sexta-feira, 23 de novembro de 2012

"Chorei como um bebê", diz Frank Ocean sobre quando assumiu publicamente a homossexualidade

156076629NW00078_GQ_Men_Of_O rapper Frank Ocean falou pela primeira vez sobre sua decisão em assumir a homossexualidade. O fato aconteceu em julho, depois que o artista postou uma carta na rede social Tumblr.

Em entrevista à revista GQ, o rapper contou que, no dia em que publicou o desabafou, chorou como um bebê.

“Foi como se toda a frequência de repente tivesse mudado na minha cabeça. Como se todos os receptores estivessem recebendo um sinal diferente, e eu estava feliz. Não me sentia feliz assim há muito tempo. Desde então, já fiquei triste novamente, mas de uma forma totalmente diferente. Há algo de mágico na verdade, na honestidade e em estar aberto”, declarou.

Ocean resolveu sair do armário depois que um jornalista, ao escutar as músicas do seu recente álbum - Channel Orange - , afirmar de forma pejorativa que em algumas letras de suas canções existiam pronomes masculinos, remetendo a uma paixão por outro homem.

Na época, o rapper ainda foi acusado de usar sua orientação sexual como forma de se autopromover. “Algumas pessoas disseram: ‘Ele está dizendo que se apaixonou por um cara por marketing’. Como se essa fosse a melhor propaganda que você pode fazer no hip-hop ou na música negra”, pontuou.

Ainda durante a entrevista, Ocean afirmou que não tentou e não precisa se rotular. “Não sou encarte de revista. Não estou tentando vender sexo. Não preciso me rotular para que isso tenha impacto. As pessoas percebem que tudo o que eu digo é muito relacionável, porque quando você fala em amor romântico, os dois lados sentem a mesma coisa.”

Questionado se sentiu alguma pressão da industria da música para que não se assumisse, o rapper desabafa. "Você vai encontrar menos resistência na vida se disser que namora meninas. O medo faz a sua força, você não se sente inteligente nem capaz, você simplesmente se sente quebrado, e não apenas o coração. Uma pessoa quebrada”, concluiu.

fonte: A Capa

São Paulo: Travestis acusam de transfobia os organizadores da Parada Gay de Piracicaba

Grupo acusa a organização do desfile de excluir o segmento do evento. Inclusão de um terceiro trio elétrico, que foi rejeitada, motivou confusão.

Carol VenturiniA organização não govenamental (ONG) Glitter, que trabalha com políticas públicas voltadas para transexuais e travestis em Piracicaba (SP), acusou nesta quinta-feira (22) a organização da parada LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais) de transfobia (preconceito contra travestis, transgêneros e transexuais). A proibição de um trio elétrico da festa, que ocorre no próximo domingo (25), e que representaria travestis durante o desfile, teria sido a razão para a briga. Esta é a sexta edição do encontro na cidade.

Em paralelo ao evento, acontece também o Encontro LGBT de Piracicaba e Região pelo quarto ano, que reúne mesas de debates de líderes do movimento LGBT de todo o estado e que teve início nesta quinta-feira no Sesc Piracicaba.

O tema desse ano é "Homofobia mata! A próxima vítima pode ser você" e faz uma alusão ao assassinato de uma travesti em Piracicaba, no início do ano. Madalena, a primeira travesti a se tornar vereadora na cidade, também será homenageada em um dos dois trios que serão colocados no evento.

A presidente da Glitter, Carol Venturini, afirmou que desde o ano passado o grupo tenta incluir um terceiro trio no desfile e vem tendo o pedido negado. "Ano passado pedimos em cima da hora e não foi possível. Esse ano o pedido foi feito em 1º de outubro, conseguimos viabilizar um trio, mas o pedido foi negado novamente", disse Carol.

Diante da primeira negativa da organização em aceitar a inclusão do trio, a Antra (Associação Nacional de Travestis e Transexuais) encaminhou um ofício reforçando o pedido para a inclusão do veículo no desfile. "Queríamos esse trio para divulgarmos um encontro de travestis que pretendemos organizar no ano que vem. Esse ano fizemos, mas houve um boicote por parte da ONG que organiza a parada que esvaziou o evento", completou Carol.

Outro lado
A reportagem do G1 tentou entrar em contato com a direção do Centro de Apoio e Solidariedade à Vida, ONG que organiza a parada LGBT, mas não houve retorno às ligações. O presidente da instituição, Anselmo Figueiredo, no entanto, encaminhou uma nota à Glitter e à Antra em que explica a razão para não ter incluído o terceiro trio e defende-se da acusação de ter excluído as travestis do evento.

"No ano de 2009, durante a 3ª edição da Parada LGBT de Piracicaba, a inclusão de um terceiro trio elétrico trouxe problemas para a organização do evento, pois o público presente se dispersou", informa trecho da nota. "Com relação à visibilidade para o segmento de Travestis e Transexuais, o segundo trio elétrico da parada será alusivo a este segmento da população LGBT. Pois terá a presença de Madalena, que será homenageada pela organização do evento e, desta forma, trará a discussão sobre questões de identidade de gênero", completou.

fonte: G1

Rio Grande do Sul: 16ª Parada Livre de Porto Alegre expõe briga entre movimento LGBT e governo do Estado

por Rachel Duarte

Marcelly MaltaPorto Alegre estará colorida no próximo domingo (25) quando acontece a 16ª edição da Parada Livre. O evento instituído na cidade para marcar as diferenças de orientação sexual se vestiu de ironia este ano para chamar a atenção da sociedade sobre a onda de moralismo e intolerância com gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais. Com o tema “Liberdade e prazer: goze estes direitos”, a parada está marcada para as 14 horas, no Parque Farroupilha, a Redenção.

> Porto Alegre realiza sua 16ª Parada Livre no dia 25 de novembro

O lema da festa que deve reunir 100 mil pessoas é “Não há vida sem liberdade e sem prazer”. A intenção, segundo Sandro Ka, da ONG Somos, uma das organizadoras do evento, é fazer o combate ao preconceito contra a população LGBT por meio de uma provocação sobre sexualidade. “Optamos por utilizar um slogan forte, que faz quase um deboche sobre a sexualidade para refletir sobre o fundamentalismo que faz com que parte da sociedade diga o que é o certo ou não para ser feito”, explica.

O duplo sentido das frases é para sensibilizar a população sobre o direito sobre o prazer, a liberdade sexual e sobre o próprio corpo. “A base de toda exclusão e preconceito é este cerceamento à liberdade sexual das pessoas. Discutir liberdade e prazer é fundamental para garantia de direitos”, fala Sandro Ka.

Além do tema do evento, outro aspecto polêmico que envolve a 16ª Parada Livre está nos bastidores. Tradicionalmente a Parada é organizada pelos movimentos sociais LGBT, porém, desde 2011 o governo gaúcho instituiu uma Coordenadoria de Diversidade Sexual. O diálogo entre governo e movimentos sociais ‘está bem difícil’, disse Sandro. Segundo ele, estão acontecendo intromissões do governo na organização do evento que não atendem a interesses coletivos. “São coisas que desqualificam o caráter original da parada e personificam o evento. Parece que a Secretaria (de Justiça e Direitos Humanos) está mais preocupada com a glamourização do evento do que com as políticas públicas”, critica.

“Estão passando por cima da organização”, critica coordenador da Nuances

As críticas são de que a Coordenadoria de Diversidade está divulgando o evento de forma paralela, com material de divulgação diferentes dos pactuados com as entidades LGBT. Segundo o coordenador da Nuances, Célio Golin, a contratação da atriz Viviane Araújo está sendo um dos pontos de divergência com o movimento. “O ano passado trouxeram a Morango (ex-BBB) e este ano a Viviane Araújo. São pessoas que não têm nada a ver com o movimento LGBT e nenhuma identificação política com a nossa causa. A organização da parada está ficando cada vez mais despolitizada”, afirma.

Rio Grande sem homofobia Parada LivreO coordenador de Diversidade Sexual do RS, Fábulo Nascimento, explica que a atriz fará uma participação especial no trio elétrico do governo gaúcho. “Não será no trio principal da Parada. É no nosso trio. Teremos um trio e um estande da Secretaria no evento para divulgar o programa RS Sem Homofobia”, diz. A contratação da atriz se deve pela relação de proximidade do coordenador e o cachê é pago com verba privada, garante. “Ela (Viviane Araújo) já participou de 20 paradas e foi considerada a ‘musa dos gays’. É rainha do Carnaval do Rio e foi madrinha da Parada Gay em Copacabana. Ela não é uma figura de liderança do movimento LGBT e não tem a ver com a temática da homofobia. Mas é uma pessoa da mídia que pode trazer visibilidade para o programa governamental”, fala Nascimento.

Parte das entidades organizadoras do evento discorda do coordenador estadual. “É só para dar visibilidade para a Secretaria de Direitos Humanos. Estão passando por cima da organização do evento”, reclama Célio Golin. “Isso é um deslumbramento da gestão estadual e que não responde às necessidades políticas da comunidade LGBT. Não há escuta do movimento social. A escuta é dificílima e o estado justamente deveria ouvir e subsidiar as ações produzidas e pensadas pelo movimento social e sociedade. Não interromper ou ficar omisso”, critica Sandro Ka.

As demais entidades, Liga Brasileira de Lésbicas (LBL) e Associação de Travestis e Transexuais do RS – Igualdade, preferiram não se manifestar sobre as divergências. O coordenador estadual de Diversidade Sexual afirma que as críticas não são unanimidade no movimento LGBT. “Eu recebo muita reclamação de outros movimentos sociais da capital, que dizem ser excluídos da participação na organização da Parada. Existe um monopólio dos movimentos já instituídos como organizadores. A Coordenadoria irá propor uma discussão no ano que vem para uma abertura do processo”, disse Fábulo Nascimento. E se defende: “Nós não estamos alheios às políticas públicas. Capacitamos 10 mil servidores sobre combate à homofobia e criamos a carteira social para as transexuais e travestis. Isso não pode ser desconsiderado”.

Parada Livre é identidade cultural da população LGBT
Apesar das possíveis divergências, todos parecem ser convergentes para a ideia de manter o formato da Parada Livre em Porto Alegre. “Ela tem uma constituição cultural que também é política, além de festiva. A Parada do Orgulho Gay e a Parada Livre se constituíram como fenômeno político e estético. Não é uma simples marcha com tom careta. É para quebrar ostatus quo. É para dizer para a sociedade olhar porque a diferença está nas ruas”, explica o ativista Sandro Ka.

Perla OstraA 16ª Parada Livre de Porto Alegre terá mais de 20 atrações e a presença de autoridades, federais, estaduais e municipais, entre elas a ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário. Os shows terão início às 14h, no palco central, montado próximo ao espelho d’água. A tradicional caminhada, acompanhada de sete trios elétricos, será a partir das 17h. Ao final, os participantes da caminhada se integram aos shows musicais, performances e arte transformista, que seguem até as 22h.

Pela primeira vez em paradas LGBT no Brasil, uma travesti cerceada de liberdade será liberada da cadeia para participar do evento. Uma das apenadas do Presídio Central será acompanhada de agentes penitenciárias em um dos trios elétricos, por decisão da Secretaria Estadual de Segurança.

“As instituições da moral demonizam a parada e a imprensa geralmente retrata os aspectos negativos como se fossem a regra. Exploram o grotesco e não os discurso e ações políticas. As imagens nunca são as das famílias, que são algo normal nas paradas”, lamenta o ativista Sandro Ka.

fonte: Sul 21

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Rússia: Nova lei provoca aumento da violência homofóbica no país

rússia homofobiaUma lei que proíbe "propaganda gay" que foi aprovada na Rússia está provocando ainda mais violência contra homossexuais no país.

O mais recente ataque aconteceu na semana passada, quando um bar foi atacado por um grupo de homens encapuzados. O ataque aconteceu no centro de Moscou e deixou quatro feridos em estado grave. Ativistas afirmam que "este ataque é um dos muitos que têm acontecido desde que oito regiões russas - Arkhangelsk, Ryazan, Kostroma, Magadan, Novosibirsk, Krasnodar, Bashkortostan e São Petersburgo - aprovaram leis que proíbem a propaganda gay".

Igor Kochatkev, líder de um movimento de defesa dos homossexuais de São Petersburgo, frisa que sempre que este tipo de leis é discutido ou implementado aumenta a violência contra os gays.

fonte: Cena G

Mato Grosso: Travesti é achado morto carbonizado em casa abandonada

Um jovem de 18 anos foi encontradomorto nesta quarta-feira (21), dentro de uma casa abandonada, localizada no Bairro Renascer, em Cuiabá. O delegado João Bosco, da Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), disse que a vítima era um travesti e o corpo estava parcialmente carbonizado, em cima de umsofá velho, na residência.

As investigações apontam que o crime teria ocorrido nesta madrugada, no entanto, o corpo foi encontrado pelos vizinhos somente no final da manhã desta quarta, quando a polícia foi acionada para ir até o local. “A investigação ainda está na fase inicial e não sabemos a motivação do crime. Porém, já trabalhamos para a identificação dos suspeitos”, pontuou o delegado.

A vítima morava próximo à casa abandonada, onde o corpo foi encontrado. Testemunhas relataram à polícia que o jovem residia já algum tempo no Bairro Renascer e morava com mais dois amigos homossexuais. O delegado contou que o rapaz usava aplique no cabelo e estava com as unhas pintadas. Além disso, relatou que o fogo atingiu principalmente a parte superior do corpo e também não foi possível identificar a roupa que ele usava.

Após a identificação, o corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) e até a publicação desta reportagem não havia sido liberado. O delegado disse que aguarda o laudo do IML que poderá apontar se há marcas ou perfurações de arma de fogo no corpo do jovem, para apurar se ele foi assassinado antes mesmo de ter o corpo carbonizado. Familiares da vítima estiveram nesta tarde na Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa para fazer o reconhecimento.

fonte: Cena G

Caso Bruno: Macarrão nega ser gay e diz que foi humilhado dentro da prisão

macarrãoMais um dia de julgamento no Fórum de Contagem, Minas Gerais, sobre o assassinato de Eliza Samudio, em que são acusados o ex-goleiro Bruno, do Flamengo, e outros suspeitos, entre eles Luiz Henrique Romão, conhecido como Macarrão.

Durante todo o processo, a sexualidade de Macarrão foi questionada devido à afirmação de um dos advogados de Bruno, Rui Pimenta, de que Macarrão mantinha um “amor homossexual” pelo ex-goleiro.

Na madrugada desta quinta-feira (21) chegou, finalmente, a vez de Macarrão depor. O réu afirmou que não é gay e comentou a sobre a tatuagem que tem nas costas, que traz uma declaração ao ex-goleiro.

“Eu não sou homossexual. Era uma amizade forte. Ele não vai falar. Mas ele ia fazer a tatuagem também. É uma letra de uma música do grupo Fundo de Quintal. Como eu fiz, várias pessoas do time iam fazer. Não tenho vergonha nenhuma de falar”, afirmou Macarrão.

O réu disse ainda que se fosse homossexual não teria problema em assumir e que os boatos sobre sua sexualidade fizeram com que ele fosse humilhado na cadeia.

“Se eu fosse homossexual, eu ia assumir. Não há dinheiro de ação que pague o tanto que fui humilhado dentro do sistema por causa dessa afirmação”, declarou.
A ação citada pelo réu é contra o ex-advogado de Bruno, Rui Pimenta, que foi indiciado pelo advogado de Macarrão a pagar R$ 1 milhão de indenização por afirmar que o seu cliente era gay.

Ao que tudo indica, a amizade forte mantida entre os acusados chegou ao fim. No final do julgamento, Macarrão, que muitos acreditavam que iria assumir toda a culpa pelo assassinato e desaparecimento de Eliza, incriminou o ex-goleiro Bruno.
“Acho que amizade acabou hoje aqui. Ele não foi honesto com ele mesmo. Eu tinha ele como meu irmão", concluiu o réu.

fonte: A Capa

Comissão de Direitos Humanos do Senado aprova mudança de nome em documentos de transexuais

A Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal aprovou na quarta-feira (21) o projeto de lei que reconhece a identidade de gênero para  transexuais, permitindo o nome social nos documentos de identidade.

A medida, elaborada em 2010 por Marta Suplicy (PT-SP), hoje ministra da Cultura, não exige a realização da cirurgia de readequação sexual para a troca de nomes.

A alteração nos documentos será feita depois da apresentação de um laudo técnico, fornecido por psicólogos e psiquiatras, que conste que o nome ou sexo discordam da identidade de gênero. O laudo só será dispensado em casos onde a cirurgia já foi realizada.

Com a aprovação no Senado, o projeto segue agora para avaliação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Se aprovada, passa a ser vigente.

fonte: A Capa

Estados Unidos: Juiz nega pedido de depilação a laser a preso transexual

Um juiz do Estado americano de Massachusetts negou o pedido feito por um preso transexual para ter direito a tratamento de depilação a laser. A decisão trouxe de volta à tona o polêmico caso de Robert Kosilek, que luta para ser submetido a uma operação para mudança de sexo enquanto cumpre pena de prisão perpétua pelo assassinato da esposa.

> Juiz autoriza mudança de sexo de prisioneiro que matou mulher

Em setembro, o mesmo juiz, Mark L. Wolf, havia concedido ao preso, em uma polêmica decisão, o direito à cirurgia. Mas o presidiário ainda aguarda o julgamento final de um recurso do Departamento Carcerário dos Estados Unidos, que argumenta que o procedimento não deveria ser financiado pelo contribuinte americano.

O preso Robert Kosilek alterou seu nome para Michelle L. Kosilek após matar a mulher, Cheryl Kosilek, em 1990. Ele tem progressivamente recebido tratamentos relativos à sua transexualidade na penitenciária, que é exclusiva para homens e onde cumpre pena há mais de 20 anos. Ele já tentou o suicídio e a castração nos últimos anos.

A decisão de Wolf de setembro foi considerada histórica, sendo a primeira vez que um juiz aceita um pedido de operação de mudança de sexo para um preso nos EUA. O tema permanece atual no sistema carcerário americano e vem dividindo opiniões.

Para alguns, as recentes decisões abrem um precedente importante em questões de direitos humanos e respeito à diversidade sexual, mesmo atrás das grades. Para outros, tratam-se de medidas que até poderiam ser colocadas em prática, desde que não sejam financiadas pelo bolso do contribuinte.

Apesar de ter considerado a depilação a laser pedida pelo preso "´desnecessária", o juiz criticou a demora na concessão da cirurgia, dizendo que o sistema carcerário tem mostrado uma "indiferença deliberada" à "séria necessidade médica" de Kosilek.

Ele disse a penitenciária deveria dar início aos preparativos para a cirurgia, incluindo encontrar um local e um médico para executá-la, mesmo enquanto o recurso é analisado pelo Judiciário americano.

fonte: Cena G

Comitê busca apoio popular para Estatuto da Diversidade Sexual

Durante o 1º Seminário Estadual de Direitos das Famílias Homoafetivas, foi criado um comitê nacional, liderado pelo Rio de Janeiro, para buscar apoio para a aprovação do Estatuto da Diversidade Sexual, proposta que visa a assegurar os direitos da comunidade LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) e criminaliza a homofobia. Promovido pelo governo do Rio, por meio do Programa Estadual Rio sem Homofobia, o evento discutiu nesta quarta-feira os desafios para a consolidação dos direitos dos casais homossexuais.

"Já que o legislador não o faz, estamos realizando uma mobilização social neste sentido, colhendo as assinaturas que precisamos para apresentar um projeto de lei por iniciativa popular", disse Maria Berenice Dias, a presidente da Comissão Especial de Diversidade Sexual do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Maria Berenice destacou que há avanços no âmbito do Poder Judiciário em relação aos direitos da comunidade LGBT, ainda desconhecidos pela maioria.

"Ás vezes, as pessoas nem sabem que esses direitos existem e podem ser reconhecidos e buscados. Este (o seminário) é um espaço de conscientização e cidadania", afirmou. Ela acrescentou que a grande dificuldade é o preconceito. "'Nós precisamos de uma verdadeira mudança de comportamento das pessoas. Fato é que se vem conseguindo avançar nas esferas dos poderes Judiciário e Executivo. O que está faltando é uma legislação, até mesmo para vencer o preconceito", completou.

Para o superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos da Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos, Cláudio Nascimento, é preciso "detalhar de forma simplificada os direitos e deveres da união estável, tanto no processo do registro dessa união, quanto em relação às consequências de sua formalização."

fonte: Terra

Cher divulga “Woman’s World”, single de seu próximo disco

CherA cantora Cher divulgou, nesta quinta-feira (22), a versão oficial da música “Woman’s World”. A música faz parte de seu vindouro disco de inéditas, que ainda não tem nome definido.

A nova música da diva das pistas de dança foi produzida por Anthony Robert Crawford e Paul Oakenfold, que já trabalharam com  U2, Madonna, e Brittany Murphy.

Ouça “Woman’s World”:

fonte: Cifra Club News

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