terça-feira, 9 de abril de 2013

Foto de beijo gay diante de Feliciano em igreja evangélica causa polêmica

Imagem de duas mulheres se beijando durante visita do pastor a Belém provocou discussões na internet

Marco Feliciano e beijo gay em igrejaUma foto que mostra duas mulheres se beijando dentro de uma igreja evangélica em Belém durante uma visita do deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) provocou polêmica entre apoiadores e críticos do parlamentar. Na imagem, Feliciano aparece em cima do palco diante de fiéis, que se aglomeram para fotografá-lo. Atrás de uma pequena multidão, as duas jovens se beijam.

A fotografia foi compartilhada no Facebook por apoiadores de Feliciano, que manifestaram indignação com o beijo homossexual dentro da igreja. "Vejam o absurdo, os ativistas gays realmente não merecem nenhum respeito! O local de culto é protegido por nossa constituição federal, mesmo assim eles não respeitam... estamos em guerra!", escreveu um homem ao publicar a imagem.

Outros usuários defenderam a atitude das duas mulheres. "Parabéns às duas garotas que foram lá demostrar o amor que uma sente pela outra, que é o mesmo que Jesus prega em toda a Bíblia, não o ódio que é pregado por alguns, como Feliciano", escreveu outro homem no Facebook.

O deputado é alvo de críticas desde que foi eleito para a Comissão de Direitos Humanos da Câmara (CDH). Feliciano é acusado de dar declarações de cunho racista e homofóbico.

fonte: Terra

Mulheres transexuais têm 49 vezes mais chances de contraírem HIV

Pesquisa foi realizada com 11 mil transexuais em 15 países

Uma pesquisa publicada pelo jornal médico “The Lancet Infectious Disease” mostrou que as mulheres transexuais têm 49 vezes mais chances de contrair o vírus HIV.

Foram pesquisadas 11 mil transexuais femininas em 15 países – Estados Unidos, três na Europa, cinco na América Latina e outros seis na região da Ásia e Oceano Pacífico. Ao todo, segundo o estudo, um terço de todas as transexuais do mundo teriam o vírus.

“Nossas descobertas sugerem que as mulheres transexuais são uma população de risco muito alto de HIV e precisam urgentemente de serviços de prevenção, tratamento e cuidados”, disseram os autores do estudo.

Os mesmos autores acreditam que muitas das infecções foram adquiridas em relação de sexo anal desprotegidas e que as mulheres trans estão mais propensas a se envolverem em trabalho sexual.

“Poucos profissionais de saúde, conselheiros de HIV para enfermeiros e médicos, receberam qualquer formação para responder às necessidades específicas de saúde das mulheres transexuais”, observaram os médicos.

fonte: ParouTudo

Ellen Oléria afirma ter sofrido preconceito para alugar apartamento em Brasília

Ellen Oléria e Poliana MartinsEllen Oléria, vencedora da primeira edição do reality musical "The Voice Brasil", afirmou ter sido vítima de preconceito ao tentar alugar um apartamento em uma área nobre em Brasília. A informação foi confirmada pela assessoria da cantora, que não quis falar com o UOL.

A cantora escreveu em sua página no Facebook: "Ontem vi um apartamento numa área considerada nobre em Brasília, na quadra 208 da asa norte. Minha intenção era alugá-lo e a faixa de aluga-se era bem grande. Durante a visita, o proprietário olhou pra mim e depois de estudar a mim e à minha companheira nos revistando com seu olhar inquisidor questionou, ainda duvidoso, 'Vai ser em nome de quem?'

"Em meu nome' respondi. 'E como vai pagar? Porque você tem um problema de renda, né?'. 'Com dinheiro, trago para o senhor os papeis necessários em qualquer certame como esse para comprovar o que quer que o senhor necessite saber sobre mim". Vinte e uma horas depois do contato, ele negou sequer olhar os documentos alegando que o imóvel já estava ocupado. Como vocês chamam isso?".

fonte: UOL

Acre: Governo censura filme gay ao confundi-lo com kit anti-homofobia

Curta foi confundido com kit anti-homofobia pelo governo do Estado

Eu Não Quero Voltar SozinhoPremiado em festivais em várias partes do mundo, o curta-metragem “Eu Não Quero Voltar Sozinho” foi proibido no Acre. Pior: todo o programa Cine Educação, do qual ele fazia parte, foi suspenso por lá.

Tudo começou, segundo os produtores Diana Almeida e Daniel Ribeiro – este, também diretor do filme – quando alguns alunos que o assistiram em sala de aula pensaram se tratar do “kit anti-homofobia” e reclamaram a líderes religiosos. Estes, sem saber do que realmente se tratava, mobilizaram políticos para proibir o programa educacional.

Segundo comunicado de Ribeiro, os secretários de Educação e de Direitos Humanos do Estado discutem a reativação do Cine Educação, porém, o seu curta deve ser definitivamente excluído do programa. Não, você não está no Irã, onde os habitantes vivem em Estado religioso. Você está no falso Estado laico chamado Brasil.

Veja ou reveja o premiado e delicado curta-metragem que os estudantes do Acre não podem ver na escola:

fonte: ParouTudo

Piauí: Rejeição de projeto para transexuais causa polêmica em Teresina

Câmara não aprovou projeto que previa legalização do uso do nome social. Autor da lei e grupo GPTrans acusam vereadores de discriminação.

Nesta terça-feira (09) a votação de um projeto de lei do vereador Gilberto Paixão causou  polêmica na Câmara dos Vereadores de Teresina. O texto previa a regulamentação do uso de nomes sociais de travestis e transexuais nos registros municipais relativos a serviços públicos.

A bancada religiosa da casa, que é composta por vereadores católicos e evangélicos, se mostrou contra o projeto que acabou rejeitado por 12 votos a 10.

Segundo Gilberto Paixão, o intuito do projeto era evitar o constrangimento dessas pessoas na hora de apresentar ou requerir algum documento junto aos órgãos municipais. Ainda de acordo com ele, a emenda também serviria para artistas ou outras pessoas que não costumam usar seus nomes de batismo.

“A rejeição do projeto mostra que a sociedade continua conservadora. Mesmo com toda a polêmica do Marcos Feliciano os vereadores religiosos não se inibiram de colocar dogmas religiosos à frente da questão. Em nome da pureza religiosa eles vetaram o projeto de lei”, disse.

O vereador explicou que o fato do presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, vereador Major Paulo Roberto, ter votado contra a emenda vem reforçar a polêmica nacional criada em torno do deputado federal Marcos Feliciano. “A vereadora Cida Santiago ainda leu uma passagem bíblica durante a votação como se fosse uma questão religiosa”, declarou.

A atitude da Câmara revoltou simpatizantes e integrantes dos grupos de direitos gays. Segundo a transexual Maria Laura dos Reis, integrante do Grupo Piauiense de Transexuais e Travestis (GPTrans), o grupo se reunirá com representantes da comissão contra homofobia no estado, que conta com a participação do Ministério Público, para se posicionar frente ao resultado da votação.

“A rejeição desse projeto demonstra apenas um fundamentalismo religioso discriminatório de alguns parlamentares. Muitos dos próprios vereadores utilizam nomes sociais, mas eles analisaram o projeto com um olhar preconceituoso. Somos cidadãos e eleitores como qualquer outro. A câmara não é igreja, é uma casa onde os vereadores representam nossos direitos”, afirmou.

A transexual explicou ainda que atitude da vereadora Cida Santiago de ler uma passagem bíblica durante a sessão lembra as atitudes do deputado federal Marcos Feliciano. “A bíblia é um livro interpretativo. O Feliciano incitou o ódio em âmbito nacional e isso está refletindo localmente. Existem políticos que confundem os seus dogmas religiosos como o papel de representação no governo”, disse.

Procurada pela equipe do G1, a vereadora Cida Santiago não foi encontrada para comentar sobre o caso.

fonte: G1

Dani Calabresa satiriza "ditadura gay" de Marco Feliciano no CQC

Dani CalabresaA humorista Dani Calabresa dedicou aos gays boa parte do seu quadro “Notícias que você não vai ver no CQC porque...”, onde satiriza as principais notícias da semana, na edição do CQC dessa última segunda (8).

Dani se referiu as declarações do deputado Marco Feliciano (PSC-SP), que disse que os homossexuais estão armando uma ditadura gay, para impor se estilo de vida no país.

Na Avenida Paulista, Dani satiriza a história. Com uma arma na mão, ela obriga um homem hétero a usar salto alto.

Depois, encarnando uma travesti, Dani diz que a bebida nacional vai mudar de cachaça para saquerinha de lichia. “Outra coisa que vai ter é a Operação Lady Gaga. Nós vamos passar na casa de hétero em hétero, pegando pochete, moletom, a partir de hoje é só gola V!”, diz a trava de Calabresa.

Para encerrar a história, Dani ainda diz que adora as bixas e faz uma homenagem para Daniela Mercury.

fonte: A Capa

Jean Wyllys ganhará proteção da Polícia Federal

Jean Wyllys 03Por conta das ameaças de morte que vem recebendo nas redes sociais e que se intensificaram nos últimos meses, o deputado federal Jean Wyllys vai contar com proteção da Polícia Federal 24 horas por dia. Atualmente, o deputado já é escoltado sempre que sai para compromissos oficias, mas a partir da próxima semana, a vigília será constante.

Quatro agentes da Polícia federal vai fazer a segurança do deputado assim que ele voltar de Washington, onde participa de um um seminário internacional sobre doenças raras, o World Orphan Drug Congresso. A assessoria do Deputado diz que as ameaças a sua vida aumentaram desde que foram divulgadas mensagens nas redes sociais que atribuíram a ele frases em favor da pedofilia e anti-cristãs. "Ele foi vítima de uma campanha difamatória, principalmente com relação ao preconceito contra os cristãos", explicou o assessor.

Essa não é a primeira vez que Jean recebe ameaças de morte. Em março de 2012, a polícia localizou e indiciou dois homens que ameaçavam Jean  pela internet.  Eles eram ativistas neonazistas e foram presos em Curitiba.

fonte: MixBrasil

Estados Unidos: Filho gay de deputado diz que foi obrigado a fazer terapia para deixar de ser

Matt R. SalmonMatt R. Salmon, filho do deputado republicano Matt Salmon chamou a atenção dos Estados Unidos ao dizer na TV que fazia terapia para curar a própria orientação sexual diferente e que apoia o pai, mesmo ele sendo contra o casamento gay.

"É difícil pra mim entender que as pessoas chegam a conclusão de que ele (o pai) é anti-gay, que ele é um fanático. Realmente ele não apoia o casamento gay, mas isso não faz dele um fanático em tudo" explicou.

Ao falar da terapia reparativa, ele disse que foi o momento mais difícil da relação com o pai quando ele decidiu que não iria mais fazer a terapia.

"Foi enquanto eu estava na faculdade, eu tinha acabado de decidir que eu não iria mais fazer terapia reparativa e foi difícil pra ele. Tínhamos uma relação carinhosa, mas era difícil pra ele aceitar" contou o rapaz.

fonte: Toda Forma de Amor

"Acho normal assédio de homem", diz Jesus Luz

Jesus Luz 02De namorado da Madonna à carreira de ator, Jesus Luz continua firme e forte no estrelato. O gato, que interpreta o personagem Ronaldo em “Guerra dos Sexos", da TV Globo, falou sobre o assédio que sofre de gays.

“Eu tenho isso desde antes de ser famoso. Assédio de homem, eu acho normal. Eu só sorrio de volta, digo ‘valeu, obrigado’ e saio. O que sempre acontece comigo é colocarem a mão na minha bunda, mas eu nunca olho para trás. É difícil saber se é homem, mulher. Não dá para ver quem foi”, comentou o ator em entrevista à Contigo.

Inevitávelmente, Madonna, que foi a responsável por tirar o até então modelo do anonimato, também é assunto em quase todas as entrevistas do rapaz. “Sou grato e feliz por Madonna fazer parte da minha história'', afirmou.

Correndo por fora está Renan Luz, irmão de Jesus, que com 17 anos já está se preparando para seguir os passos do mais velho e se tornar ator. Os dois posaram elegantíssimos em ensaio divulgada pela assessoria de Jesus.

fonte: A Capa

Ângela Ro Ro relembra que foi espancada por ser homossexual

Cantora disse que teve perda auditiva e deslocamento de retina

Ângela Ro RoÂngela Ro Ro foi a primeira cantora brasileira a se assumir homossexual. Em conversa com o jornal carioca Extra, ela relembrou que chegou a ser espancada por homofobia. As sequelas a cantora carrega até hoje: a retina do olho direito foi deslocada e o um dos ouvidos tem perda auditiva.

Ângela disse que foi "vítima da própria segurança". Durante o espancamento, ela teve um corte de 13 centímetro no baixo ventre e afirmou que gritou: "ai, meu útero". Nessa hora, ouviu de um policial: "sapatão não tem útero".

fonte: Terra

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