segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Mato Grosso do Sul: Parada da diversidade reúne 10 mil pessoas em Campo Grande

Movimento começou às 15 horas e será encerrado às 22 na Praça do Rádio. Público foi animado por trios elétricos, cantores, drags queens e bandas.

Parada Gay Campo Grande 2012A passeata da 11ª parada da diversidade sexual reuniu 10 mil pessoas na tarde desta sábado (22) em Campo Grande, segundo informações da Polícia Militar. A concentração dos participantes começou às 15 horas na praça do Rádio Clube, eles percorreram ruas do Centro da cidade. Segundo a organização, o evento será encerrado com show de artistas regionais e de outros estados na conha acústica da Praça do Rádio.

Durante o percurso os participantes passaram pela avenida Afonso Pena, rua 14 de Julho, Cândido Mariano, 13 de maio e Barão do Rio Branco. Dois trios elétricos e a presença de drag queens, miss gay e cantores de Mato Grosso do Sul e outros estados animaram os participantes. O show da diversidade vai até às 22 horas.  

A presidente da Associação das Travestis de Mato Grosso do Sul, Eloysa de Freitas, disse aoG1 que o evento é organizado para que a sociedade respeite os homossexuais, transexuais e travestis. "Não queremos que nos aceitem, queremos que nos respeitem”, afirma. 

Karla Renata da Silva é casada com Weslei Fernando da Silva e pelo terceiro ano participa da parada da diversidade. A mulher conta que mesmo não sendo homossexual, faz questão de apoiar o movimento. “Eu acho que todas as pessoas têm o direito de mostrar a sua sexualidade. A parada é uma forma de acabar com o preconceito”, afirma.

O advogado Julio Valcania de 40 anos se casou há 3 anos com David Makal de 25 anos e também participou da parada deste sábado. "O evento é importante porque dá visibilidade à uma minoria que a sociedade ignora. Mesmo com os avanços ainda temos muita luta pela frente, completa Julio.

fonte: G1

São Paulo: Transexual obtém na Justiça cirurgia para mudar de sexo em Campinas

Shelley passou por acompanhamento psicológico e médico por três anos. Ela entrou também com uma ação para mudar de nome em documentos.

Shelley AraújoApós três anos de acompanhamento psicológico e tratamento endocrinológico, a transexual Shelley Araújo recebeu sentença favorável da Justiça para fazer a cirurgia de mudança de sexo pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Ela também entrou com uma ação para fazer valer seu nome de mulher.  

O estado tem prazo de 30 dias para recorrer da sentença, a contar de 17 de setembro. "Uma vez que uma autoridade permite isso, mostra que eles estão olhando mais pra gente, para o lado humano dos transexuais", conta Shelley, que trabalha como cabeleireira e web designer em Campinas (SP).

Ao procurar a Defensoria Pública de São Paulo para entrar com uma ação de mudança de nome nos documentos, ela foi orientada sobre a possibilidade de conseguir a cirurgia de transgenitalização pelo SUS. "É importante pra mim, mas eu não tinha condições financeiras. Assim, eu já completo minha vida. Como uma mulher completa", afirma.

Transexualidade
Para Shelley, a cirurgia simboliza uma completude, mas ela ressalta que tudo vem de um processo. "Não é uma varinha mágica que bate em você e te transforma. Existe toda uma história e eu fiz meu caminho", conta. Ela diz ter a sorte de ter total apoio da família.

O problema, conta Shelley, é o preconceito no âmbito social. Ela revela que gostaria de mudar de nome para evitar constrangimentos. A confusão entre homossexualidade e transexualidade também é algo que incomoda, segundo a cabeleireira. "As pessoas confundem. Um gay já me chamou de homossexual. Eu não sou homossexual, eu sou uma mulher", explica.

Os transexuais são identificados com disforia - ou transtorno - de identidade de gênero, na qual há um descompasso entre o sexo físico e o mental, segundo Shelley. "A gente nasce com sentimentos femininos", revela.

Ação judicial
A ação foi movida contra o estado para que a prestação de saúde fosse dada a Shelley imediatamente, o que agilizaria também o processo de mudança de nome. "Todos tem direito aos serviços de à saúde, é um direito da pessoa humana", afirma.

Além da cirurgia, o acompanhamento do transexual envolve outras especialidades, como hormônio terapia, psiologia, psiquiatria e outras cirurgias secundárias, como implantação de próteses mamárias.

Acompanhamento pelo SUS
O procedimento cirúrgico de alta complexidade é feito no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). Contudo, antes da cirurgia, o transexual deve passar pelo acompanhamento de pelo menos dois anos.

No Ambulatório de Saúde Integral de Travestis e Transexuais do estado, onde é feito a regulamentação estadual das vagas nesse tipo de procedimento cirurgico, há atualmente 850 matriculados, segundo Maria Filomena Fermichiaro, atuante junto aos transexuais do núcleo e diretora do ambulatório até 2011.

12 cirurgias por ano
"Demora um pouco, temos somente uma endocrinologista, por exemplo", conta. Segundo ela, são executadas 12 cirurgias por ano. Segundo ela, o inscrito demora cerca de dois meses para começar o processo com um clínico geral, com um psicoterapeuta e uma endrocrinologista.

A transexual Esther Pereira, atuante no movimento de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais (LGBT) e que ainda não conseguiu mudar de nome nos documentos oficiais, afirma que é mais comum a liberação judicial após a cirurgia. "Pouquíssimos casos se conseguiu antes. Mas nós temos um movimento para que isso seja mais amplo", afirma.

fonte: G1

Confusa, Preta Gil diz que não sabe se revelar bissexualidade foi bom

Cantora diz que seus fãs não se restringem ao público LGBTTTs

Preta GilEm maio do ano passado, Preta Gil assumiu, em um seminário, em Brasília, que era bissexual. A atitude foi considerada polêmica. Nos bastidores do programa de Fátima Bernardes, a cantora disse que fica confusa sobre ter se aberto. "Tem vezes em que eu me arrependo de ter falado isso; outras horas eu me arrependo de ter dito que me arrependi", contou.

Considerada uma das divas do movimento LGBTTTs (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais,Transgêneros e Simpatizantes), Preta Gil disse que seus fãs não estão restritos a este público. "Não acho que isso seja uma afirmação. O mais importante do meu público é a mistura de tipos diferentes de pessoas. Vejo que eles se sentem à vontade para se assumir, fora do gueto. Eu nunca reparei isso, comecei a perceber os diferentes tipos de pessoas quando começaram a falar disso", disse.

fonte: Globo.com

Gay gasta mais de R$ 60 mil para tentar virar heterossexual

Ator realiza apresentações na qual condena as terapias de conversão

Peterson ToscanoO americano Peterson Toscano conta ter gasto US$ 30 mil (cerca de R$ 60,5 mil), recorrido a três tentativas de exorcismo e passado por um casamento fracassado até conseguir superar seus dilemas pessoais e aceitar que era gay.

O processo durou 17 anos e Toscano hoje milita contra tratamentos que atendem por nomes como "conversão" ou "terapia reparadora", voltados para gays que querem mudar sua orientação sexual. Tais práticas contam com o apoio de Igrejas fundamentalistas cristãs. E alguns dos que se submeteram a elas asseguram sua eficácia e se definem como ex-gays.

Mas Toscano, 47 anos, afirma que não só estes processos não funcionam como também causam danos psicológicos. Ele é de uma tradicional família ítalo-americanda do Estado de Nova York. Cristão devoto e evangélico, Toscano teve dificuldades em aceitar o que via como um conflito entre sua orientação sexual e sua fé.

"Desespero terrível"
"Eu estava fazendo algo errado pelo qual eu seria punido na outra vida. E por isso sentia muito medo e um desespero terrível", afirmou, em entrevista à BBC. Como um adolescente que cresceu nos Estados Unidos da década de 80, Toscano viveu em uma época em que o termo "gay" era um sinônimo de aids. Até 1973, psiquiatras americanos classificavam homossexuais como sendo insanos.

"Eu somei dois mais dois e cheguei ao que me parecia ser uma equação lógica, a de dizer 'isto é errado, é ruim, eu preciso consertar isso'. E 17 anos depois eu finalmente acordei e retomei a razão", afirma.

Os anos de tratamento são uma lembrança dolorosa. Após ter entrado em depressão depois de uma entrevista à rádio pública dos Estados Unidos na qual relatou os processos a que se submeteu, ele agora evita entrar em pormenores.

Experiência traumática
Mas ele relata que um dos incidentes mais sombrios ocorreu durante seu internamento por dois anos no centro Love in Action (Amor em Ação), hoje rebatizado como Restoration Path (Caminho da Restauração), na cidade de Memphis, no Estado americano do Tennessee.

Lá, ele foi instruído a registrar todos os encontros homossexuais que já havia tido. Em seguida, pediram que ele relatasse o mais constrangedor destes encontros para sua família. Tais terapias não se limitam, no entanto, aos Estados Unidos. Toscano visitou a Inglaterra na década de 90 a fim de se submeter a um exorcismo. Ele já tinha se submetido a dois exorcismos fracassados nos Estados Unidos.

De acordo com Peterson, esse tipo de prática "é danosa psicologicamente especialmente para os jovens. Se você acredita nisso, você fará qualquer coisa para rasgar a sua alma".

Nos Estados Unidos, já estão sendo tomadas medidas para proibir parcialmente as terapias de conversões para gays no Estado da Califórnia. E o governador Jerry Brown está avaliando um projeto de lei que torna ilegal a terapia reparadora para crianças. Se aprovada, será a primeira medida nesse sentido tomada no país.

Toscano tem um blog e um canal de YouTube e usa sua experiência como ator de teatro realizando apresentações nas quais procura consicentizar pessoas sobre os danos causados aos que se submetem a tratamentos para suprimir ou mudar suas orientações sexuais.

fonte: Terra

sábado, 22 de setembro de 2012

Vaza vídeo de Kanye West com 20 minutos de sexo explícito

Kanye WestHá dois anos, o rapper Kanye West se exibiu para uma webcam mostrando as partes íntimas (fotos). Logo, as imagens se multiplicaram na Internet. Agora, mais um capítulo da intimidade sexual do cantor começa. Um vídeo com 20 minutos dele fazendo sexo com uma mulher casada de 18 anos caiu nas mãos até de produtores da indústra do pornô. O rapper chorou ao saber do vasamento. O site "Radar Online" teve acesso ao material que não está disponível na Internet.

fonte: Toda Forma de Amor

Projeto que criminaliza homofobia aguarda relator

O projeto de lei que criminaliza a homofobia (PLC 122/06), cujo relatório estava sendo elaborado pela senadora Marta Suplicy (PT-SP), aguarda desde o dia 18 designação de um novo relator na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

No dia 13 deste mês, Marta Suplicy assumiu o Ministério da Cultura em substituição à cantora e compositora Ana de Holanda. O primeiro suplente de Marta é o vereador paulista Antônio Carlos Rodrigues, do PR, ainda não empossado no cargo.

Em declarações feitas à imprensa em maio, Marta Suplicy afirmou que há entre os senadores uma “maioria silenciosa” favorável ao projeto, ou pelo menos neutra, que não se posiciona por receio de desagradar os eleitores. O senador Magno Malta (PR-ES) é um dos maiores opositores da proposta, assim como setores religiosos e conservadores da sociedade.

A designação do relator será feita pelo presidente da CDH, Paulo Paim (PT-RS).

fonte: Agência Senado

Ministério da Educação criará plano contra homofobia nas escolas

Na última quinta-feira (20), o ministro da educação, Aloizio Mercadante, assinou uma parceria com o Conselho Federal de Psicologia (CFP) para a criação de um plano contra a violência e a homofobia nas escolas. O acordo foi firmado durante a cerimônia de abertura da 2º Mostra Nacional de Práticas em Psicologia, em São Paulo.

Segundo o ministro, o convênio terá um intenso trabalho em toda a rede de ensino para o desenvolvimento de políticas para uma escola acolhedora. ‘’Uma cultura de paz, tolerância, convívio com as diferenças, com a pluralidade sexual, racial, religiosa, que enfrente o preconceito e a discriminação e coloque a escola pública em outro patamar e prepare o país para essa nova era do conhecimento”, afirmou.

Para o diretor diretor LGBT da UNE, Caio Bayma, parcerias como essa ajudam a vencer os desafios do preconceito. “Temos uma sociedade homofóbica e esse fato se materializa no dia a dia. Políticas assim, estimulam a levantar cada vez mais a bandeira por uma legislação protegendo o público LGBT”, explicou.

fonte: UNE

Rapper posta foto nu de sexo oral e é expulso do Instagram

Chief KeefUma foto de sexo oral explícito fez com que a rede Instagram expulsasse o rapper americano Chief Keef. Parte do órgão genital do cantor aparece na imagem. Ainda assim, ele ficou muito irritado por ter sido expulso. "F... o Instagram" disparou no Twitter.

chief keef on instagram

fonte: Toda Forma de Amor

São Paulo: Transexual é esfaqueada em Votuporanga

Polícias Civil e Militar se unem para prender homens que esfaquearam transexual

Estão presos os dois homens acusados de matar brutalmente a facadas no último domingo, 16 de setembro, uma transexual de 21 anos na cidade paulista de Votuporanga. Por meio de uma operação conjunta da Polícia Civil e da Polícia Militar, foram presos um homem de 26 anos e o enteado dele, de 19 anos.

A trans foi morta a facadas em um terreno no Distrito Industrial. O pedreiro de 26 anos admitiu ter matado a vítima com golpes de canivete, arma que ele tomou das mãos da vítima durante uma discussão que começou por um desentendimento quanto ao valor cobrado por um programa sexual.

O homem não soube dizer ao certo quantas vezes golpeou a trans, mas contou que a orelha dela que foi decepada foi jogada em um terreno baldio perto da cena do crime. A dupla contou à polícia que encontrou a vítima na Avenida Nasser Marão. Eles levaram a trans em um Del Rey até o local do crime.

Os autores foram localizados graças a imagens gravadas por câmeras de segurança de empresas próximas do local. Segundo o delegado João Donizete Rossini, a prisão temporária dos suspeitos será pedida à Justiça.

fonte: MixBrasil

Florence Welch se veste de homem no clipe "Sweet Nothing" do Calvin Harris

Florence WelchO produtor Calvin Harris e a cantora Florence Welch, do grupo Florence + the Machine, se uniram na ótima "Sweet Nothing".

A música combina as batidas acertadas de Calvin com os vocais poderosos de Florence. Agora, saiu o clipe do single.

Florence aparece caracterizada de homem, usando um terno. A ação se passa num bar. Enquanto ela canta, rola uma briga e muita ação.

A música faz parte do terceiro álbum de Calvin, chamado "18 Months". O disco conta ainda com as participações de Rihanna, Example, Tinnie Tempah e Ne-Yo. Assista "Sweet Nothing" abaixo.

fonte: Dykerama

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