domingo, 30 de dezembro de 2012

Suíça: Número de uniões gay cai pelo quarto ano seguido

União civil homossexual foi aprovada em 2005 no país por referendo popular

Desde 2009, o número de uniões homossexuais na Suíça só decresce, revelam dados oficiais.

Nos dez primeiros meses de 2012, foram registradas 579 uniões homo. No ano anterior, foram 672. Em 2010, 720, quantidade inferior aos números relativos a 2009, quando 872 casais oficializaram o relacionamento. Em 2008, foram 931.

O país reconhece os relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo desde 2005, quando a medida foi aprovada por referendo.

fonte: ParouTudo

"Não só gays se identificam com meu papel em Glee", diz Chris Colfer

Para ator, todos que se sentem pressionados a receber aprovação social se identificam com personagem

Chris Colfer 02O ator Chris Colfer, gay assumido, faz o papel do homossexual Kurt Hummel em Glee. Há de se pensar que a maioria dos seus fãs seriam “rainbow” também, certo? Entretanto, a astro afirma que não.

“Cerca de 10% apenas dos meus fãs são gays. Todo o restante é formado por jovens que se identificam com o personagem por eles também se sentirem diferentes, fora do padrão. Eu acho que a história de Kurt é universal: todos os adolescentes que passam pela dificuldade de serem aceitas em algum lugar se ligam ao personagem”, disse o ator à revista inglesa Gay Times.

fonte: ParouTudo

Reino Unido: Arcebispo diz que governo "não mede consequências" ao propor legalizar casamento gay

O projeto do governo britânico de legalizar o casamento de pessoas do mesmo sexo foi criticado pelo arcebispo de Birmingham, Bernard Longley.

Segundo ele, o primeiro-ministro David Cameron "não tem ideia de todas consequências" que a medida pode acarretar. Em carta dirigida a padres de sua região, o religioso alertou sobre o impacto que a permissão pode gerar "nas crianças e na sociedade em geral".

O argumento escrito do líder religioso é que as crianças precisam de uma mãe e um pai e não de "dois pais" ou "duas mães".

Longley não é o primeiro no alto escalão católico do Reino Unido a protestar sobre o projeto. O arcebispo de Westminster, Vincent Nichols, disse que a iniciativa "não é democrática" e que "não é um clamor da população".

Os dois arcebispos ingleses repetem uma opinião já defendida no início de dezembro pelo papa Bento 16, que apontou o casamento gay como uma força destruidora da "essência da criatura humana".

A Igreja Anglicana, a mais popular do Reino Unido, também se posicionou contrária ao matrimônio de pessoas do mesmo sexo. Outras igrejas menores, como a Unitária, são a favor da proposta governamental.

fonte: UOL

sábado, 29 de dezembro de 2012

Igreja Ortodoxa faz calendário quente com padres e modelos bem a vontade

Calendário usa lindos religiosos em cenas comuns para pedir tolerância

orthodox calendar 14Com o objetivo de combater a homofobia dentro da Igreja Ortodoxa, um calendário reuniu 12 jovens homens representando professadores da religião em episódios da vida cotidiana – carregados de teor homoerótico. Em “Orthodox Calendar”, os organizadores quiseram mostrar que por baixo da roupa desses religiosos pulsa um coração, com vontades, paixões e preferências.

São ao todo 12 fotos, uma para cada mês, de homens bonitos e gostosos que, algumas vezes, aparecem até mesmo sem roupa, tudo como forma de protesto. Todos os moços que participaram do calendário acreditam que é sim possível conciliar sua vida religiosa com a diversidade sexual, e respeitar a todas as pessoas.

O calendário está à venda por 10 euros cada (preço não inclui a postagem) pelo site www.orthodox-calendar.com. Abaixo a gente adianta as imagens que prometem ainda provocar muita polêmica.

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fonte: MixBrasil

Durona e lésbica assumida, primeira mulher a lutar no UFC não vê MMA na TV porque namorada não deixa

Liz CarmoucheO nome de Liz Carmouche tem tudo para ficar marcado na história do MMA. A lutadora participará em 23 de fevereiro, contra Ronda Rousey, da primeira luta entre mulheres no UFC. Além disso, ela é o primeiro caso de atleta assumidamente homossexual no principal evento de MMA do mundo. Tudo isso a torna uma referência no esporte. Por isso, nada melhor do que ela para dar um palpite sobre o principal combate do próximo sábado, entre o brasileiro Júnior "Cigano" dos Santos e Cain Velasquez, pelo título dos pesos pesados, certo? Errado.

- Não sei responder... Eu não vejo muito MMA em casa, minha namorada não deixa que eu veja. Nem temos TV a cabo para assistir às lutas. A gente assiste mais a filmes - confessa ao GLOBO Liz, que está em Las Vegas para a promoção de sua estreia no UFC.

Para burlar a restrição em casa, Liz, de 28 anos, passa por um sufoco.

- Eu tenho que roubar o controle da televisão da casa dos pais da minha namorada para poder ver as lutas - conta, sorrindo.

Nascida no Japão, Liz foi aos 20 anos de mudança para os Estados Unidos, terra natal dos pais, já com o desejo de ingressar na Marinha americana. No Iraque passou parte dos cinco anos de sua vida militar e foi lá que aprendeu MMA, que é hoje sua profissão.

Além do cartel de sete vitórias e duas derrotas, Liz dá aulas de luta para meninas de 4 a 17 anos em San Diego, na Califórnia. Mas engana-se quem pensa que a vida de Liz restrige-se a socar e chutar suas adversárias.

- Eu gosto de pintar. Faço alguns grafites, geralmente abstratos, e aproveito para decorar minha casa. Nunca vendi minhas pinturas, mas, pelo menos, economizo na decoração - conta a lutadora, que teve a quem puxar: seu pai é militar e sua mãe é artista, atualmente trabalhando com fotografia e joias.

fonte: O Globo

Lady GaGa diz que não fumou maconha para compor novo disco

GaGa disse que estava sóbria quando compôs para novo CD

Lady Gaga 08Na última sexta-feira (28), a cantora Lady GaGa participou de um bate-papo com seus fãs na internet, sobre seu próximo disco, “ARTPOP”. A ‘mother monster’ contou sobre o processo de produção do álbum e garantiu que estava completamente sóbria quando escreveu as novas músicas.

“Sem maconha em ‘ARTPOP’. Não mesmo”, reafirmou Gaga, que confessou fumar “apenas para relaxar com os amigos”.

“Ninguém escreve minhas músicas para mim. Qualquer música que vocês me ouvirem cantar, eu escrevi do nada com meus amigos. Por isso levo tanto tempo para escrevê-las. Preciso de novas inspirações, novos sons, novas experiências”, falou sobre suas composições.

A popstar também comparou seu próximo disco, que deve ser lançado no primeiro semestre de 2013, com seu antecessor, “Born This Way”, de 2011. “O que mais gosto em ‘Born This Way’ é que ele é ousado. ‘ARTPOP’ também é muito ousado. Se você não sabe ousar, você não consegue ultrapassar nenhum limite”, acredita a cantora.

fonte: cifraclubnews

Estados Unidos: Casamento gay aprovado por voto popular no Estado de Maine entra em vigor

Steven Bridges e Michael SnellApós aguardar durante anos e ver o direito ao matrimônio quase garantido - para então ser novamente cancelado -, casais gays na maior cidade do Estado americano de Maine não quiseram esperar nem um minuto a mais para se casar quando a lei que permite a união homossexual passou a vigorar, na madrugada deste sábado. Entre os participantes da cerimônia noturna estavam Steven Bridges e Michael Snell, que se uniram extraoficialmente há seis anos, mas tornaram o casamento oficial apenas hoje, com a permissão garantida pela nova lei estadual.

"É histórico. Esperamos nossas vidas inteiras por isso", afirmou Bridges, um gerente de varejo que mantém um relacionamento com Snell, um massagista, há nove anos. Bridges, 42 anos, e Snell, 53 anos, puseram flores lavanda e púrpura sobre camisetas pretas com as palavras "amor é amor".

Sob o olhar das duas filhas adultas de Snell, eles trocaram votos no cartório local depois de obter a primeira licença de casamento para um casal do mesmo sexo em Portland. O casamento gay foi aprovado em novembro, tornando Maine e dois outros Estados os primeiros a garantir esse direito através do voto popular. A lei já está em vigor em Washington, e em Maryland passa a valer a partir de terça-feira, o primeiro dia de 2013.

O casamento gay já era legalizado em New York, Connecticut, Iowa, Massachusetts, New Hampshire, Vermont e no Distrito de Colúmbia, porém as leis nesses lugares foram promulgadas por legisladores ou aprovadas por meio de decisões judiciais. O Poder Legislativo de Maine havia aprovado o matrimônio entre pessoas do mesmo sexo antes, no entanto a decisão foi revogada por um referendo estadual há três anos, decepcionando casais que já haviam feito planos. Apoiadores das causas homossexuais coletaram assinaturas para que o assunto voltasse à pauta - e, desta vez, fosse aprovado com facilidade.

O governador Paul LePage certificou o resultado das eleições em 29 de novembro, e dali a 30 dias a lei entraria em efeito. Além de legalizar o casamento gay, Maine também passa a reconhecer a união entre pessoas do mesmo sexo realizada em outros Estados.

fonte: Terra

Divulgado trailer de curta gay dirigido por James Franco

Interior Leather BarQuem estava curioso para ver algumas cenas de “Interior Leather Bar”, que traz o ator James Franco na direção, já pode matar a curiosidade. O primeiro trailer da produção já foi divulgado.

> James Franco faz filme com diretor de pornô e 'sexo gay real', diz site

> Curta gay dirigido por James Franco é premiado em Berlim

O filme é baseado em “Parceiros da Noite”, de 1980, que conta a história do policial Steve (Al Pacino), responsável por investigar uma série de diversas mortes de homossexuais e, por causa disso, ele é obrigado a frequentar o universo gay, o que acaba colocando sua sexualidade em questionamento.

Já “Interior Leather Bar” vai tentar mostrar a refilmagem dos 40 minutos que foram censurados da filmagem original. O motivo foram as restrições de exibição da época. Ele será uma mistura de documentário com ficção e também terá cenas de sexo gay reais.

A estreia do filme de James Franco está prevista para o primeiro semestre de 2013. Confira o trailer:

fonte: GOnline

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

A cada dia, 8 casos de violência contra homossexuais são denunciados ao Disque 100

Desde 2007, número de relatos só tem aumentado

De janeiro a novembro deste ano, o Disque 100, serviço telefônico da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH), recebeu 2.830 denúncias de violência contra a população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros). O serviço recebe, em média, oito denúncias por dia.

No entanto, o presidente da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, Fernando Quaresma, ressalta que o número de denúncias está longe de representar o que acontece na realidade.

- Não é um número real. É um número elevado, mas não é real, porque não engloba pessoas que não conseguem assumir a sexualidade e que sofrem com a homofobia, nem casos de homicídio em que as famílias não assumem que a pessoa morta era LGBT. Há muitos outros casos que não entram na estatística que é feita. O número de casos é muito maior - disse Quaresma.

O Relatório sobre Violência Homofóbica no Brasil, divulgado pela SDH, informou que, de janeiro a dezembro do ano passado, 6.809 violações de direitos humanos foram relatadas ao Disque 100, à Central de Atendimento à Mulher e à Ouvidoria do Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo a secretaria, tais violações envolveram 1.713 pessoas, o que deu uma média de 3,97 violações por vítima. Só o Disque 100 recebeu 4.614 denúncias de homofobia em 2011.

A própria secretaria reconhece que as notificações não correspondem à totalidade dos casos de violência homofóbica, já que muitos deles não são denunciados.

O Núcleo de Combate à Discriminação, Racismo e Preconceito da Defensoria Pública de São Paulo registrou 50 ocorrências de homofobia somente no primeiro semestre deste ano. Pelas projeções do núcleo, o ano de 2012 deve terminar com aumento de 15% no número de casos em comparação com as ocorrências do ano anterior, quando a Defensoria recebeu 66 relatos.

- Desde 2007 (quando o núcleo foi criado para receber denúncias e dar entrada em processos administrativos referentes a casos de homofobia), em todos os anos, tem aumentado (o número de relatos de violência homofóbica). Nunca houve retrocesso. E, ultimamente, os registros têm aumentado muito, seja porque há mais casos de violência por discriminação, seja porque as pessoas denunciam mais - destaca a defensora pública Vanessa Alves Vieira, coordenadora do núcleo.

A Comissão Processante Especial da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania de São Paulo, que analisa as denúncias e, em caso de constatação de ato homofóbico, instaura processo administrativo com base na Lei Estadual 10.948, de 2001, recebeu 264 processos por homofobia no período de 2002 a 2012. Deste total, 117 processos ainda estão em andamento.

- A população LGBT, até dez anos atrás, era 'invisível', ficava “dentro do armário”, no jargão popular, e não reivindicava seus direitos e espaços, nem denunciava a violência que sofria. De dez anos para cá, isso mudou consideravelmente - ressaltou a coordenadora de Políticas para a Diversidade Sexual da Secretaria Estadual da Justiça de São Paulo, Heloisa Gama Alves.

Segundo a secretaria, em 2011, foram instaurados 63 processos. De janeiro a julho deste ano, foram abertos mais 34 processos. A secretaria informou ainda que nove multas e 46 advertências foram aplicadas desde que foi aprovada no estado a lei que prevê esse tipo de punição. Quando os casos envolvem estabelecimentos comerciais, a lei prevê a suspensão ou a cassação da licença de funcionamento.

- Uma lei que criminalize a homofobia só pode ser (instituída) por meio de lei federal aprovada no Congresso. A lei em vigor no estado (de São Paulo) é de cunho administrativo, ou seja, a vítima de homofobia faz uma denúncia, que chega à Secretaria de Justiça e, se há indício de conduta homofóbica, instaura-se um processo administrativo - explicou Heloisa.

Segundo ela, nos casos de homofobia, o que mais tem chamado a atenção da secretaria é o crescimento da violência dentro das próprias famílias.

- Tem havido muitas denúncias de agressão verbal por parte de parentes, de pessoas do ciclo íntimo da vítima.

A delegada Margarete Barreto destaca que a violência homofóbica ocorre em toda parte, embora seja mais frequente na rua e no trabalho. A titular da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância, aponta o xingamento como o tipo mais comum de violência contra a população LGBT.

Para a delegada, uma forma de evitar a violência homofóbica seria discutir “a fundo” a questão do preconceito:

- É importante investir em políticas públicas preventivas. No Brasil, temos uma mania: quando aparece um crime, aumenta-se a pena para esse crime, mas não se discute a questão a fundo. Temos que discutir o preconceito em sua raiz. Todos eles. O racial, o religioso, o social, a intolerância esportiva. Temos que escancarar, abrir essas cortinas totalmente. Não só um pedacinho.

Ela defende ainda alterações no Código Penal, com aumento das penas para crimes de ódio:

- Melhor do que uma lei que criminalize a homofobia seria uma qualificadora genérica para crimes de ódio, que alcançaria tanto crimes de racismo quanto homofobia e intolerância religiosa.

Na opinião da delegada, tecnicamente ficaria melhor e não haveria tanta resistência de algumas bancadas para aprovar a lei. Assim, se ocorrer um homicídio que tenha como motivo a homofobia, o criminoso responderá pelo crime de homicídio e terá a pena aumentada ou agravada por causa da motivação homofóbica, explicou.

Projeto de lei que criminaliza homofobia está em tramitação no Congresso
Para Fernando Quaresma, porém, a proposta da delegada não resolveria o problema no todo:

- Realmente, poderia haver um agravante em relação a homicídio ou lesão corporal por questão de discriminação ou orientação sexual. Isso pode ser feito, mas a homofobia não ocorre só na hora em que a pessoa apanha ou morre. Ela ocorre também nas escolas, nas famílias, nas religiões. O agravante não abrangeria essas situações.

Por isso, Quaresma defende a aprovação do Projeto de lei (PL) 122, que criminaliza a homofobia e está em tramitação no Congresso.

A defensora pública Vanessa também defende a aprovação do projeto.

- O PL 122, que está em andamento, prevê que os crimes praticados por orientação sexual tenham pena mais rigorosa. Acredito que a lei (quando aprovada) possa contribuir para mostrar à sociedade que essas condutas não podem ser toleradas.

Existem vários canais disponíveis para denúncias de violência homofóbica, que podem ser feitas pessoalmente, em órgãos estaduais, como a Defensoria Pública e a Secretaria de Justiça, no caso de São Paulo, ou pelo Disque 100. Heloísa lembra, porém, que, para fazer a denúncia, é preciso buscar testemunhas e fazer um boletim de ocorrência.

- Isso é importante mesmo em casos de agressão verbal ou xingamentos. Hoje é possível fazer o boletim de ocorrência (em caso de agressão verbal) pela internet. O mesmo boletim de ocorrência eletrônico feito em São Paulo para perda de documentos ou furtos, hoje é possível também para casos de injúria, calúnia e difamação.

fonte: O Globo

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Uruguai: Votação de casamento gay é adiada

Medida foi aprovada por 93% dos deputados. Crise ocorre no Senado.

Prevista para ocorrer na quarta-feira 26 de dezembro, a votação do casamento homossexual no senado uruguaio foi adiada para abril de 2013. O governo, amplamente favorável à medida, tentou excluir o projeto da análise em comissões, mas a oposição deu a grita e conseguiu a remarcação da data para o primeiro dia de trabalho dos legisladores em 2013.

Ativistas lamentaram o adiamento. Há também o temor de que os oposicionistas, minoritários, consigam fazer com que o projeto tenha tramitação lenta, de até um ano. Em 11 de dezembro, a Câmara dos Deputados aprovou o projeto com 93% de anuência.

fonte: PatouTudo

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