", afirmou.

Cherniavskaya está encantada com o aval que está tendo a edição piloto da revista Agens tanto entre lésbicas como entre as mulheres que buscam um visão mais arriscada da atualidade. "Diria que 85% das críticas foram positivas. Quase não houve comentários homofóbicos", explicou.

A Agens é a única revista impressa para homossexuais desde que a Kvir, um oásis para as minorias sexuais russas durante a última década, deixou de sair em papel, em dezembro do ano passado, devido a problemas de financiamento.

"Não é um desafio ao governo. Nosso principal público são as lésbicas, mas a nossa é mais uma revista feminina alternativa. Não buscamos provocar nem infringir a lei", disse.

Cherniavskaya, que conta com 20 redatores, estilistas e fotógrafos, está convencida que "a revista sobre meninas para meninas" não terá problemas com as autoridades pela nova lei que proíbe a propaganda homossexual entre menores de idade, já que em sua capa tem, em letras bem grandes, o símbolo "+18".

"A situação piorou nos últimos meses. Na Rússia não existe uma política estatal sobre minorias sexuais, mas os problemas da falta de liberdade (expressão, manifestação, etc.) afetam todos. Muita gente não suporta e emigra", afirmou.

Em seu primeiro editorial, a diretora deixou bem claro os princípios da revista: "Mais cedo ou mais tarde chega um momento em que você entende que não pode se calar". "Muitas de nós não queremos sair às ruas com cartazes, gritar em megafones e brigar contra os homofóbicos", acrescentou.

O número inaugural inclui histórias como uma reportagem sobre o clube esportivo A-Mega de São Petersburgo, que integra quatro equipes de basquete compostas maioritariamente por lésbicas e que participa de competições internacionais.

Um dos mais interessantes é o artigo com conselhos psicológicos úteis para as lésbicas que decidem sair do armário em seu lugar de trabalho, um passo que pode chegar a ser muito traumático, mas menos arriscado do que aparenta. Segundo a reportagem, só 10% das lésbicas russas perderam seu posto de trabalho devido a sua orientação sexual.

"Qualquer pessoa pode ler nossa revista. Atualmente, mais da metade dos leitores são heterossexuais. Trata-se de criar uma ponte entre os públicos. Queremos mostrar outra realidade que não sai na imprensa geral. Sinto que há uma demanda", disse.

As seções mais arrojadas incluem uma reportagem sobre a vida de duas jovens lésbicas que brigaram com suas famílias, comentários de vários personagens sobre o que consideram sexo e uma história sobre o dualismo entre lésbicas e bissexuais.

A leitora da Agens também encontrará moda, penteados - "as lésbicas também podem ser elegantes e usar cores chamativas", destacou - e também reportagens em geral sobre como fazer um curta-metragem ou o uso da simbologia lésbica na publicidade.

"O maior problema das lésbicas não é a reação de seus pais, e sim se aceitar como uma, já que na imprensa e em seu entorno todas as histórias são negativas. Queremos mostrar também as positivas. A auto-estima é muito importante", afirmou.

Cherniavskaya promete que o primeiro número sairá em junho oficialmente e incluirá temas especificamente para lésbicas, como lugares de descanso e uma reportagem sobre os trâmites burocráticos necessários para se casarem e as vantagens do casamento homossexual.

"Nem tudo está perdido. Na cidade de Magnitogorsk encontramos um casal de lésbicas com dois filhos. Inclusive nos convidaram para o casamento em setembro".

Se tudo acontecer segundo o previsto, já que várias companhias entraram em contato com a revista mostrando interesse no projeto, até 10 mil exemplares de Agens chegarão às bancas em dois meses com mais de 100 páginas.

Sobre o futuro da comunidade homossexual na Rússia, Cherniavskaya, que tem 24 anos e não se considera "100% lésbica", acha que "na Rússia ninguém pode saber o que vai acontecer dentro de cinco ou dez anos".

fonte: Terra

Mariana Mollina fará participação em Salve Jorge

transformista Mariana MollinaFamosa, a transformista residente da Blue Space São Paulo (SP) e Victoria Haus (DF), Mariana Mollina, fará uma participação na novela das 21h, Salve Jorge. A novidade foi noticiada pelo Almanaque na TV mas ganhou asas quando o blogueiro Hugo Gloss espalhou. A participação da gaúcha vai ao ar na segunda-feira (22), e a própria autora, Glória Perez, a anunciou em seu twitter.

twitter Gloria Perez

Mariana é conhecida por suas performances em que atua como cover da cantora Beyoncé. Confira um pouco do trabalho da artista:

fonte: GOnline

“Me perguntam se para gostar de mulher preciso me vestir assim”, diz Thammy Miranda

Thammy Miranda Mais VocêNo ar como a policial Jô, de "Salve Jorge", Thammy Miranda participou do "Mais Você" desta quarta-feira (10). Além de falar sobre a transformação da personagem – que esta semana apareceu bem feminina ao dançar "Conga La Conga" na boate de Russo (Adriano Garib) –, a filha de Gretchen, que é homossexual assumida, contou o que escuta do público a respeito de seu visual no dia a dia.

"Me perguntam se para gostar de mulher preciso me vestir assim. Digo que não. Existem muitas mulheres homossexuais que são femininas. A Daniela [Mercury] é uma. Me visto assim porque me sinto bem. É a minha forma de me sentir bem", explicou, referindo-se aos figurinos masculinizados que usa no cotidiano.

Thammy confessou que é tímida e contou que morreu de vergonha ao assistir a dança de Jô na trama das nove. "Assisti na minha casa com um travesseiro no olho", revelou, acrescentando que "é estranho" se ver de mulher.  Ao ver fotos de quando tinha 18 anos, a atriz lamentou não ter mais o mesmo corpo da adolescência. "A única coisa que queria de volta era essa barriga. Com 30 anos é difícil", disse.

Durante o bate-papo com Ana Maria Braga, Thammy lembrou de quando sua mãe descobriu sua homossexualidade. "Minha mãe ficou sabendo quando tinha 18, logo depois que fiz a revista [masculina]. Foi muito difícil profissionalmente. Para mim foi muito difícil arrumar trabalho. Ninguém queria apostar em mim", contou.

Thammy contou que aos 24 anos decidiu que queria ser ela. "Queria ser feliz comigo mesma. Podia não fazer mais nada na vida. Podia fazer faxina, trabalhar no mercado. Porque me olhava no espelho e não me reconhecia", disse.

Ela disse que quando Gretchen descobriu que ela era gay, pensou que fosse uma forma de agredi-la ou de chamar atenção. "Aí conversei com ela e disse: "mãe, você acha que se pudesse escolher, ia escolher sofrer preconceito? Não tenho escolha. Nasci assim", lembrou.

Thammy contou que, para ela, o que mais mexeu com Gretchen foi a expectativa que a mãe colocou em cima dela. "Ela criou uma expectativa grande em cima de mim. Ela esperava que desse sequência à carreira dela. O castelinho dela foi por água abaixo", afirmou.

Thammy elogiou Glória Perez, autora de "Salve Jorge", e afirmou que pretende dar continuidade à carreira de atriz. "Só quero dar sequência nessa carreira. Me descobri. Nasci como atriz pelas mãos da Glória. Sou muito feliz no que faço. Hoje me sinto completa", revelou.

fonte: UOL

"A mãe de minhas filhas voltou a ser feliz", diz ex-marido de Daniela Mercury

Marco Scabia, o ex-marido de Daniela Mercury, é capa da revista “Caras” dessa semana. Italiano de nascimento, mas morador de São Paulo, o publicitário tem três filhas adotivas com a cantora baiana.

Marco Scabia

Para a publicação, ele falou sobre o relacionamentop de sua ex-mulher com a jornalista Malu Verçosa. “Eu sabia. Daniela e eu sempre nos falamos tudo. Por isso, entre nós dois jamais haveria surpresas... Acredito que fui o primeiro a saber”.

> Daniela Mercury assume novo amor: "Malu agora é minha esposa"

Scabia garante que não tem nenhuma mágoa e que não houve traição. “Antes de casarmos, Daniela e eu fomos amigos e agora voltamos a ser amigos. Não vejo motivo para me sentir magoado. Daniela começou o relacionamento quando nós dois já estávamos separados... Não houve traição”, diz ele.

O italiano disse que só conhecia Malu socialmente, já que ela namorava Fabiana Crato, assessora de Daniela. “Vez ou outra eu a via, mas não com muita frequência e sem nenhuma intimidade”.

Sobre a escolha de Daniela, Scabia é enfático: “Se Daniela a ama, eu nem preciso ter opinião a esse respeito”. O publicitário também falou sobre o que espera do relacionamento de Malu com as três filhas que tem como Daniela.

“Daniela é sensível e inteligente demais. Se ela escolheu a Malu, é porque ela tem todas as condições para integrar o núcleo familiar, ajudar a criar as nossas filhas, que hoje são o nosso maior interesse, como sempre foi”.

Ele ainda garante que está muito feliz com a decisão da cantora e não condena sua saída pública do armário.

“Estou muito feliz, porque sei que ela está sendo feliz e é isso o que importa para mim. A mamãe de minhas filhas hoje voltou a ser feliz; o que mais eu poderia querer? Ela sempre foi uma grande mãe, mas não duvido que agora, feliz, vai ser melhor mãe ainda, se é que isso é possível”.

fonte: A Capa

Governo Federal quer fazer sistema nacional sobre violência contra LGBT

Enquanto o pastor e deputado Marco Feliciano, acusado de homofóbico e racista, ocupa a cadeira da presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, o Governo Federal propõe a criação do Sistema Nacional de Enfrentamento à Violência LGBT. Este sistema, de acordo com o presidente do Conselho Nacional de Combate a Discriminação LGBT, Gustavo Bernardes, tem como objetivo unir forças na esfera Federal, Estadual e Municipal para combater a violência contra a população homossexual. “Este é um projeto importante que queremos colocar em pauta neste novo momento do Conselho”, diz Gustavo.

O documento disponível para download (aqui), no site da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da Republica (SDH) e exibe alguns dados referentes ao primeiro Relatório Sobre Violência Homofóbica no Brasil que demonstrou que entre janeiro e dezembro de 2011 foram denunciadas 6.809 violações aos direitos humanos contra homossexuais, envolvendo 1.713 vitimas e 2.275 suspeitos. Este Sistema Nacional LGBT une diversas esferas do poder político para incentivar a instalação de Conselhos Estaduais, Distrital e Municipais LGBT e Coordenadorias, como também a criação de políticas públicas voltadas para este público, como forma de enfrentamento à violência contra a população LGBT.

Para o ativista dos direito LGBT, Toni Reis, é importante estudar o que de fato a Secretaria dos Direitos Humanos vai fazer com projeto e “o quanto de recurso será aplicado nesta divisão entre estados e municípios, além dos comitês que serão criados”.

No documento, outro objetivo do projeto é a capacidade de “articular políticas públicas, ações e mecanismos voltados à promoção de Direitos LGBT”, além de “monitorar os casos de violência contra LGBT, bem como, as providências adotadas e trocar experiências exitosas de combata a violência entre os entes federados no intuito de promover indicadores a cerca das políticas públicas eficazes”.

Entre os órgãos que irão compor o Sistema Nacional LGBT estão a SDH, os Ministérios da Cultura, da Educação, da Justiça e da Saúde. Liberar para consulta pública o projeto faz parte da meta do Conselho Nacional de Combate à Violência LGBT, “queremos saber a opinião pública sobre as pautas discutidas em nossas reunião e aproximar a população do Conselho”, diz Gustavo.

fonte: MixBrasil

Itália: Pessoas mudam suas orientações sexuais em vídeo a favor do casamento gay

A Itália, um dos países mais conservadores da Europa na questão dos direitos dos homossexuais, também entrou na luta do casamento gay.

CondividiloveA campanha "Condividilove" (Compartilhe o Amor) traz um vídeo a favor do casamento igualitário, abordando o tema de uma forma bem criativa.

Homens e mulheres misturam suas orientações sexuais e gêneros nas suas falas. "Sou mãe", diz um homem, "sou filho", diz uma mulher, "somos lésbicas", diz um casal composto por um homem e uma mulher, "sou transexual", diz uma senhora, e daí por diante.

"O matrimônio é um direito de todos", diz a mensagem final do vídeo. O resultado ficou bonito e emocionante.

fonte: A Capa

França: Senado aprova artigo sobre casamento gay

O Senado francês adotou na noite desta terça-feira, por 179 votos contra 157, o primeiro artigo do projeto de lei sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo, o que abre caminho para o matrimônio gay.

O projeto, já aprovado pela Assembleia Nacional e que constitui a primeira reforma social promovida pela esquerda no poder na França, legaliza o casamento gay e a adoção por parte de casais do mesmo sexo.

A medida contou com o apoio da maior parte dos senadores da esquerda, entre socialistas (PS), comunistas (CRC) e ecologistas (RDSE). A maioria dos senadores de direita rejeitou a medida, mas cinco votaram 'sim' e dois se abstiveram.

A votação ocorreu após dez horas de debates e de várias tentativas da direita de obstruir o processo, em meio a um clima tenso. "Apesar das tentativas de obstrução da direita, o Senado adotou o artigo 1, que autoriza o casamento entre pessoas do mesmo sexo", saudou o presidente do PS, François Rebsamen, momentos após a votação.

"A adoção deste artigo pela maioria dos senadores acaba com a discriminação contra a opção sexual dos cidadãos (...) e marca uma vitória na luta contra a homofobia e pela tolerância e a democracia", concluiu Rebsamen.

fonte: Terra

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