terça-feira, 31 de julho de 2012

Reino Unido: Mais de 100 mil gays optaram pela união civil

O número de homossexuais que optaram pela união civil no Reino Unido desde sua aprovação em dezembro de 2005 foi de 106.834, mais do que o estimado inicialmente, informou nesta terça-feira o Escritório Nacional de Estatísticas (ONS, na sigla em inglês).

A organização destacou que, em 2011, houve um aumento de 6% no número de uniões de casais do mesmo sexo chegando a um total de 6.795.

O aumento superou amplamente as estimativas iniciais, que previam que entre 11 e 22 mil pessoas fossem a recorrer às uniões civis nos primeiros cinco anos de aprovação.

No entanto, apenas em 2006, primeiro ano após sua legalização, foram registradas mais de 16.100 uniões civis. O número diminuiu posteriormente para 6.281 em 2009, subindo até 6.795 em 2011.

A ONS também revelou que durante os primeiros anos foram mais homens que mulheres que optaram por esta via jurídica, embora a partir de 2009 foram igualando entre ambos sexos.

A média de idade das pessoas que recorrem às uniões civis supera os 40 anos de idade no caso dos homens e 38 anos no das mulheres.

As cidades britânicas de Brighton e Hove (sul da Inglaterra) são os lugares mais populares para oficializar as uniões civis além de Londres, onde no ano passado houve 1.731 celebrações desse tipo, um quarto do total.

Direitos Civis
A união civil confere aos membros do casal praticamente os mesmos direitos que o casamento, com exceção do nome. O primeiro-ministro do Reino Unido, o conservador David Cameron, planeja legalizar os casamentos homossexuais antes de 2015, apesar das duras críticas de grupos religiosos.

Depois de tomar conhecimento destes números, um porta-voz do Ministério do Interior lembrou que os casais que formam atualmente uma união civil poderão transformá-la "em breve" em casamento.

"Este governo acredita que a sociedade é mais forte quando os casais se comprometem; por isso é tão animador ver que cada vez mais casais do mesmo sexo formam uniões civis. Agora queremos fazer com que seja possível que todos os casais, sem importar seu sexo, possam se casar", assinalou o porta-voz.

O governo britânico anunciará no final do ano os resultados da consulta que realiza atualmente sobre o tema.

fonte: Folha de S.Paulo

Jogador de rúgbi ‘simpatizante’ posa de cuequinha para revista gay

Gay Time

O todo bonitão do Ben Cohen, mais que simpatizante da causa gay, é capa da revista inglesa "Gay Times" de agosto. O ex-jogador de rugby acabou ganhando vários fãs gays por conta do seu porte. Em 2008, a mesma "Gay Times" o elegeu como o atleta mais desejado por homossexuais.

A partir daí, resolveu utilizar isso a seu e nosso favor, e virou um militante em prol dos direitos da comunidade LGBT. Ele hoje mantém uma fundação de apoio à causa gay.

Na entrevista, Cohen diz que resolveu trabalhar pelos gays porque estava num momento da sua vida que desejava ir além. "Tive muito apoio da comunidade gay, então comecei a quebrar estereótipos quando ainda era jogador de rugby. Aí cheguei num ponto da minha vida onde decidi que queria fazer mais e, por isso, comecei os trabalhos da minha fundação. Mas não sabia o quão poderoso e trabalhoso essa causa seria", disse ele.

No ensaio, Ben aparece usando as peças da sua recém-lançada coleção de underwear. Gato, hétero e engajado, é para poucos! Então, aproveite e confira os cliques no álbum.

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fonte: A Capa

Espanha: Ativista homossexual russo pede asilo político

Alexei Kiselev pediu asilo político na Espanha, confirmou o fundador do grupo de Orgulho Gay de Moscou, Nikolai Alexeyev, ao jornal “El País”. Kiselev já foi preso várias vezes por participar de manifestações pelos direitos homossexuais na Rússia e contra irregularidades no processo eleitoral de dezembro do ano passado.

- A situação está cada dia pior - descreve Alexeyev, que foi detido com Kiselev em fevereiro durante os protestos contra uma lei polêmica que proíbe a exposição da “propaganda da homossexualidade” a menores de idade, o que a comunidade gay diz não estar detalhado e que poderia levar à censura a manifestações culturais relacionadas ao homossexualismo.

A perseguição contra opositores, explica Alexeyev, piorou devido aos protestos contra a política do presidente russo, Vladimir Putin.

- Embora na organização tentássemos permanecer à margem do protesto político, ele (Kiselev) foi a muitas manifestações como qualquer cidadão. Há razões de sobra para pedir asilo - comenta.

O governo russo, afirma, aumentou a repressão para evitar que mais pessoas se unam à oposição.

- Cada vez há mais pessoas nas manifestações. As prisões funcionam como advertência - disse Alexeyev.

Alexei Kiselev chegou à Espanha neste mês de julho e se encontra em Barcelona. O governo espanhol decidirá sua situação em 24 de agosto, segundo o amigo afirmou ao “El País”.

Opositores enfrentam denúncias
Nesta terça-feira investigadores federais russos acusaram o blogueiro e opositor Alexei Navalny por roubo. Navalny pode ser condenado a até dez anos de prisão por ter se apropriado ilegalmente de madeira de uma empresa estatal, enquanto trabalhava como conselheiro de um governo regional, em 2009, segundo as acusações. Ele está proibido de sair da Rússia. O blogueiro, no entanto, sugeriu que se trata de uma manobra para manchar a reputação de opositores.

Além disso, três integrantes do grupo punk feminista Pussy Riot começaram a ser julgadas na segunda-feira por protestarem contra o presidente Vladimir Putin. Maria Alyokhina, Nadezhda Tolokonnikova e Yekaterina Samutsevich foram presas em fevereiro depois de invadir o altar de uma catedral ortodoxa de Moscou e cantar uma música, pedindo que a Virgem Maria depusesse o ex-espião da KGB e criticando a relação do novo chefe de Estado com os religiosos russos. Elas podem ser condenadas a sete anos de prisão.

fonte: Extra

Olimpíadas 2012: Jogador britânico chama atletas do salto ornamental de gays com Aids

London 2012 logoO atleta de salto ornamental britânico Tom Daley e seu companheiro de equipe Peter Waterfield sofreram agressão pela Internet com mensagem via Twitter ao serem chamados de gays sem nunca ter sido confirmada essa condição.

O jogador de futebol galês Daniel Thomas foi apontado como responsável pela agressão. "Se existe algum consolo para terminar em quarto, Daley e Waterfield poderiam se explodir #teamHIV" escreveu no Twitter.

Peter Waterfield e Tom Daley antes da prova em LondresO clube do jogador, o Port Talbot emitiu uma declaração na qual diz que está investigando o assunto.

A princípio, o agressor disse que foi vítima de uma brincadeira em seu próprio Twitter, depois voltou atrás e pediu desculpas pelos comentários, além de excluir sua página do microblog.

fonte: Toda Forma de Amor

Mato Grosso: Ex-travesti retira silicone, casa, adota filho e vira pastor

Pastor diz ajudar quem quer voltar a ser hétero através de associação. Para Joide Miranda, homossexualidade pode ser desaprendida.

Joide retirou silicone dos seios e dos quadris após a conversão. (Foto: Arquivo pessoal)Acompanhado da mulher e do filho de 1 ano, o pastor evangélico Joide Miranda, de 47 anos, que até os 26 era travesti, afirma que é possível deixar de ser homossexual. A partir de sua experiência pessoal, ele decidiu ajudar quem quer voltar a ser hétero, por meio da Associação Brasileira de ex-Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABexLGBTTs). "A homossexualidade é um vício que, muitas vezes, vem desde a infância. Achava que era impossível mudar, mas é uma conduta que pode ser desaprendida", diz o pastor.

O trabalho da associação vai contra a posição do Conselho Federal de Psicologia (CFP), que orienta profissionais da área a não colaborar com serviços que ofereçam tratamento e cura para homossexualidade e não reforçem preconceitos sociais já existentes em relação ao tema.

Joide Miranda, que aos 14 anos assumiu a homossexualidade e agora se diz "completamente restaurado", pontua que o trabalho que desenvolve busca a cura e a mudança a partir da espiritualidade e da experiência de vida dele, embora avalie que a psicologia seria importante nesse processo. "Aqueles que querem deixar o estado da homossexualidade dizem que me veêm como referência", afirma o pastor, que depois da mudança retirou as próteses de silicone dos seios e o silicone industrializado dos quadris.

Ele explica que a entidade, que foi regulamentada em novembro do ano passado, dá suporte emocional a pessoas de vários lugares, inclusive do Japão, Espanha e França. Até hoje, segundo ele, mais de 500 homossexuais o procuraram. O pastor diz que os maiores motivos alegados para querer deixar a homossexualidade são a solidão e a insatisfação. "Fazemos acompanhamento por telefone, mas pretendemos abrir uma casa de apoio, uma espécie de albergue, para podermos auxiliá-los melhor", conta o pastor, que mora em Cuiabá com a família.

Joide e Édna estão casados há 14 anos e tem Pedro, de um ano e 11 meses. (Foto: Pollyana Araújo/G1)Um dos pilares da associação, segundo ele, é a estruturação familiar. Para o pastor, a desordem familiar tem grande parcela de responsabilidade nos casos de homossexualidade. Ele diz alertar os pais durante as palestras que ministra para que se atentem sobre o comportamento dos filhos, de modo que atuem de forma preventiva. "Um dos maiores fatores que contribuem para a homossexualidade são os abusos sexuais e a ausência de limites para as crianças", enfatiza, ao relatar que, aos 6 anos, foi abusado por um vizinho.

Além dos próprios homossexuais, Joide diz receber inúmeros telefonemas de mães que não concordam com a orientação sexual dos filhos. Ele diz que muitas delas pedem para conversar com a mãe dele, que, após muita insistência, conseguiu fazer com que ele fosse para a igreja. Antes disso, o ex-travesti morou em vários países, entre eles Itália e França, onde se prostituía.

Ele cita dois casos de ex-gays que teriam se tornado heterossexuais depois de receberem acompanhamento através da associação. Um deles na França, que morava com outro homem e hoje já está casado com uma mulher.

Outro é o caso de um ex-travesti do Maranhão, que colocou silicone até nos lábios e agora é missionário de uma igreja evangélica. "Quando a pessoa resolve mudar, o interior está todo bagunçado e demora algum tempo para mudar completamente, inclusive os trejeitos femininos", explica.

Casamento
No caso de Joide, a mulher Édna, que hoje o acompanha nas palestras em que dá o seu testemunho, foi quem o ajudou. "Falava para ele que não era para colocar a mão na cintura, nem cruzar as pernas como mulher", disse. Ela, no entanto, faz questão de enfatizar que se casou com um heterossexual e que nunca duvidou da mudança do marido. "Antes achava que gay era sempre gay, mas depois que o conheci mudei esse conceito. Não me importo em falar sobre o passado dele, pois falo de alguém que não existe mais", afirma.

Casada há 14 anos com Joide, Édna conta que os dois eram empresários e deixaram os negócios para ajudar as pessoas que pretendem deixar de ser homossexuais. "Só fazemos isso para que a nossa história possa ajudar outras pessoas". Ela conta que no início do relacionamento enfrentou certo preconceito por parte daqueles que não acreditavam na mudança de Joide.

No entanto, os dois afirmaram que o casamento não pode servir como uma "fuga". Antes de conhecer a mulher, o pastor disse não ter sentido atração por nenhuma outra pessoa do sexo oposto. "Tive tudo que um travesti sonha, como glamour e dinheiro, mas não era feliz. Sentia um vazio muito grande dentro de mim. Era uma vida de hipocrisia", recorda Joide, ao se dizer realizado hoje com a mulher e o filho, que foi adotado porque Édna não conseguia engravidar.

Na visão dele, a homossexualidade está na mente e, por isso, pode ser restaurada."Depois que fui abusado sexualmente, tive a minha heterossexualidade violada", afirma. Ele disse ainda que, quando foi molestado pelo vizinho, teve medo de contar para a família, principalmente ao pai, que era alcoólatra.

fonte: G1

Argentina: Casal gay registra filho, em caso inédito no mundo

Um casal gay inscreveu nesta terça-feira o filho no registro civil de Buenos Aires sem a mediação de uma decisão judicial, um caso único no mundo, informou à AFP Maria Rachid, dirigente da ONG Lésbicas, Gays, Bi e Transexuais (LGBT).

"É o primeiro caso em nível mundial onde a certidão de nascimento é expedida diretamente pelo registro civil como filho de dois homens. Em outros casos foi feito a partir de uma decisão judicial, que retificava a certidão anterior", explicou Rachid, também legisladora da Assembleia de Buenos Aires.

O casal formado por Carlos Grinblat, de 41 anos, e Alejandro Dermgerd, de 35, inscreveu esta terça-feira, em um cartório do centro da capital argentina, Tobias, com um mês de vida. O bebê nasceu na Índia, país que o casal escolheu para alugar o ventre da mulher que deu à luz seu filho.

"Nossa única luta era por formar nossa família. É outro passo no reconhecimento dos direitos igualitários. Este é um caminho que começou há anos e um marco foi o casamento igualitário", disse Grinblat ao sair do cartório, enquanto exibia, ao lado do companheiro, o documento que atribuía o registro do filho aos dois.

Em 2010 a Argentina se tornou o primeiro país da América Latina a autorizar o casamento gay em nível nacional e o décimo do mundo, depois de Holanda, Bélgica, Espanha, Canadá, África do Sul, Noruega, Suécia, Portugal e Islândia.

Desde 21 de julho de 2010, quando a presidente Cristina Kirchner promulgou a norma aprovada seis dias antes pelo Congresso, "se oficializaram 5.839 casamentos em todo o país", destacou a LGBT em 12 de julho.

Enquanto isso, em maio passado, o Congresso argentino aprovou por ampla maioria a lei de identidade de gênero, que autoriza travestis e transexuais a registrar seus dados com o sexo escolhido.

fonte: Veja.com

Além de P!nk, Timbaland também compõe músicas para o novo álbum da Cher

Novo álbum deve chegar às lojas no Natal, e o primeiro single em outubro

Cher prepara novo álbum, com participação de Gaga, para dezembroCher não faz questão de fazer nenhum mistério sobre as suas parcerias para o próximo álbum da carreira. Com bastante frequência, a cantora fala abertamente sobre o projeto no Twitter. Nessa terça-feira (31) não foi diferente.

"Fazendo a música do Timbaland hoje à noite", escreveu a cantora no Twitter após falar novamente que já havia gravado duas faixas feitas por P!nk.

O novo álbum da Cher deve ser lançado no fim do ano. O primeiro single é esperado para outubro.

fonte: PortalPOPLine

Diretor do filme “Matrix” muda de sexo e passa a se chamar Lana Wachowski

Diretora transexual aparece com seu novo visual em vídeo

Larry and Lana WachowskiLana Wachowski, que era conhecida como Larry Wachowski na época em que dirigiu a sequência Matrix, apareceu como mulher em um vídeo sobre sua nova produção, o longa-metragem Cloud Atlas.

A norte-americana, que dirigiu o premiado filme de ficção científica ao lado de seu irmão, Andy Wachowski, é considerada a primeira grande diretora de Hollywood que mudou de sexo - a operação teria acontecido em 2008, após ela dirigir Speed Racer.

No vídeo, Andy e Lana aparecem com Tom Tykwer - deCorra, Lola, Corra. Juntos, os três dirigiram Cloud Atlas, que tem previsão de estreia para outubro deste ano. No elenco, estão nomes como Tom Hanks, Halle Berry e Hugh Grant.

fonte: Terra

Olimpíadas 2012: Goleira da seleção de handebol diz ser bissexual e levanta bandeira contra o preconceito

London 2012 logoSou bissexual, assume Mayssa, goleira da seleção brasileira de handebol

A cada defesa, fortes vibrações e gritos com as companheiras. Muitos abraços e carinho com as outras atletas na hora de dividir as emoções do jogo. Esse é um pouco do jeito de ser em quadra e fora dela de Mayssa Raquel de Oliveira Pessoa, goleira da seleção brasileira feminina de handebol.

Mesmo começando os jogos na reserva, Mayssa tem se destacado na equipe que está em franca evolução no cenário mundial. Entra no segundo tempo e vira uma das protagonistas, como na vitória de segunda-feira sobre Montenegro, por 27 a 25. Mas não reclama. E gosta de entrar quando o jogo está tenso.

“Eu prefiro jogar depois, gosto do jogo quando está apertado. Pressãozinha é bom”, diz a paraibana de 27 anos, natural de João Pessoa.

Mayssa, goleira da seleção brasileira de handebol, comemora vitória sobre Montenegro na OlimpíadaMayssa é desenvolta e se expressa de maneira enfática. Até para falar sobre o que para muitos é algo delicado e muitas vezes camuflado, a homossexualidade. “É, é [verdade] sim”, responde ao ser questionada se é homossexual. “Bom, eu sou bissexual”, completou.

A goleira da seleção mora na Europa há seis anos e joga na França. Lá, foi convidada para ser madrinha de um torneio de homossexuais de várias modalidades. Aceitou, mas não pôde comparecer em função de compromissos com a seleção.

Mas Mayssa acabou falando sobre sua sexualidade para uma revista francesa sobre homossexuais. “Eles fizeram matéria comigo e a gente conversou abertamente. Eu não escondo. Por que vou esconder algo que eu sou? Por que vou esconder?”, repetiu.

Nem o fato de disputar os Jogos Olímpicos faz a atleta deixar de lado seus ideais para evitar tocar no assunto.

“É uma coisa normal da sociedade. Se você é homossexual, tem que esconder e obrigatoriamente se casar com um homem? Não. Se você é, tem que assumir. Não sou mais uma criança. Não vou ficar escondendo porque vou jogar as Olimpíadas. As pessoas me conhecem. Falei. Sou mesmo, abertamente, sem problema nenhum.”

Durante a conversa, que aconteceu após o jogo contra a Montenegro, Mayssa disse que sua atitude pode ajudar a quebrar o tabu e medo que alguns atletas têm em revelar sua sexualidade em um meio de grandes repercussões como o esportivo.

“[O esporte] é muito preconceituoso. Entre os homens, principalmente, muitos têm medo. Mas consegui tudo na minha vida e sigo conseguindo, e isso não influenciou em nada. Sou homossexual? Sou. Tenho que aceitar isso e todas as pessoas me respeitam”, falou.

Dentro do grupo, o impacto é inexistente, pelo menos no contato fetivo observado da atleta com as demais. E também pelo seu discurso direto, mas puro.
“Todas me respeitam. Meu técnico sabe, todo mundo na França sabe. Cada um tem sua vida, ninguém paga minhas contas”, finalizou.

fonte: UOL

Chris Brown insulta rapper que assumiu ser gay

Ex de Rihanna usa gíria para falar sobre Frank Ocean

Chris BrownChris Brown se meteu em mais uma confusão. Agora ele está sendo acusado de insultar o rapper Frank Ocean, que se assumiu gay recentemente. Na saída de um clube noturno em Cannes, na França, Chris foi questionado por fotógrafos sobre o cantor. O ex de Rihanna respondeu com uma expressão com tom homofóbico: “Man, no homo” (algo do tipo, “cara, sem boiolice”), informou a revista Advocate.

Essa expressão do inglês é, considerada segundo essa publicação especializada no segmento GLS, ofensiva por rejeitar qualquer referência aos temas ligados à homossexualidade. Neste mês, Frank Ocean revelou, em sua página no Tumblr, que seu primeiro amor foi um homem.

Frank OceanRecentemente, o ex de Rihanna se envolveu em uma briga com Drake por causa da cantora. Esses barracos parecem não prejudicar a vida profissional do cantor, que apareceu com os dentes com visual gângster, uma moda entre a turma do hip hop. O novo disco do rapaz, Fortune, está no topo da parada norte-americana.

fonte: Ofuxico

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