sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

A cada dia, 8 casos de violência contra homossexuais são denunciados ao Disque 100

Desde 2007, número de relatos só tem aumentado

De janeiro a novembro deste ano, o Disque 100, serviço telefônico da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH), recebeu 2.830 denúncias de violência contra a população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros). O serviço recebe, em média, oito denúncias por dia.

No entanto, o presidente da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, Fernando Quaresma, ressalta que o número de denúncias está longe de representar o que acontece na realidade.

- Não é um número real. É um número elevado, mas não é real, porque não engloba pessoas que não conseguem assumir a sexualidade e que sofrem com a homofobia, nem casos de homicídio em que as famílias não assumem que a pessoa morta era LGBT. Há muitos outros casos que não entram na estatística que é feita. O número de casos é muito maior - disse Quaresma.

O Relatório sobre Violência Homofóbica no Brasil, divulgado pela SDH, informou que, de janeiro a dezembro do ano passado, 6.809 violações de direitos humanos foram relatadas ao Disque 100, à Central de Atendimento à Mulher e à Ouvidoria do Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo a secretaria, tais violações envolveram 1.713 pessoas, o que deu uma média de 3,97 violações por vítima. Só o Disque 100 recebeu 4.614 denúncias de homofobia em 2011.

A própria secretaria reconhece que as notificações não correspondem à totalidade dos casos de violência homofóbica, já que muitos deles não são denunciados.

O Núcleo de Combate à Discriminação, Racismo e Preconceito da Defensoria Pública de São Paulo registrou 50 ocorrências de homofobia somente no primeiro semestre deste ano. Pelas projeções do núcleo, o ano de 2012 deve terminar com aumento de 15% no número de casos em comparação com as ocorrências do ano anterior, quando a Defensoria recebeu 66 relatos.

- Desde 2007 (quando o núcleo foi criado para receber denúncias e dar entrada em processos administrativos referentes a casos de homofobia), em todos os anos, tem aumentado (o número de relatos de violência homofóbica). Nunca houve retrocesso. E, ultimamente, os registros têm aumentado muito, seja porque há mais casos de violência por discriminação, seja porque as pessoas denunciam mais - destaca a defensora pública Vanessa Alves Vieira, coordenadora do núcleo.

A Comissão Processante Especial da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania de São Paulo, que analisa as denúncias e, em caso de constatação de ato homofóbico, instaura processo administrativo com base na Lei Estadual 10.948, de 2001, recebeu 264 processos por homofobia no período de 2002 a 2012. Deste total, 117 processos ainda estão em andamento.

- A população LGBT, até dez anos atrás, era 'invisível', ficava “dentro do armário”, no jargão popular, e não reivindicava seus direitos e espaços, nem denunciava a violência que sofria. De dez anos para cá, isso mudou consideravelmente - ressaltou a coordenadora de Políticas para a Diversidade Sexual da Secretaria Estadual da Justiça de São Paulo, Heloisa Gama Alves.

Segundo a secretaria, em 2011, foram instaurados 63 processos. De janeiro a julho deste ano, foram abertos mais 34 processos. A secretaria informou ainda que nove multas e 46 advertências foram aplicadas desde que foi aprovada no estado a lei que prevê esse tipo de punição. Quando os casos envolvem estabelecimentos comerciais, a lei prevê a suspensão ou a cassação da licença de funcionamento.

- Uma lei que criminalize a homofobia só pode ser (instituída) por meio de lei federal aprovada no Congresso. A lei em vigor no estado (de São Paulo) é de cunho administrativo, ou seja, a vítima de homofobia faz uma denúncia, que chega à Secretaria de Justiça e, se há indício de conduta homofóbica, instaura-se um processo administrativo - explicou Heloisa.

Segundo ela, nos casos de homofobia, o que mais tem chamado a atenção da secretaria é o crescimento da violência dentro das próprias famílias.

- Tem havido muitas denúncias de agressão verbal por parte de parentes, de pessoas do ciclo íntimo da vítima.

A delegada Margarete Barreto destaca que a violência homofóbica ocorre em toda parte, embora seja mais frequente na rua e no trabalho. A titular da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância, aponta o xingamento como o tipo mais comum de violência contra a população LGBT.

Para a delegada, uma forma de evitar a violência homofóbica seria discutir “a fundo” a questão do preconceito:

- É importante investir em políticas públicas preventivas. No Brasil, temos uma mania: quando aparece um crime, aumenta-se a pena para esse crime, mas não se discute a questão a fundo. Temos que discutir o preconceito em sua raiz. Todos eles. O racial, o religioso, o social, a intolerância esportiva. Temos que escancarar, abrir essas cortinas totalmente. Não só um pedacinho.

Ela defende ainda alterações no Código Penal, com aumento das penas para crimes de ódio:

- Melhor do que uma lei que criminalize a homofobia seria uma qualificadora genérica para crimes de ódio, que alcançaria tanto crimes de racismo quanto homofobia e intolerância religiosa.

Na opinião da delegada, tecnicamente ficaria melhor e não haveria tanta resistência de algumas bancadas para aprovar a lei. Assim, se ocorrer um homicídio que tenha como motivo a homofobia, o criminoso responderá pelo crime de homicídio e terá a pena aumentada ou agravada por causa da motivação homofóbica, explicou.

Projeto de lei que criminaliza homofobia está em tramitação no Congresso
Para Fernando Quaresma, porém, a proposta da delegada não resolveria o problema no todo:

- Realmente, poderia haver um agravante em relação a homicídio ou lesão corporal por questão de discriminação ou orientação sexual. Isso pode ser feito, mas a homofobia não ocorre só na hora em que a pessoa apanha ou morre. Ela ocorre também nas escolas, nas famílias, nas religiões. O agravante não abrangeria essas situações.

Por isso, Quaresma defende a aprovação do Projeto de lei (PL) 122, que criminaliza a homofobia e está em tramitação no Congresso.

A defensora pública Vanessa também defende a aprovação do projeto.

- O PL 122, que está em andamento, prevê que os crimes praticados por orientação sexual tenham pena mais rigorosa. Acredito que a lei (quando aprovada) possa contribuir para mostrar à sociedade que essas condutas não podem ser toleradas.

Existem vários canais disponíveis para denúncias de violência homofóbica, que podem ser feitas pessoalmente, em órgãos estaduais, como a Defensoria Pública e a Secretaria de Justiça, no caso de São Paulo, ou pelo Disque 100. Heloísa lembra, porém, que, para fazer a denúncia, é preciso buscar testemunhas e fazer um boletim de ocorrência.

- Isso é importante mesmo em casos de agressão verbal ou xingamentos. Hoje é possível fazer o boletim de ocorrência (em caso de agressão verbal) pela internet. O mesmo boletim de ocorrência eletrônico feito em São Paulo para perda de documentos ou furtos, hoje é possível também para casos de injúria, calúnia e difamação.

fonte: O Globo

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Uruguai: Votação de casamento gay é adiada

Medida foi aprovada por 93% dos deputados. Crise ocorre no Senado.

Prevista para ocorrer na quarta-feira 26 de dezembro, a votação do casamento homossexual no senado uruguaio foi adiada para abril de 2013. O governo, amplamente favorável à medida, tentou excluir o projeto da análise em comissões, mas a oposição deu a grita e conseguiu a remarcação da data para o primeiro dia de trabalho dos legisladores em 2013.

Ativistas lamentaram o adiamento. Há também o temor de que os oposicionistas, minoritários, consigam fazer com que o projeto tenha tramitação lenta, de até um ano. Em 11 de dezembro, a Câmara dos Deputados aprovou o projeto com 93% de anuência.

fonte: PatouTudo

Ex-cunhado de Britney Spears diz que é o pai de seu filho mais velho

Christopher Federline e Britney SpearsUma bomba caiu nas mãos de Britney Spears. Segundo informações em juízo de Christopher Federline, ex-cunhado da cantora, ele disse ter mantido relações sexuais com a princesinha do pop enquanto ela era casada com seu irmão, Kevin Federline. E o pior não foi isso, ele alegou que é pai de Sean Preston, filho mais velho da cantora.

Fora isso, ele entrou com uma ordem de restrição contra a estrela pop no dia 18 de dezembro, com a acusação de roubo, chantagem e assédio. “Ela é uma pessoa fora de controle e maníaca”, disse Christopher à Justiça, informando ainda que, recentemente, ela teria ido à casa de Kevin buscar Sean Preston e Jayden James e lá teria roubado o cartão de crédito da carteira dele.

A confusão não para por aí. Christopher também alegou que ao questioná-la sobre o suposto roubo (mais de US$ 4.500), Britney teria rido dele. “Britney me zombou e disse que eu tinha um pênis pequeno. Ela também me chantageou e disse que, se eu contasse para a polícia que ela tinha roubado meu cartão de crédito, ela iria contar ao mundo que eu era o verdadeiro pai de Sean Preston e não o Kevin. Confesso que dormi com Britney e eu sou o verdadeiro pai, mas o público não precisa saber”, complementou Christopher.

Segundo informações do site “RadarOnline”, responsável por publicar a notícia, ele manteve o caso com Britney em segredo para esconder o fato de Alisha, com quem era casado na época.

fonte: GOnline

Filme pornô faz homens apoiarem casamento gay, diz pesquisador

filme porno heteroQuanto mais homens héteros vêem filmes pornográficos de homens e mulheres mais eles tendem a aceitar o casamento homossexual! Louco?! Bom, a explicação seria: as produções pornográficas desvinculam o sexo da procriação e o associam apenas ao prazer. Com isso, na cabeça dos homens, mesmo relações que não geram filhos tornam-se aceitáveis!

A elaboração porno-científica é de autoria do professor da Universidade do Texas Mark Regnerus. De acordo com seu estudo, dentre homens que vêem pornografia todo dia ou quase todo dia, 54% apóiam o casamento homo. Dentre os que assistem essas produções raramente, o índice despenca para 13%.

Conclusão: diminua a homofobia! Faça os héteros vêem mais pornografia!

fonte: ParouTudo

Rio de Janeiro: Suspeito de matar gays após golpe na web surge em foto com armas

Robson Cardoso marcava encontro com vítimas pela internet. Professor de 70 anos foi morto pela quadrilha e o corpo não foi encontrado

Robson Luiz Castelo Branco CardosoA Polícia Civil prendeu, na manhã desta quinta-feira (27/12), um homem suspeito de integrar uma quadrilha que roubava e matava homossexuais. Robson Luiz Castelo Branco Cardoso, de 31 anos, foi preso em casa, no bairro Colégio, no Subúrbio do Rio. No imóvel, foram encontrados documentos, drogas e munição.

De acordo com o delegado da 32ª DP (Taquara), Antonio Ricardo, responsável pelo caso, as investigações começaram após o desaparecimento do professor Carlos Roberto Costa, de 70 anos, em Madureira, também Subúrbio. A vítima marcou um encontro por um site de bate-papo na internet e sumiu. A polícia constatou que o carro usado pela vítima continou a rodar pela cidade.

"Essa quadrilha tem como hábito marcar encontros pela internet, principalmente, com homossexuais. As vítimas são roubadas e mortas. O corpo de Carlos Roberto não foi encontrado. Por isso, o preso será indiciado por latrocínio (roubo seguido de morte) e ocultação de cadáver", explicou o delegado.

A polícia espera que, com a prisão do criminoso, outras vítimas formalizem queixa contra ele. Agentes da 32ª DP fazem buscas, nesta quinta-feira, à procura de outros integrantes da quadrilha: uma mulher e dois homens.

Segundo o delegado Antonio Ricardo, a quadrilha fez pelo menos mais uma vítima: um homem, também homossexual, que, após marcar umcontro pela internet, foi assaltado e levado, amarrado e amordaçado, para a favela do Muquiço, em Guadalupe, no Subúrbio. A vítima só foi salva porque traficantes da comunidade estranharam a movimentação e atiraram contra os integrantes da quadrilha.

fonte: G1

Notificação de HIV no Brasil passará a ser obrigatória

O Ministério da Saúde vai tornar compulsória a notificação de todas as pessoas infectadas com o vírus HIV, mesmo as que não desenvolveram a doença. A portaria ministerial que trata da obrigatoriedade de aviso de todos os casos de detecção do vírus da aids no País deve ser publicada em janeiro.

Atualmente, médicos e laboratórios informam ao Ministério da Saúde apenas os casos de pacientes que possuem o HIV e tenham, necessariamente, manifestado a doença. Os dados serão mantidos em sigilo. Somente as informações de perfil (sem a identificação do nome) poderão ser divulgadas para fins estatísticos.

Hoje, o governo monitora os soropositivos sem aids de maneira indireta. As informações disponíveis são de pessoas que fizeram a contagem de células de defesa nos serviços públicos ou estão cadastradas para receber antirretrovirais pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O novo banco de dados será usado para planejamento de políticas públicas de prevenção e tratamento da aids.

“Para a saúde pública é extremamente importante, porque nós vamos poder saber realmente quantas pessoas estão infectadas e o tipo de serviços que vamos precisar”, explica Dirceu Grego, diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde.

A mudança ocorre quatro meses após o governo anunciar a ampliação do acesso ao tratamento com medicação antirretroviral oferecido pelo SUS. A prescrição passou a ser feita em estágios menos avançados da aids.

Desde então, casais com um dos parceiros soropositivo passaram a ter acesso à terapia em qualquer estágio da doença.

O ministério também recomendou que a droga seja ministrada de forma mais precoce para quem não têm sintomas de aids, mas possui o vírus no organismo - uma tendência na abordagem da doença, reforçada na última Conferência Internacional de Aids, realizada em julho deste ano nos Estados Unidos.

À época, o ministério calculou que o número de brasileiros com HIV fazendo uso dos antirretrovirais aumentaria em 35 mil. Atualmente, são cerca de 220 mil pacientes com aids.

Outras 135 mil pessoas, estima o governo, têm o HIV, mas não sabem. Elas estão no foco da mudança na obrigatoriedade de notificação, porque não foram ainda diagnosticadas. Segundo Grego, essas pessoas devem ser incorporadas ao tratamento. Assim como ocorre quando os pacientes são diagnosticados com aids, caberá aos médicos e laboratórios avisar ao ministério sobre a descoberta de pessoas infectadas - os soropositivos.

fonte: Yahoo

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Goiás: Dois homossexuais são encontrados mortos dentro de casa

Dois homossexuais foram mortos em Novo Gama, região leste do estado, na madrugada desta segunda-feira (24). A casa onde as vítimas moravam foi incendiada e o Corpo de Bombeiros teve que conter as chamas.

Os corpos foram encontrados na casa, carbonizados e decapitados. De acordo com a polícia, as cabeças das vítimas estavam jogadas próximo à residência.

Testemunhas disseram à polícia que os dois vinham sendo ameaçado nos últimos dias. A polícia não tem pistas dos suspeitos e não sabe se o crime foi cometido por causa da orientação sexual das vítimas.

fonte: G1

Amazonas: Equipe da Sérvia conquista o tricampeonato da Liga Gay de Voleibol

Time venceu na final a Romênia, por 3 sets a 2, em jogo realizado neste sábado (22). A decisão contou com mais de 600 pessoas, em Manaus

equipe de volei da Sérvia

Sucesso garantido. Assim pode ser definida a 21ª edição da Liga Gay de Voleibol do Amazonas. Com um público estimado em mais de 600 pessoas presentes, na tarde deste sábado (22), no ginásio da Escola Estadual Adelaide Tavares de Macedo, Zona Centro-Oeste de Manaus, a final foi protagonizada pelas equipes da Sérvia e Romênia, na disputa pelo título Estadual de 2012.

Alegria, música, irreverência e as tradicionais provocações não faltaram entre os atletas dentro de quadra. O homossexual assumido e torcedor da Romênia, Layza Bombom, destacou a diferença da Liga Gay entre as competições de voleibol realizada na cidade.

- A liga gay é diferente porque somos todos gays e animados. Estamos aqui para divertir e animar quem estiver jogando e torcendo pelas equipes. Esse público aqui já participa há anos e estão acostumados, porque são parentes e amigos que vem para se divertir e assistir os jogos - destacou.

Criada em 1970 por Agenor Peixoto, atual presidente da Liga Gay do Amazonas, ele diz que o torneio tem regulamento próprio, na qual um dos principais pré-requisitos é ser homossexual assumido. Em 2012 com 16 equipes inscritas, a competição se destacou pelo trabalhado da classe (gays) na luta contra homofobia e aliado ao sucesso de público.

- O sucesso absoluto é graças à colaboração das equipes para que esse campeonato venha a ser prolongando a cada ano. Fazemos o social e trabalhamos com informações de prevenção de doenças sexualmente transmissíveis com distribuição de panfletos e preservativos, além das palestras para educar o atleta. Acho que isso é uma resposta a federação de voleibol, que sempre discriminou os gays nas competições, por isso que público simpatizante não é só o gay, pois mesmo pagando, vem em massa para prestigiar o evento.

Composta de homossexuais assumidos e simpatizantes, a competição ao longo do anos cada vez atrai mais a presença do público manauara nos jogos. Acostumada a rotina de jogos e rivalidade, o jogadora Jeniffer Costa da categoria juvenil, da equipe do Miguel de Cervantes, soube da realização da competição por meio do globoesporte.com. A jovem acredita que o torneio deveria receber apoio da Federação Amazonense de Voleibol.

- É muito bom prestigiar o evento deles (gays). Eles jogam muito, se dedicam ao esporte e é bom assistir. Acho que o torneio deveria ser ligado a federação (voleibol) e eles (gays) tem direito de jogar. A federação deveria apoiar um pouco mais e fazer competições para os gays e ajudar o vôlei gay crescer.

Jogo
final da 21ª edição da Liga Gay de Voleibol do AmazonasNa decisão da 21ª edição da Liga Gay de Voleibol do Amazonas, a Sérvia levou a melhor sobre a Romênia e conquistou o terceiro título consecutivo. A partida foi decidida no tie-break e durou 02h10mim. Os sérvios perderam o primeiro set por 35 a 33, e se recuperaram no segundo, de 25 a 20 e no terceiro set venceram de 25 a 22. Os romemos chegaram ao ampate no placar, depois de vencerem o quarto set por 25 a 17.

No set decisivo, a disputa estava acirrada até o 11º ponto, quando Felipe Souza da Sérvia acertou dois pontos e abriu uma vantagem no placar. A partir daí foi administrar o placar e fechar por 15 a13, e conquistar o tricampeonato Amazonense da Liga Gay.

Eleito como destaque e jogador de melhor saque do campeonato pela Sérvia, Barbie protagonizou um duelo na final conta Francis, atleta peruano que atua na Liga Profissional do Peru e que jogou pela Romênia nos jogos decisivos. Após a final, o jogador declarou sua paixão pelo esporte e o orgulho de conquistar o terceiro título.

- Em relação a competição é uma honra participar, porque o intuito principal do torneio é a inclusão dos homossexuais que ainda tem uma discriminação muito grande, além de mostrar o nível da competição e as brincadeiras que é de alto nível. A liga é considerada hoje no Amazonas a de maior nível técnico, e o título conquistado os atletas investem e se dedicam muito para isso. Não tenho nada contra os adversários, a rivalidade fica tudo em quadra. E nada contra também sobre o jogador que veio do Peru, mas espero que ele volte para seu país - brincou o jogador.

Responsável pelos dois pontos que abriram a vantagem sobre a Sérvia, o atacante Felipe Souza destacou o nível dos adversários na decisão, agradeceu o trabalho de seus companheiros e a satisfação de jogar em uma competição disputada só por homossexuais.

- A equipe deles é muito boa, mas tem atletas muitos novos e na hora de uma reação não tiveram experiência. Agente treinou muito, nos empenhamos no trabalho físico na areia, treinos táticos e técnicos e jogos amistosos. Quero agradecer ao empenho de toda equipe. A Liga Gay está acima de qualquer competição Amazonense, por ter tido 16 equipes na competição, onde os atletas tiram do bolso para jogar voleibol. O torneio é engraçado e aqui é uma confraternização dos gays, porque quebra muitos preconceitos - declarou.

fonte: globoesporte.com

Igrejas para gays se proliferam no Brasil

As igrejas cristãs tradicionais não toleram manifestações explícitas de homossexualidade. Ao contrário, as igrejas continuam suas políticas de repreender, oprimir e expulsar gays.

Como consequência, cristãos homossexuais têm reagido à discriminação criando suas próprias igrejas no Brasil. Hoje, existem 40 desse tipo no país.

A transsexual Alexya Lucas é uma das participantes desse movimento. "Eu percebi que eu podia ter uma igreja onde podia ser eu mesma. [...] Me alegro por que posso dizer 'venham, aqui tem uma casa para vocês'", diz.

Alexya, que hoje estuda teologia e espera ser a primeira reverenda transexual do Brasil, espera que um dia essa situação mude. "As igrejas cristãs vão ter de se abrir para a homossexualidade, para a transexualidade. Eu sei que eu não vou ver isso, mas estou fazendo parte deste processo".

fonte: Yahoo

Com hotéis liberais, Curaçau é chamada de ilha gay-friendly

Elegante e acolhedor, o Hotel Ávila tem orgulho da sua história única e hospitaleira que faz os clientes se sentirem em casa

CuraçãoMembros da Associação Internacional de Viagem dos Gays e Lésbicas, muitos hotéis existentes na ilha de Curaçao ou Curaçau, são procurados pelos viajantes que desejam se divertir em um local paradisíaco longe de olhares reprovadores. Prova disso que nestas hospedarias tanto os solteiros quanto os casais gays são muito bem-vindos para desfrutar de todas as maravilhas do local.

Apelidada de gay-friendly (amiga dos gays em tradução livre), a ilha de Curaçao se tornou um destino amistoso por conta da beleza, festas badaladas, tranquilidade e praias extensas. O clima quente o ano inteiro também confere a sensação de férias prolongadas, pois a ilha tem temperatura média de 27° C, além da água do mar ser límpida e ideal para relaxar. 

Conheça, na aba de fotos, uma lista de 10 hotéis gay-friendly abertos para receber tanto solteiros quanto casais que buscam diversão e sossego num mesmo lugar.

fonte: Terra

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